Capítulo 568
Capítulo 568
Ca perguntou: “Tenho a sensa??o de que ele está zangadoigo?”
Dr. Donato respondeu: “Como isso seria possível?”
Ca n?o tinha certeza se ele iria ouvir seu conselho, mas ainda queria tentar. Fazer que ele
se recuperasse era o mais importante agora. “Ent?o eu vou tentar fr ele.”
Dr. Donato segurou a m?o de Ca firmemente, dizendo emocionado: “Ca, você é a minha
salvadora.”
Ca retirou suavemente a m?o, “Dr. Donato, n?o fale assim…”
“Carlita, Carlita…” Marta correu em dire??o a Ca um sorriso gentil no rosto, “Eu aprendi uma
nova receita, você pode provar para mim esta noite?”
Ca respondeu um sorriso radiante: “ro.”
Marta a levou para dentro de casa, “Vamos, entre. Me diga o que você querer e beber, que eu
preparo. Da próxima vez que vier, pode me ligar e me dizer o que quer.”
Dr. Donato ficou insatisfeito, “Marta, n?o pense só emer e beber, deixe Ca ir fr Marco
primeiro.”
“O que aconteceu Marco?” Marta só se preocupava Ca, nem sequer notou que
anormalidade Marco Ant?nio. Assim que ouviu que Ca tinha chegado, veio correndo.
Dr. Donato explicou: “Marco n?o está no estado bom de saúde e n?o está cooperando o
tratamento. Se continuar assim, sua vida pode estar em perigo. Espero que Ca possa ajudar a
convencê-lo.”
Marta concordou: “Ok, Carlita, vá fr Marco. Vou preparar algumas frutas e petiscos para
vocês.”
Ca sentiu um pouco de press?o, “Marta, prepare algumas frutas, eu vou levar para ele. Ele me
pediu para cuidar dele, me pagando quinhentos dres por dia, eu n?o posso n?o fazer nada, certo?”
Marta, “…”
Quinhentos dres por dia!
O que Marco está fazendo?
Antes de saber que era a esposa de Marco Ant?nio, Ca nunca entraria em seu quarto sem
permiss?o.
Para , mesmoo assistente pessoal, deveria haver limites. O quarto do diretor era um espa?o
privado, e havia diferen?as entre homens e mulheres.
Ca estava segurando uma bandeja de frutas uma m?o e bateu na porta do quarto a outra.
N?o houve resposta.
Ca pensou que ele poderia estar dormindo e estava prestes a sair quando a porta se abriu de
repente. Marco Ant?nio apareceu na porta, “A porta estava destrancada.”
Ele acabara de tomar banho, estava sem camisa e envolto em uma toalha branca. Ca percebeu
imediatamente o físico impressionante dele.
Para ser honesta, esse corpo era perfeito demais. Ca ficou olhando, esquecendo-se de desviar o
olhar…
Em seus ouvidos, ouviu as pvras que Maria tinha dito.
O rosto de Ca ficou vermelho, desviou o olhar em panico e entregou a bandeja de frutas para
ele de forma constrangedora, “Senhor Ant?nio, eu trouxe frutas para você…”
Marco Ant?nio n?o pegou, voltou para o quarto, “Traga você mesma.”
Ca n?o teve escolha sen?o segui-lo para dentro.
O quarto dele era ainda maior do que esperava.
Havia várias partes na s, a entrada parecia mais uma área de leitura e rxamento, estantes,
mesas, sofás e mesas. Indo mais para dentro, de umdo estava o closet, do outrodo estava a
cama.
Todo o estilo de decora??o era de cores escuras, parecia muito luxuoso, mas dava a sensa??o de
frieza e insensibilidade…
Ca colocou a bandeja de frutas na mesa, “Senhor Ant?nio, deixei as frutas na mesa, n?o se
esque?a de
“Você veio só para servir frutas?” Quando ele saiu novamente, estava vestindo um roup?o de cetim
preto que lhe dava uma aparência ainda mais nobre e elegante.
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Ele n?o fva e Ca quase esqueceu o real motivo da sua visita, “Dr. Donato está preocupado
sua saúde, você nunca segue os conselhos dele para descansar e por isso ele me pediu para
conversar você.”
Marco Ant?nio levantou uma sobrancelha levemente, “Você acha que se me aconselhar, vou ouvir?”
Ca respondeu: “N?o ouso superestimar minha importancia. Mas eu acho que, mesmo se você n?o
pensar em si mesmo, deveria considerar sua esposa. A menos que você realmente queira que
fique viúva ainda jovem e se case outro homem.”