Capítulo 593
Capítulo 593
Ca se arrumou e desceu para pegar o carro e ir à mans?o da família de Luís para encontrar Marco
Ant?nio.
Para sua surpresa, assim que saiu do elevador, viu um Rolls-Royce preto, a ca 88888,
estacionado bem na frente do elevador do estacionamento subterraneo.
Esse era o carro de Marco Ant?nio!
Marco Ant?nio estava parado aodo do carro, mesmo estando em um estacionamento subterraneo,
ele exva um brilho, usando apenas uma camisa branca simples e cal?as pretas.
Felizmente, n?o era horário de pico, havia poucas pessoas no estacionamento, caso contrário, sua
presen?a chamaria muita aten??o.
Ca apressou o passo em dire??o a ele, “Diretor Ant?nio, o que o traz aqui?”
O prédio em que moravam era antigo, n?o apenas o apartamento, mas também o estacionamento
subterraneo, que era diferente dos estacionamentos subterraneos modernos, sem pintura, desigual e
mal iluminado.
O ch?o era todo de concreto, desigual e cheio de buracos devido à falta de manuten??o ao longo dos
anos, po?as de água por toda parte e ilumina??o insuficiente, uma pessoa desavisada poderia
facilmente trope?ar.
Se Marco Ant?nio trope?asse, sua imagem estariaprometida.
Desde o momento em que Ca saiu do elevador, o olhar de Marco Ant?nio estava fixo n e n?o se
desviou desde ent?o.
Ca tinha uma pele bonita, que parecia ainda mais rosada e delicada contrastando seu vestido
azul escuro. Seus olhos eram roso umgo azul.
O vestido elegante delineava sua figura perfeita, especialmente sua cintura fina, que parecia que
poderia quebrar um simples toque…
Em um instante, Marco Ant?nio sentiu uma rea??o em seu corpo, sua boca ficou seca e a voz rouca,
“Vim te buscar.”
Ele n?o escondeu mais suas verdadeiras inten??es, n?o fingiu que era uma coincidência, ele a
recebeu
“Eu poderia ir dirigindo sozinha, n?o precisa se iodar.” Ca queria dizer isso, mas já que ele
estava ali, seria rude insistir.,
Ent?o, sorriu para ele, “Obrigada, Diretor Ant?nio!”
Marco Antonio abriu a porta traseira do carro para convida a entrar, Ca n?o recusou e entrou no
carro.
Ele fechou a porta para , em seguida, contornou o carro e sentou-se aodo d.
O banco traseiro do carro era bastante espa?oso, cabendo confortavelmente duas pessoas, mas Ca
sentiu que o espa?o diminuiu assim que Marco Ant?nio se sentou ao seudo.
Enquanto Marco Ant?nio se aproximava, Ca ficou t?o assustada que esqueceuo reagir, e ficou
paralisada no banco.
Sua manga ro?ou seu nariz, o aroma dele, um leve cheiro de menta, inundou suas narinas…
Quando ele se aproximou, Ca fechou os olhos instintivamente, mas ele apenas puxou o cinto de
seguran?a e o ajustou para , “Também é necessário usar cinto de seguran?a no banco de trás em
Salvador.”
Sua voz, profunda e suave, tinha um leve tom de riso.
Ele estava rindo d!
Ca tinha certeza disso!
A culpa era d, ele estava apenas ajudando a ajustar o cinto de seguran?a, mas pensou que ele
queria beija.
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O cora??o de Ca parecia estar flutuando nas nuvens, sem conseguir subir ou descer, era uma
sensa??o estranha…
No segundo seguinte, algo quente encostou no canto da boca de Ca, deslizando suavemente. Ca
abriu os olhos e viu que era o polegar de Marco Ant?nio.
Suas m?os eram bonitas, dedos longos e artic??es distintas, mas Ca n?o estava
disposi??o para apreciar isso, “Diretor Ant?nio, n?o…”