Capítulo 423
Capítulo 423
Ele acariciou delicadamente a cabe?a da crian?a, pegou a irm? nos bra?os e saiu: “Estr, n?o tenha
medo, vou te levar para brincar lá fora.”
Desde ent?o, ele nunca mais deixou Estr ver aquele casal briguento. Ele a protegeu sua
própria for?a, criou para umr maravilhoso, sem permitir que sofresse danos da família original.
Mas até os sonhos mais belos tinham um fim e, quando o belo mundo que ele criou para se
despeda?ou, o impacto sobre foi igualmente grande.
Ele ainda se lembrava, no quinto aniversário d, ficou sentada na porta o dia todo à espera que
os pais voltassem para casa para celebrar seu aniversário, finalmente eles voltaram.
A menina os recebeu alegremente, mas ambos a ignoraram, ainda estavam brigando. O homem, n?o
conseguindo vencer a mulher na discuss?o, descontou sua raiva na menina que os esperara o dia
todo: “Por que você está fazendo barulho aqui? Você nem deveria estar neste mundo!”
Ele correu para cobrir os ouvidos d, mas foi um passo tar de demais. A menina, chorando,
perguntou aos pais: “Eu n?o sou filha de vocês?”
“E daí se você é?” O homem, uma express?o sombria, proferiu as pvras cruéis: “Insisti em te
abortar, se tivesse feito isso, n?o teríamos nenhum problema agora. escolheu dar à luz a você e
agora temos que
voltar paraemorar seu aniversário.”
A mulher, igualmente impiedosa, replicou: “Você acha que eu te queria? Se n?o fosse pelo médico me
dizer que se eu te abortasse, talvez nunca mais pudesse engravidar, você acha que eu te teria?”
Aquele casal só se importava em desabafar suas frustra??es. Eles sabiam o qu?o prejudiciais suas
pvras poderiam ser para uma crian?a de cinco anos, mas n?o se importavam, assimo n?o se
importaram quando machucaram ele, que também tinha apenas cinco ou seis anos na época.
Quando ele era muito pequeno, eles se mostravam carinhosos outras pessoas na frente dele.
Eles n?o sabiam o quanto ele queria vomitar ao ver aqus cenas.
Anos de raiva explodiram naquele momento quando ele apontou para o casal briguento: “Calem a
boca e saiam desta casa!”
Ele tinha apenas onze anos na época, ainda deveria ser uma crian?a, mas já havia sidó for?ado a
crescer, tornando-se o irm?o que poderia proteger a irm?.
Mesmo que naqu época ele n?o fosse t?o forte quanto aquele homem, ele tinha que proteger sua
irm? naquele momento: “Nunca mais voltem para esta casa, n?o quero ver vocês de novo, ou far?o
vocês se arrependerem!”
“Você sabe quem está fndo?” O homem avan?ou para bater nele, mas recuou ao ver seus
olhos frios.
“Eu já disse para vocês saírem, vocês n?o ouviram?” Talvez tenha sido a forte intimida??o que ele de
repente demonstrou que as deixou medo, aquele casal repugnante realmente saiu.
A menina agarrou o canto de sua roupa, chorando incontrvelmente: “é porque eu n?o sou
obediente que o papai e a mam?e n?o gostam de mim?”
“Estr, escute bem o que eu vou dizer.” Ele se sentou e a pegou no colo, “Você é a melhor crian?a
do mundo, n?o fez nada de errado, os errados s?o eles. Você é t?o adorável, se eles n?o gostam de
você, é a perda deles.”
“é verdade? Eu sou mesmo uma boa menina?” A menina piscou seus grandes olhos cheios de
lágrimas, todas as suas dúvidas estampadas em seu rosto inocente, o que a tornava ainda mais digna
de
Ele beliscou a bochecha da menina e respondeu: “Quando foi que eu te enganei?”
pensou por um momento, depois bn?ou a cabe?a adoravelmente: “Eu acredito em você, se
você diz que eu sou uma boa menina, ent?o eu sou uma boa menina.”
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Ele sorriu: “Sim, é assim que você deve pensar. Nunca deve duvidar de si mesma por causa do que os
outros dizem, entendeu?”