Capítulo 584
Capítulo 584
Quando cresceu, a avó d lhe disse: “Cada um de nós é um indivíduo independente, e tem o
direito de escolhero quer viver. Uma mulher n?o deve ser limitada pelo casamento e pelos filhos.
s têm o direito de escolhero querem viver. Sua m?e apenas fez uma escolha entre dois estilos
de vida.”
Por isso, Ca nunca culpou a m?e. pensava que, se um dia se encontrasse a m?e na
multid?o, se estivesse disposta, gostaria de chamá carinhosamente de mam?e.
Mais tar de, Marco Ant?nio, que chegou, viu Ca os olhos vermelhos à luz do luar, e disse
dor: “Ca, me desculpe, meportei mal agora, mas acredite em mim, eu n?o te desprezei.”
Ele havia se contrdo por tanto tempo, por que n?o conseguiu se contrr agora? Naquele instante,
a única coisa em sua mente era querer segurar a m?o d.
Ca olhou para trás e viu ele de pé sob a luz, a luz derramando sobre ele, dando uma sensa??o de
beleza indescritivel.
“Isso n?o tem nada a ver você, eu estava apenas pensando nos meus pais.” Ca esfregou os
olhos e apontou para a lua no céu, “Diretor Ant?nio, olha, há duas pessoas acenando para mim na
lua? O homem é meu pai, a mulher deve ser minha m?e…”
“Você tem um bom pai”. Marco Ant?nio n?o queria discutir sobre o tema dos pais e que essas duas
pessoas arruinassem seu bom humor naqu noite, “Levante-se e andeigo, ajude a digerir a
comida. Ficar sentado pode causar indigest?o.”
Ca bn?ou a cabe?a e recusou educadamente: “Estou cheia, n?o quero me mover.”
Ele caminhou em dire??o a , dando a impress?o de que se n?o se levantasse, ele a pegaria.
Ca se levantou imediatamente: “Pensei um pouco e acho que você está certo. Uma atividade
moderada após uma refei??o ajuda na digest?o.”
Marco Ant?nio parou, estreitou ligeiramente seus olhos, e de repente estendeu a m?o para …
Ca recuou medo: “Diretor Ant?nio…”
Sob o olhar d, Marco Ant?nio se inclinou e pegou a presilha de cabelo que havia deixado cair no
ch?o, depois a colocou naturalmente no bolso.
Ca disse: “Diretor Ant?nio, essa presilha é minha.”
“é sua?” Marco Ant?nio tirou a presilha e a levantou à luz para examinar de perto, “Você tem alguma
prova de que esta presilha é sua?”
Ca ficou em silencio.
O que ele estava fazendo?
Ele estava tentando roubar a presilha d?
Ca pensou por um momento e encontrou uma maneira de provar que a presilha era d: “Eu n?o
lavo o cabelo há dois dias, e esta presilha definitivamente tem meu cheiro.”
Antes que pudesse terminar, Marco Ant?nio levou a presilha ao nariz e cheirou, dizendo: “O cheiro
desta presilha é muito bom, ent?o definitivamente n?o é seu.”
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Ca arregalou os olhos, incapaz de acreditar que Marco Ant?nio faria algo assim.
Como uma pessoa normal poderia gostar de colecionar acessórios de cabelo de outras pessoas?
Ca olhou impotente enquanto ele enfiava a presilha no bolso e ouviu: “Venha dar uma caminhada
11:15
Ca n?o fva nada.
n?o queria andar ele de jeito nenhum.
Mas,o uma assistentepetente, desde que o pedido do chefe fosse razoável, n?o tinha
motivo
para recusar.
Marco Ant?nio propositalmente diminuiu o ritmo para que Ca pudesse panhá-lo, eles
caminharamdo ado, em vez de ele sempre na frente e sempre atrás.
Brisa do Mar era uma mans?o, o jardim internot?o grande que eles poderiam caminhar por uma
ou duas horas.
Marta se escondeu em um lugar discreto, tirou o celr e secretamente tirou uma foto das costas
deles.