Capítulo 203
Capítulo 203
Ao mencionar sua esposa, Marco Ant?nio olhou inconscientemente para Ca atrás dele, percebendo
algo errado na maneirao andava. Olhando mais de perto, ele notou uma mancha de sangue
borrada no calcanhar d.
Ca estava andando sozinha, sem ninguém para ajudá. Cada pa**o deveria causar uma dor
insuportável no calcanhar, mas sua express?o permanecia impa**ível.
Que mulher teimosa e resiliente!
Marco Ant?nio desejava poder carregá para aliviar um pouco de seu sofrimento.
Mas seu papel n?o permitia tal ato, tudo o que ele podia fazer era diminuir o ritmo para que
pudesse panhá–lo.
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Sr. Arturo, n?o tendo recebido uma resposta de Marco Ant?nio e desconhecendo a preocupa??o dele,
continuou, “Diretor Ant?nio, é inconveniente fr sobre sua esposa conosco?”
Marco Ant?nio continuou de olho na situa??o de Ca enquanto caminhavam pelo caminho de pedras,
“Minha esposa n?o vem de uma família nobre, mas é uma boa mulher. é teimosa, resistente e
orgulhosa. merece todos os elogios deste mundo.”
Sr. Arturo riu e disse, “As pessoas dizem que você é um homem frio, mas eu n?o acredito nisso. Um
homem que consegue ver e apreciar as qualidades de sua esposa, n?o pode ser um homem sem
cora??o. Se tiver a oportunidade, e se você n?o se importar, traga sua esposa para jantar conosco.”
Marco Ant?nio responde
Eles entraram no restaurante que, devido ao grande número de turistas na área, estava muito cheio.
Ca reservou uma s privada para se isr do resto do estabelecimento.
Antes mesmo de os pratos chegarem, um funcionário chamou Ca, “Srta. Barcelo, poderia nos
panhar por um momento?”
Ca saiu da s e perguntou, “Há algum problema?”
O funcionário levou Ca para a enfermaria, onde uma médica estava esperando.
A médicae?ou desinfetando a ferida de Ca, “Srta. Barcelo, a desinfec??o pode doer um pouco,
você vai ter que
aguentar.”
Ca acenou a cabe?a, “Tudo bem, fa?a o que precisar, eu n?o tenho medo de dor.”
A médica riu, “Nunca conheci uma garota jovem que n?o tivesse medo de dor. Dor é uma resposta
fisiológica normal. Se dói, fale. N?o é vergonhoso.”
Esta médica estranha foi capaz de atingir o segredo no cora??o de Ca.
Sim, Ca admitiu, n?o havia garota que n?o tivesse medo de dor.
disse que n?o doía porque era uma órf? e n?o queria ser um fardo para sua avó idosa. Ent?o,
desde crian?a, n?o importa o que acontecesse, diria a si mesma, n?o pode doer, n?o pode mostrar
dor, tem que aguentar, n?o importa qu?o doloroso seja.
Depois de desinfetar a ferida, a médica aplicou algum medicamento e a enfaixou.
Após o curativo, a médica deu a Ca um par de sapatilhas, “Use esses sapatos à tarde. N?o pode
usar saltos altos.” “Muito obrigada, doutora!” Ca agradeceu um sorriso, mas n?o pegou os
sapatos, pois o código de vestimenta para a**istentes de CEO é rigoroso e n?o pode usar tênis
durante o horário de trabalho.
Usar sapatos confortáveis poderia custar seu emprego.
A médica perguntou, “Você n?o vai usar os sapatos?”
Ca respondeu, “Você já enfaixou, ent?o n?o vai mais esfregar no meu calcanhar.”
O médico sorriu e n?o disse mais nada, apenas mandou silenciosamente uma mensagem para Marco
Antonio, “Diretor Antonio, cuidei dos ferimentos da Ca. Contanto que você n?o a deixe andar
novamente, ficará bem. Você precisa encontrar uma maneira de fazer Kara usar esses tênis.”
Marco Ant?nio respondeu, “Prepare um par para a Sra. Arturo também. Vamos entregá–los depois do
jantar.”