Capítulo 25
Capítulo 25
“A raz?o p qual me atrevo a me aproximar de Mario é porque Mario n?o é casado e, em segundo
lugar, ninguém fofoca sobre mim e Mario. N?o preciso me preocupar fofocas que me deixam
ansioso.”
Ca queria dizer isso em voz alta para Marco Ant?nio, mas diante do presidente do Grupo Ant?nio,
que era t?o superior, era apenas uma a**istente insignificante. Ele poderia destruir todos os seus
esfor?os uma única pvra; n?o tinhao discutir ele.
Ca n?o disse nada, apenas ficou olhando para ele, e Marco Ant?nio também estava olhando para
.
Era óbvio que elee?ou a gritar sem motivo, mas a maneirao ele a olhava agora era
como se tivesse feito algo errado e estivesse esperando seu julgamento.
Mesmo a vários metros de distancia, Ca sentiuo se fosse ser ‘queimada‘ pelo fogo da raiva
dele.
silenciosamente voltou a sentar–se ee?ou aer concentra??o.
Depois de um longo silêncio, a voz de Marco Ant?nio soou novamente, desta vez muito mais suave,
“Vá descansar depois deer, se n?o se sentir bem, procure um médico.”
Ca obedientemente a**entiu, “Sim.”
Marco Ant?nio era a**ustador o suficiente em seu estado normal, mas quando estava raiva, era
como um dem?nio aterrorizante. Ficar no mesmo espa?o que ele por um segundo a mais era tortura.
Caeu um pouco de qualquer coisa e correu para o quarto.
Quando voltou para o quarto e fechou a porta, o sorriso no rosto de Ca desapareceu
instantaneamente. O ferimento em seu bra?o ainda doía tanto que cerrou os dentes.
n?o queria que os outros vissem seudo fraco, n?o queria ver a simpatia ou pena nos olhos dos
outros. Só quando estava sozinha se atrevia a tirar a máscara e mostrar suas verdadeiras
emo??es.
A ferida em seu bra?o, o médico tratou muito cuidado, mas a ferida era grande,o poderia n?o
doer? sorriu e disse que n?o doía, tudo era apenas uma fachada.
Nesse momento, Ca sentia dores n?o só nos bra?os, mas também na barriga, era a dor quando
chegava a menstrua??o, mas a menstrua??o era sempre pontual e deveria demorar dez dias para
chegar.
Ca foi ao banheiro e descobriu que sua menstrua??o realmente havia chegado sem avisar.
Ca imediatamente ligou para a recep??o do hotel pedindo ajuda, maso o hotel ainda n?o
estava aberto ao público, esses suprimentos pessoais ainda n?o estavam disponíveis.
Ent?o Ca, apesar da dor, vestiu o casaco de penas e saiu do hotel.
N?o havia muitas luzes na rua fora do hotel, ee?ou a chover levemente, tornando difícil ver a
estrada.
estava andando sozinha na rua escura e úmida, ouvindo o vento forte, Ca estava muito
a**ustada. rapidamente apertou seu casaco,o se isso fosse torná mais segura.
O supermercado estava logo à frente, quando de repente um cachorro vadio saiu do nada e correu em
sua dire??o, dando–lhe um susto.
Felizmente, foi rápida, agachou–se e fez um movimentoo se estivesse pegando uma pedra, o
que fez o cachorro recuar alguns pa**os.
Vendo que esse método era eficaz contra o cachorro, repetiu o movimento e o cachorro recuou
mais alguns pa**os, mas logo percebeu que havia sido enganado e correu loucamente em dire??o a
Ca.
Quando Ca pensou que n?o poderia escapar, fechou os olhos medo. No entanto, a dor
esperada
12:19
‘n?o veio, em vez disso, ouviu o grito do cachorro.
Na noite chuvosa, tal grito era arrepiante.
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Ca abriu os olhos e viu Bruno olhando para um olhar aterrorizante nos olhos, segurando o
c?o
moribundo.
A vis?o do homem e do c?o diante d a a**ustou.
Ca recuou involuntariamente, “Sr. Henrique, por que, por que você está aqui?”
Ca se lembra que desta vez Bruno n?o foi eles para o Oeste, mas agora ele apareceu de
repente diante d, o que a deixou curiosa.
Bruno,o sempre, olhou para sem express?o, n?o disse nada, pegou o cachorro moribundo e
se virou para ir embora.