Capítulo 504
Capítulo 504
Caso os remédios na maleta da Dra. Elisa n?o resolvessem o problema, certamente a situa??o estaria
séria. Bruco pisou fundo no acelerador e o carro disparouo uma flecha.
Enquanto o carro avan?ava rapidamente, eles ouviram Marco Ant?nio murmurar, “A vida? Eu nunca
dei muita importancia à , sinto que perder n?o significa nada, mas agora, quero viver… Ca
acabou deprar roupas novas para mim, eu ainda n?o usei…”
Dra. Elisa ouviu isso uma mistura de tristeza e preocupa??o. Triste por ele n?o ter valorizado sua
própria vida no passado, e preocupada por estar obcecado o seu casamento Ca.
Devido ao descaso de seu pai sua m?e e o casamento deles, desde pequeno ele jurou ser
uma pessoapletamente diferente de seu pai.
Quando assumiu o Grupo Empresarial de Ant?nio, ele eliminou todas as regras estabelecidas por seu
pai, mandou embora todos os altos executivos que seu pai valorizava. As pessoas diziam que ele fez
isso para manter o Grupo Ant?nio sob seu controle.
Mas a verdade é que ele simplesmente n?o queria usar pessoas que seu pai tinha usado, ele
acreditava que qualquer um que tivesse trabalhado para seu pai iria,o seu pai, trair sua família.
Depois de casar, a importancia que dava ao casamento que ultrapassava a de um casalum e ele
tratava e mimava a Ca muito bem.
Se Ca tivesse os mesmos sentimentos por ele, tudo bem. E se n?o?
Ent?o, para ele, Ca seria uma grande amea?a.
Dra. Elisa sabia que ele n?o podia ouvi, mas ainda assim sussurrou em seu ouvido, na esperan?a
de que ele pudesse escutar algum conselho e diminuirr seus prejuízos, “Neste momento, você ainda
está pensando na Ca, mas, depois de voltar para casa, Ca estará preocupada você? Marco,
n?o se esque?a, você n?o tem apenas Ca, você tem sua avó e sua irm?, s s?o sua família e
nunca ir?o abandoná–lo.”
Depois de terminar de fr, Dra. Elisa percebeu que algo estava errado. Para Marco Ant?nio, nem
mesmo a família o garantia que n?o o abandonaria, seus pais eram o exemplo perfeito.
Ah, mal sabiao aconselhá–lo.
Enquanto isso, Ca acabara de receber um telefonema.
Querendo surpreender sua avó, Ca n?o mencionou que iria para Jardim Vista Alegre. n?o se
sentiu bem na noite anterior e nejava dormir um pouco mais antes de pegar o trem para Jardim
Vista Alegre para almo?ar as duas avós.
Contudo, logo depois das seis da manh?, seu celr de trabalhoe?ou a tocar sem parar.
Por causa do trabalho, n?o importa que hora fosse, o celr de trabalho de Ca n?o podia ser
desligado. Mesmo no meio da noite, poderia ser chamada para trabalhar…
Se alguém estava procurando por a essa hora, certeza era algo urgente. Mesmo tendo
dormido apenas duas ou três horas, Ca rapidamente se levantou para atender o telefone, “Al?,
quem está fndo?”
A voz grave de Flávio chegou aos ouvidos de Ca, “Srta. Barcelo, o Diretor Ant?nio está bêbado,
você quer vir buscá–lo?”
Ca perguntou, “Onde você está?”
Flávio respondeu, “Estou no Salvador, a cerca de dez quil?metros da sua casa, no Clube Ribera.”
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Na noite passada, no voo de volta para Salvador, Marco Ant?nio tinha se sentido mal e foi tratado.
Depois. de levá para casa ontem a noite, ele ainda foi beber?
Ele realmente n?o dá valor a própria vida?
Ele n?o tinha prometido que n?o deixaria sua esposa se tornar uma viúva?
Cae?ou a achar estranho, “Sr. Henrique, Marco Ant?nio está realmente bêbado?”
Flávio riu, “Vocês dois s?o mesmo parecidos. Escute você mesma…”
“Ca…” A voz de Marco Ant?nio veio do telefone, um leve tom de embriaguez, mas o nome de
Ca ainda soava agradável quando saía de sua boca.
Ca se levantou rapidamente, se arrumou rapidinho e pegou o carro ir pra buscar Marco Ant?nio.
No caminho, Ca tentou ligar pra Dra. Elisa, mas o telefone só dava fora de área. Ent?o, Ca n?o
teve escolha, sen?o ir sozinha pro Clube Ribera.
???