Capítulo 546
Capítulo 546
As m?os dele eram grandes e bonitas, dedos longos e artic??es bem definidas.
Talvez por ter feito for?a há pouco, as veias de suas m?os estavam visíveis, dando-lhe uma aparência
um tanto intimidadora.
Ca tirou a m?o dele e sentou-se novamente, “Diretor Ant?nio, há algo que gostarias de conversar?”
Após se sentar, Marco Ant?nio soltou um suspiro de alivio, “N?o necessariamente precisamos
conversar sobre algo, basta você ficar aquiigo por um momento. Se achar chato conversar
comigo, pode olhar para o seu celr…”
Ele apenas esperava que estivesse ao seudo. Vê já era suficiente, ele n?o tinha coragem de
pedir
mais nada.
Como ele havia fdo assim, Ca n?o ligou.
pegou o celr e enviou uma mensagem no WhatsApp para Lucas Bento, “Lucas Bento!”
Como esperado, o celr de Marco Ant?nio, que estava aodo, vibrou uma vez.
Ca ent?o enviou a segunda mensagem, “Nós.”
O celr de Marco Ant?nio vibrou mais uma vez.
Em seguida, Ca enviou a terceira mensagem, “……”
estava a espera que o móvel pessoal de Marco Ant?nio parasse de vibrar, mas após enviar a
mensagem, o móvel dele vibrou novamente.
A última esperan?a de Ca foi destruída por essas três vibra??es.
Marco Ant?nio pegou o móvelo se nada tivesse acontecido e lentamente respondeu a , “Está
t?o tar de, por que ainda n?o está dormindo? Há algo de errado?”
Ca olhava para ele, vendoo ele calmamente agiao se nada tivesse acontecido, querendo
ver quanto tempo ele continuaria mentindo para , e verificar o qu?o bom ele era em atuar…
Ca respondeu, “Meu chefe está doenteno hospital, vim visitá-lo. Eu estava pensando em ir embora,
mas ele me pediu para ficar e conversar um pouco mais ele, mas n?o tenho ideia do que
conversar. Você acha que ele tem algum problema?”
Marco Ant?nio olhava para a mensagem d,pletamente focado no celr, n?o percebendo a
express?o de Ca, “Pessoas doentes precisam depanhia, você deveria ficar ele.”
Ca riu por dentro é respondeu, “Você é t?o generoso, se um dia ele precisar que eu fique ele
na cama, você pessoalmente me levará até lá?”
Marco Antonio ficou surpreso e respondeu, “Por que você pensaria isso?”
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Ca n?o queria mais conversar, nem queria ficar mais tempo aodo dele.
se levantou novamente, “Diretor Ant?nio, vou embora agora!”
Quase que por instinto, Marco Ant?nio pegou novamente, “Ca…”
Num instante, a imagem que viu naqu manh? voltou a surgir em sua mente, e a sensa??o de
deconforto voltou a atacá.
A náusea dessa vez era mais forte do que nunca, fazendo seu est?mago revirar…
“Vou vomitar…” Ca puxou a m?o for?a e correu para o banheiro.
Sem pensar duas vezes, Marco Ant?nio puxou a agulha de seu bra?o e a seguiu, “Ca, o que
houve?”
A náusea a fazia querer vomitar, mas Ca n?o conseguia vomitar. Por um instante, sentiu todo o
corpo. doer, doendo tanto que tremia e suava….
“Dra. Elisa!” Marco Ant?nio chamou alto, esticando o bra?o para abra?ar Ca firmemente e levá de
volta ao quarto rapidamente, “Ca, você está sentindo mal aonde? Por favor, f!”
Sua voz profunda e a voz da manh? se fundiam, assimo os seus rostos….
Onda após onda de náusea atacava Ca, que lutava desesperadamente, “Me solte, me solte, n?o me
toque!”
Marco Ant?nio n?o a soltou, mas a colocou na cama onde ele havia deitado, fndo baixinho, “Fica
deitada e n?o se mexa, vou chamar o médico para te examinar agora.”
A cama estava impregnada seu cheiro, um leve aroma de menta. No passado, achava o
cheiro refrescante e agradável, mas agora só sentia náusea.
Naqu manh?, quando ele e Yumi estavam na cama, o quarto estava cheio desse cheiro…