Capítulo 187
Capítulo 187
David estava borrando as cal?as de medo, “N?o importa quem seja, eu n?o tenho coragem.”
“ é a esposa do Diretor Ant?nio!” Bruno disse, pvra por pvra, cada uma atingindo o cora??o
de Davido bs. “Por que você se meteu ?”
“O quê? Você está dizendo que Ca é a esposa do Diretor Ant?nio?”
Se ele soubesse antes que Ca era a esposa de Marco Ant?nio, nunca teCapítulo 186
David n?o conseguiu fazer que o líquido entra**e na boca d, apertando a mandíb d
tanta for?a que parecia que ia quebrá.
De repente, Ca deu um tranco forte e o copo de água que David segurava calu no ch?o.
“Traga a seringa!” David, furioso, empurrou Ca for?a contra a parede.
Ca lutou, mas n?o conseguiu escapar, observando os olhos abertos enquanto a manga de sua
blusa era arrancada e uma agulha gda era enfiada em seu corpo.
Ca podia sentir ramente o líquido da seringa entrando rapidamente em seu corpo. “Que droga
você está me injetando?”
“Uma que vai te fazer chorar de dor esta noite.” David retirou a agulha, um sorriso maldoso no rosto.
“E ent?o,o se sente agora?”
A princípio, Ca sentiu um pouco de calor, depois a cabe?ae?ou a girar. As silhuetas das
pessoas ao seu redor foram ficando cada vez mais borradas; se n?o f**em, n?o consegui
dizer se eram
homens ou mulheres.
Davidmbeu os lábios. “Leve–a para o meu quarto. Depois que eu terminar , vocês podem
fazer o que quiserem.”
Bang-
A pesada porta de repente se desfez, fazendo um barulho ensurdecedor.
Um homem alto e forte apareceu na entrada.
Antes que David pudesse ver quem era, elee?ou a xingar. “Quem é você? Você sabe quem eu
sou? Você quer morrer?”
Mas quando viu o homem atrás de Bruno, David quase desmaiou de medo.
Marco Ant?nio estava aqui?
Marco Ant?nio realmente veio!
Seria que Marco Ant?nio e Ca tinham um caso secreto?
Embora Marco Ant?nio dissesse ou fizesse nada, sua chegada deu a todos uma sensa??o de
opress?o,o se o deus da morte estivesse chegando.
Ele olhou friamente para todos, caminhou diretamente até Ca, que mal conseguia ficar em pé, e a
puxou para dentro de seus bra?os fortes e calorosos. “Ca.”
Ca n?o conseguia ver ou ouvir ramente. “Você é Lucas Bento?”
Vendo os ferimentos no rosto d, Marco Ant?nio engasgou. “Eu sou Lucas Bento. Desculpe, eu
demorei
para chegar.”
“Lucas Bento, obrigada por ter vindo.” Havia algo em Lucas Bento que a fazia se sentir segura,
dissipando seu medo e preocupa??o. permitiu que a droga a**umisse o controle de sua mente e
desmaiou em seus bra?os.
“Eu sou seu marido,o eu n?o viria?” Marco Ant?nio a pegou p cintura, apoiando sua cabe?a
com a m?o. “Eu vou te levar para casa.”
David, finalmente voltando a si, caiu de joelhos diante de Marco Ant?nio. “Diretor Ant?nio, por favor,
me perdoe. Eu nunca mais vou encostar um dedo em Ca.”
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Marco Ant?nio ignorou opletamente e saiu carregando Ca. “Bruno, cuide disso.”
David continuou implorando pelo perd?o de Marco Ant?nio, “Eu nunca mais vou fazer isso.”
“Certo Depois de responder, Bruno pegou David pelo crinhoo se ele fosse um frango pequeno
e o jogou contra a parede.
Ompacto fez que os ossos de David se desartic**em. Ele caiu no ch?o, incapaz de se mover.
Bruno agarrou o pesco?o de David, levantando–o uma m?o, Parecia que ele só precisava apertar
um pouco e a cabe?a de David cairia. “Você sabe quem é? Você ousou levantar a m?o para !”
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ria se atrevido a mexer .
Bruno apertou a m?o, “Por que você se meteu ?”
David, “Porque tirou o cargo de a**istente especial do Diretor Antònio, eu tinha rancor d e
pensei em dar um jeito n.”
“Você ainda pensa em dar um jeito n?” Bruno pegou David de novo e bateu for?a na parede.
As pessoas ao redor estavam tremendo de medo, ninguém ousou dizer uma pvra.
N?o foi até David estar sangrando e incapaz de suplicar que Bruno parou.
Em seguida, ele discou um número, “Vocês podem vir prendê–lo agora.”
David respirou aliviado, pensando que enquanto n?o fosse Marco Ant?nio a puni–lo pessoalmente, ele
ainda teria uma chance.
Logo a polícia chegou.
Antes de sair, Bruno acrescentou, “Investiguem bem quantos crimes eleeteu.”
Marco Ant?nio saiu do Edificio de Feliz Ca nos bra?os, todos os seguran?as e policiais se
cram ao ver a intensa inten??o de matar em seus olhos.
Os dois grupos conscientemente se afastaram, abrindo um caminho para ele.
Ele colocou Ca no carro e disse ao motorista, “Vá para o Hospital de Ant?nio.”
Dra. Elisa rapidamente avaliou a condi??o de Ca e logo encontrou uma marca de inje??o no bra?o
d, “Marco, olhe.”
Essa marca fez Marco Ant?nio suspeitar do pior, ele estava furioso, “N?o importa o que seja, eu quero
que
fique bem.”
‘N?o se preocupe, Ca estará bem.” Dra. Elisa pegou um tubo de pomada, “Para saber o que foi
injetado em Ca, precisamos fazer exames no hospital. Deite–a, vou pa**ar remédio nos ferimentos
do rosto
d.”
“Eu mesmo fa?o. Marco Ant?nio segurava Ca firmemente,o se estivesse segurando um tesouro
precioso qué escorregaria de seus dedos a**im que ele a solta**e.
Ele pegou um pouco da pomada e suavemente a aplicou no hematoma do rosto de Ca.
Quando Marco Ant?nio tocou as marcas ras de dedos em seu rosto, Ca inconsciente tremeu
levemente de dor.
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Se sente dor, seu cora??o dói junto.
Ele conseguiu chegar aonde está e se firmar nessa posi??o, o processo foi muito mais dificil do que os
outros imaginavam.
Ao longo dos anos, muitas pessoas usaram todos os tipos de táticas sujas contra ele, na maioria das
vezes ele conseguiu se safar. Embora houvesse momentos em que ele estava despreparado e ferido,
ele
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nunca teve medo.
Um ano no exterior, alguém contratou a**a**inos para matá–lo, ele foi cercado por uma dúzia de
pessoas,
mesmo quando uma b pa**ou por seu corpo, ele n?o sentiu medo.
Ele pensou que ser baleado n?o era grande coisa, depois de costurar a ferida, ele