Capítulo 57
Capítulo 57
Ca caiu na risada os dois, e disse sorrindo, “Se vocês continuarem me elogiando a**im,
cegamente, v?o me fazer perder a no??o de quem eu sou.”
Maria respondeu, “N?o podemos elogiar sua excelência?”
Jean também falou, “Exatamentel
Ca de repente ficou séria, ‘Por que quando duas pessoas de sexos diferentes est?o juntas, há essa
presun??o maliciosa? Eu e Jean temos vivido juntos há mais de vinte anos, algum de nós já sentiu
amor pelo outro?”
Maria respondeu, “Jean pode ser considerado um homem?”
Ca respondeu, “Realmente, n?o pode.”
Jean disse, “Senhoritas, por favor, cuidado as pvras!”
Ca pensou por um momento, “Por que vocês acham que eu teria um caso meu chefe?”
Maria perguntou, “Tem mesmo?”
Ca olhou fixamente para , “Sem brincadeiras, estou fazendo uma pergunta séria.”
Maria respondeu de forma muito simples, “Porque eu gosto do drama de um poderoso CEO
apaixonado. Imagine, um CEO atraente e rico apaixonado por uma jovem secretária bonita,
trabalhando e amando. juntos, só de pensar já parece maravilhoso!”
Ca a olhou de novo, “Você está irrecuperável! Jean, e você?”
Jean disse, “Eu temo que se eu fr, você ficará brava.”
Ca disse, “Fale, eu prometo que n?o vou ficar brava.”
Jean disse, “Eu também estou interessado no cenário que Maria mencionou.”
Ca:**
realmente queria ficar brava.
Embora n?o tenha obtido uma explica??o útil deles, Ca ainda conseguiu perceber através das
piadas. deles muitas raz?es ps quais as pessoas poderiam pensar que e Marco Ant?nio eram
um casal.
Primeiro, por causa do trabalho, era de fato a mulher mais próxima de Marco Ant?nio.
Segundo, era bastante atraente, e quando um homem e uma mulher atraentes aparecem juntos,
isso faz as pessoas pensarem mais.
Assimo costumava olhar mais de uma vez para um casal jovem e atraente quando os via na
rua.
Depois que o café da manh? dos três terminou, Jean e Maria foram para o estúdio de quadrinhos,
Ca n?o precisou ir à empresa hoje e foi direto para o local da festa de aniversário de Marco Ant?nio.
Jean acabara de sair de carro quando dois homens fortes saltaram de uma van de negócios
estacionada e a cercaram, ‘Srta. Barcelo, a senhora quer vé, por favor, venha conosco.”
Eles eram intimidantes, n?o estavam pedindo, ramente queriam levá à for?a.
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Ca discretamente tocou o telefone na bolsa, preparando–se para pedir socorro, “Quem é a senhora
de quem vocês est?o fndo?”
“Srta. Barcelo, você saberá quando chegar lá” O homem robusto percebeu a inten??o de Ca, pegou
a
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Capítulo 57
bolsa d e rapidamente a colocou no carro antes que pudesse reagir.
Os dois homens a sentaram no meio deles, Ca lutou, mas n?o conseguiu se libertar, “Quem s?o
vocês? Vocês sabem o que est?o fazendo?”
Um deles disse, “Srta. Barcelo, basta cooperar conosco, eu prometo que n?o te machucaremos.”
Quem acredita em um sequestrador? Ca olhou friamente para o homem que fva, “Isso é
sequestro, é ilegal. Se vocês me soltarem agora, posso fingir que isso nunca aconteceu, mas se
n?o…”
“Heh…” O homem olhou para Ca,o se fosse uma tonta aos olhos deles.
Ca sabia que n?o adiantava fr sobre a lei essas pessoas, mas era a única maneira que
conseguia pensar de se salvar naquele momento.