Capítulo 275
Capítulo 275
Estr observava Ca atentamente e, um olhar curioso, questionou: “Ca, aprecia um bom
piment?o?“Com um sorriso suave, Ca respondeu: “Também sou do Norte de Be, sabia?“Estr
expressou surpresa, “Que coincidência! N?o só carregas o mesmo nome de minha cunhada, mas
também és da mesma cidade. E ainda se tornou a**istente de meu irm?o.Nossa família realmente tem
conex?o pessoas do seu sobrenome.”
Ca também achou a situa??o coincidente, afinal, também tinha o mesmo nome da esposa do seu
chefe.“Você pode fr menos?” Marco Ant?nio preocupava–se que Estr f**e demais e
levanta**e suspeitas em Ca, “Quantas vezes já te disse, n?o fale enquantoe.”
Levando Ca para mais perto e sussurrando, Estr provocou: “Ca, você viuo meu irm?o é
contrdor. ? às vezes penso que somente minha cunhada consegue lidar ele. Com sua
personalidade, n?o é qualquer mulher que o aguentaria.”
“Enganas–te,” respondeu Ca, um risinho travesso. “Seu irm?o é bastante popr. E eu,o
sua a**istente, vejo bem o qu?o atrativo ele é. Por onde pa**a, sempre há alguém tentando chamar
sua aten??o.“Apesar de ser casado, havia muitas mulheres que se jogavam para ele.
Estr, um ar sério, retorquiu, “Muitas mulheres s?o atraídas por sua aparência e fortuna. Sem
s, duvido que alguém o tolera**e.“Rindo, Ca acrescentou: “Mas ele é, de fato, belo e
próspero.“Mudando de a**unto, Estr sugeriu: “Deixemos Marco dedo. Se gostares do que está à
mesa, sirva–se à vontade.“Pegando o fio da conversa anterior, Ca perguntou, “E você, aprecia um
bom tempero picante?“Estr recordou, “Durante a faculdade, saía muito para jantar os amigos.
Experimentávamos de tudo. Com o tempo, adaptei–me a todos os sabores. Agora, n?o sou mais t?o
seletiva.”Com um brilho nos olhos, Ca questionou: “E coentro? Gosta?”
Com entusiasmo, Estr acenou positivamente. “Adoro! Mas Marco detesta, ent?o n?o temos em
casa. Quando desejoer,, tenho que ir lá fora.“Ponderando, Ca disse: “Pessoas seletivas jamais
entender?o o sabor divino do coentro.“Com sarcasmo, Marco Ant?nioentou: “Vocês duas podem
fr mais alto, tenho medo de n?o conseguir ouvir.”
Droga, s estavam t?o envolvidas na conversa que esqueceram a pessoa mais seletivas aodo.
Estr riu, tentando acalmar a situa??o, “Irm?o, n?o falávamos mal de ti.“Com autoridade, Marco
Ant?nio rebateu: “Concentrem–se na refei??o.“Como o chefe havia fdo, Ca teve queer
obedientemente e
n?o ousou mais conversar.
Como todos os pratos eram os favoritos de Ca, e a cozinheira era muito boa, Ca n?o conseguia
parar
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deer.
Marta aproximou–se uma tig de sopa, especialmente preparada para Ca, “Srta. Barcelo,
está é especialmente pra você. ” Mesmo agradecida, Ca recusou gentilmente, já satisfeita.
Concordando, Marta respondeu: “Guardarei para mais tar de, querida.“Grata p gentileza, Ca
observou a dinamica familiar. Sentia–se acolhida, porém ligeiramente deslocada,o se ocupa**e
um espa?o que n?o lhe pertencia. Estr, bocejando, sugeriu: “Após tal banquete, que tal uma sesta,
Ca?““ro,” respondeu , dirigindo–se a Marco Ant?nio, “Com licen?a, Sr. Ant?nio, vou descansar
um pouco.“Marco Ant?nio a**entiu, sem dizer uma pvra.
Assim que Ca voltou ao quarto, seu celr pessoal vibrou algumas vezes. pegou o telefone
imediatamente, viu que era uma mensagem de Lucas Bento. Desta vez, ele n?o a decepcionou.