Capítulo 596
Capítulo 596
Os lábios sedutores dele se curvaram em um sorriso discreto. “O Lucas Bento acertou em cheio ao te
escolhero esposa.”
Enquanto Marco Ant?nio a elogiava, Ca sentia que deveria retribuir. Apesar de n?o ter muita
experiência amorosa, acreditava que a reciprocidade era fundamental nos rcionamentos.
Independente do amor mútuo, uma resposta sempre deveria ser dada.
respondeu, “Eu penso o mesmo. Ser a esposa do Lucas Bento foi a melhor decis?o que já tomei.”
Dito isso, Ca abaixou o olhar levemente, uma sombra de mncolia se revndo em seus olhos
expressivos. “Mas tem algo que eu nunca tive coragem de dizer ao Lucas Bento. Se eu contar, ele
pode se sentir envergonhado, pode até pedir o divórcio… Mas, independente da escolha dele, eu vou
entender, n?o vou culpá-lo.”
queria aproveitar essa oportunidade para revr o segredo ao Lucas Bento. Após a rev??o,
respeitaria qualquer decis?o que ele tomasse sobre o futuro do casamento.
Sua voz soava tranqu, mas o semnte delicado n?o conseguia esconder a tens?o e a inquieta??o
que
sentia.
Aqu situa??o lhe causou muita dor e dificuldades, fazendo que muitos que a cortejavam se
afastassem.
Marco Ant?nio sabia epreendia. “Você está se referindo àquilo que aconteceu no seu segundo
ano de faculdade?”
Ca olhou para ele surpresa. “Sr. Ant?nio,o você sabe disso?”
“Como eu sei n?o importa.” Marco Ant?nio a encarou, a voz grave e melodiosa tocando o cora??o de
Ca. “O que importa é que você n?o foi a culpada. O culpado foi aquele monstro que tentou te for?ar,
os que distorceram os fatos e os que te atacaram sem conhecer a situa??o. Se Lucas Bento pedir o
divórcio por causa disso, ele n?o vale a pena ter uma pessoa maravilhosao você.”
Essa n?o era a primeira vez que Marco Ant?nio fva essas pvras para .
Quando e?ou a trabalhar ele e sofreu assédio, ele usou a mesma voz firme e suave para
dizer que a culpa n?o era d e que deveria se defender.
Naqu época, ele era apenas um chefe protegendo uma subordinada.
Mas hoje, o homem que fva essas pvras para era mais do que seu chefe, era seu marido.
Os olhos de Ca se encheram de lágrimas, prontas para escorrer de seus olhos brilhantes.
Nesse momento, Marco Ant?nio n?o conseguiu se conter. Ele estendeu o polegar e delicadamente
enxugou as lágrimas que escorriam dos olhos d.
Ca n?o estava acostumada a esse tipo de contato íntimo ele e instintivamente tentou recuar.
No entanto, desta vez Marco Ant?nio n?o lhe deu a oportunidade de fugir. Ele rapidamente estendeu a
outra m?o e segurou sua cabe?a, for?ando-a a olhá-lo.
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“Ca…” Sua voz estava rouca e profunda. Seus lábios quentes caíram rapidamente sobre os olhos
d, beijando gentilmente as lágrimas que manchavam seu rosto.
O calor de seus lábios deixou Ca confusa.
O beijo dele era incrivelmente suave,o uma pena acariciando o canto do olho de Ca.
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Em sua mente, Ca pensava que ele era seu marido e que beijá era a coisa mais natural a fazer.
Mas o corpo n?o consegue mentir. ficou rígida, o cora??o acelerado e medo, recuando
instintivamente e fndo, “Diretor Ant?nio, eu… você n?o deveria…”
Marco Ant?nio a soltou, sua voz profunda e melodiosa soou novamente, “Você já sabe de tudo e ainda
me chama de Diretor Ant?nio?”