Capítulo 405
Capítulo 405
O consolo de Marco Ant?nio erao possuir uma for?a misteriosa que fazia as pessoas confiarem
nele incondicionalmente, trazendo paz à alma de Ca.
Ca deixou o aeroporto ele e entrou no carro rumo à cidade. No caminho, perguntou
novamente: “Diretor Ant?nio, você ajudou Kira Heitor a escapar do controle do Flávio. Eu ainda
poderei manter contato Kira Heitor?”
“Você pode entrar em contato da maneira que quiser, sem se preocupar ninguém.” Marco
Ant?nio respondeu à pergunta de Ca num tom sucinto.
Ca entendeu que, embora Marco Ant?nio fsse de maneira simples, o esfor?o que ele fez n?o foi
nada simples.
Kira Heitor havia passado por vários lugares antes de ir para Nice, mas o fato de Flávio ter conseguido
encontrar Kira Heitor em t?o pouco tempo já provava sua habilidade iparável.
A principal área de atua??o de Marco Ant?nio n?o era na Fran?a, e ele conseguiu escapar da
vigilancia de Flávio em t?o pouco tempo, o que era um feito difícil por si só, mas ele conseguiu.
Ca olhou para Marco Ant?nio, havia muitas pvras de gratid?o que queria dizer a ele, mas n?o
sabia o que dizer, ent?o só podia guardar essa gratid?o em seu cora??o e trabalhar ainda mais
duro no futuro para retribuir a ele.
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Marco Ant?nio percebeu seu olhar e olhou para , “Ainda preocupada?”
“N?o.” Ca desviou o olhar e olhou para a paisagem da rua que estava passando rapidamente p
jan do carro. rezava em seu cora??o para que Kira Heitor pudesse realmente ser livre desta vez
e n?o precisasse mais se esconder.
Justamente quando Ca estava pensando em Kira Heitor, uma mensagem d chegou. Era uma
mensagem longa.
“Ca, a primeira vez que te encontrei foi no dia 12 de novembro do ano passado. Por que eu lembro
disso t?o ramente? Porque foi o dia antes do aniversário de Marco Ant?nio.
Marco Ant?nio te trouxe para nós, e eu gostei de você na primeira vez que te vi, e tive a ideia de fazer
amizade você. Mas eu n?o ousava fr você, eu tinha medo que você me rejeitasse, que
n?o gostasse de mim, que pensasse que eu n?o era uma boa pessoa, eu tinha muitos medos, e n?o
tinha coragem de dar o primeiro passo, ent?o eu apenas fingia que n?o me importava você.”
“Eu vi Nara e Susan fndo você, vi s conversando felizmente você, e senti inveja. Eu
pensava que sería bom se eu pudesse conversar vocêo s, mas desde aquele encontro
até o dia seguinte, eu n?o consegui conversar você sozinha por muito tempo.”
“Nos vimos novamente no Ano Novo. Naquele dia, soube que seu voo havia sido adiado por causa do
clima, ent?o me arrisquei a convidá para ir conosco ao Jardim de Santo para um banho termal.”
“Havia você, Nara e Susan lá, apenas nós quatro meninas, sem homens, e eu estava realmente feliz,
senti que minha vida tinha esperan?a novamente. Mas esse tempo feliz foi logo interrompido p
súbita apari??o de Flávio.”
“Quando soube que Flávio e seus amigos também haviam chegado ao Jardim de Santo, senti uma
press?o enorme, senti que n?o conseguia respirar, e uma ideia terrível me velo à mente: se a morte
era a única maneira de me livrar do assédio de Flávio, ent?o eu estava disposta a morrer.
Naqu época, eu realmente era t, n?o só tive essa ideia, mas também agi de acordo . Eu
matei meu próprio filho que estava em minha barriga, querendo viver uma vida livre em outro mundo
com meu
filho.”
“Eu originalmente pensava que n?o teria medo da morte, mas quando vi meu próprio sangue fluindo
sem controle, quando senti minha vida se esvaindo aos poucos,ecei a entrar em panico, fiquel
com medo.”