Capítulo 12
Capítulo 12
O casamento relampago de Marco Ant?nio era conhecido por poucos, apenas por sua família e alguns
poucos íntimos, incluindo Leonardo e André.
No pa**ado, quando Leonardo perguntava pelo telefone, ele sempre respondia sorrindo: “Quando eu
voltar para casa, vou buscá.”
Depois de ser traído, Marco Ant?nio sentia náuseas apenas em pensar naqu mulher e n?o queria
mencioná para ninguém: “O que você acha?”
Leonardo insistiu: “Marco, satisfa?a minha curiosidade, por favor.”
“Leo, você ainda n?o entende o jeito do Marco? Se ele n?o quer fr, deve ser por algum motivo.”
André parecia responder casualmente, mas cada pvra sondava a verdadeira situa??o entre o casal.
Ca também estava curiosa para saber o que realmente acontecia entre o presidente e a esposa,
Marco Ant?nio poderia facilmente ver através das segundas inten??es de André. Desinteressado, ele
olhou para Ca e disse: “Vamos.”
Leonardo: “Já vai?”
Marco Ant?nio: “Perdi a vontade.”
Leonardo perguntou: “Além do trabalho, o que mais pode lhe interessar?”
Marco Ant?nio n?o respondeu mais, levantou–se e foi embora, Ca rapidamente o seguiu.
三
Ao chegarem ao sagu?o, foram cercados por um grupo de pessoas, todos levantando suas ta?as para
brindar a ele.
Ca finalmente entendeu por que ele se escondeu no quarto. Ter que lidar todas essas pessoas
em um banquete alheio era realmente enfadonho.
“Desculpe! O Diretor Ant?nio n?o está se sentindo bem, n?o pode beber hoje.” Ca se colocou na
frente de Marco Ant?nio, quem ousa**e brindar a ele, interviria.
Para aqueles que n?o conseguia impedir, Ca bebia no lugar de Marco Ant?nio.
A posi??o de Marco Ant?nio era muito proeminente, todos queriam estabelecer algum tipo de r??o
com
o presidente do Grupo Ant?nio. As pessoas vinham em fs para brindar a ele,o se ele fosse o
protagonista da noite.
Ca estava ao seudo, cumprimentando tanta gente, ficou tonta de tanto beber e perguntou:
“Diretor Ant?nio, por que estamos agindoo se estivéssemos fugindo?”
“Estúpida.” Respondeu Marco Ant?nio.
bloqueou tanto vinho para ele, e ele ainda a chamou de estúpida. Ca se sentiu injusti?ada, mas
n?o ousou mostrar: “Se o Diretor Ant?nio acha que eu sou uma boba, ent?o eu sou uma boba.”
Marco Ant?nio baixou a cabe?a para olhá…
Para a festa daqu noite, trocou seu traje de trabalho simples e prático por um vestido azul
celeste, e o cabelo estava preso em um coque.
O vestido era simples, mas sua figura era incrível, por isso destacava suas curvas perfeitas. E porque
tinha bebido, seu rosto delicado e pesco?o longo estavam corados, parecendo inocente, mas
também sexy, muito diferente de sua imagem profissional de trabalho.
Os homens que brindaram a ele inicialmente estavam lá por ele, mas depois muitos estavam lá por
.
Capitulo 12
Eles olhavam para olhos gananciosos escivos, mas n?o notava, continuava bebendo
inocentemente.
Ele poderia ter impedido, mas n?o o fez. Ele queria ver até que ponto poderia ser t. Aodo
dele, se você n?o se desenvolve, acabará sendo eliminado.
Ele desviou o olhar: “Você acha que qualquer um merece tomar um drinkigo? Se eu n?o quiser
beber, quem poderá me for?ar?”
Ca estava um pouco bêbada, e a coragem aumentada, disse: “Diretor Ant?nio, por que você
n?o disse isso antes? Eu bebi tanto por sua causa.”
se culpava por n?o ser inteligente o suficiente, mas também o culpava. Marco Ant?nio ergueu uma
sobrancelha e retrucou: “Quem é o a**istente, você ou eu?”
Ca n?o teve resposta.
apenas pensava que ele definitivamente n?o poderia beber, ent?o se colocou à frente dele para
impedir que alguém se aproxima**e.
Mas esqueceu que um simples olhar dele, essas pessoas recuavam.
sorriu, escondendo seu constrangimento atrás do sorriso.
Bruno já estava esperando no carro na porta, quando os viu sair, rapidamente saiu do carro.
Marco Ant?nio sentou–se no banco de trás, enquanto Ca tomou o lugar do pa**ageiro dianteiro.
Marco Ant?nion?ou um olhar para o a**ento vazio ao seudo e disse: “Onde você mora? Bruno
pode te levar.”
Ca soltou um arroto de vinho e acenou a m?o: “Obrigado, Diretor Ant?nio, n?o precisa se
iodar, alguém está vindo me buscar. Vocês só precisam me deixar na estrada principal.”
Na última vez que saiu de casa tarde da noite sem avisar Jean e Maria, eles ficaram chateados
com
o dia todo.
Por isso, quando soube que iria ao jantar Marco Ant?nio, rapidamente mandou uma
mensagem para eles. Jean se ofereceu para buscá de carro à noite.
A pergunta casual de Marco Ant?nio surgiu: “Seu marido?”
Ca hesitou por um momento, ele deve ter ouvido a conversa d Leonardo.
Seu marido que so tem nome n?o sabia onde estava,o poderia vir buscá?
Ca sorriu sem dizer nada, e Marco Ant?nio a**umiu que era verdade.
Rapidamente, o carro deixou o condomínio, Bruno encontrou um bom lugar para estacionar e
perguntou: “Srta. Barcelo, você desce aqui?”
Ca a**entiu, abriu a porta e acenou: “Até logo, Diretor Ant?nio! Até logo, Sr. Henrique!”
A jan do carro desceu lentamente, e Marco Ant?nio deu a ordem: “Arranje para cuidar das coisas
no porta–ms.”
“Tudo bem.” Ca cambaleava um pouco por causa do álcool, mas n?o podia deixar de fazer o que o
Diretor Ant?nio tinha solicitado. foi até a traseira do carro e abriu o porta–ms.
Ca voltou e perguntou: “Diretor Ant?nio, esses n?o s?o presentes para a sua esposa? Por que você
n?o os deu?”
Marco Ant?nio acendeu um cigarro e deu uma tragada: “N?o vamos precisar disso no futuro, pode
jogar
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Capitulo 12
fora, vender ou usar, fa?a o que quiser.”
Ca sentiu um aperto no cora??o: “Diretor Ant?nio, o que aconteceu entre você e a senhora? Você a
ama tanto, n?o deve deixar um impulso arruinar tudo.”
Quando ele mencionou a esposa antes, seus olhos eram gentis e determinados. Mas em poucas
semanas, quando mencionou a esposa, seus olhos mudaram, indiferentes e desgostosos. Certamente
algo
aconteceu.
A voz de Marco Ant?nio de repente ficou séria: “Leve essas coisas e n?o mencione na minha
frente novamente.”
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Marco Ant?nio n?o quis fr mais sobre isso, ent?o Ca n?o ousou perguntar mais.
voltou para a traseira do carro ee?ou a mover as coisas. Quando se abaixou, sentiu–se
tonta e enjoada.
Ca tentou aguentar o desconforto. Como a**istente dele, n?o podia seportar mal na frente
dele. respirou fundo e estava se preparando para mover as coisas quando Bruno se aproximou e
disse: “Eu fa?o isso.”
Ele era alto e forte, e rapidamente moveu as coisas do porta–ms para o ch?o.
Ca estava muito grata: “Sr. Henrique, obrigada!”
Bruno olhou para sem express?o, depois voltou para o seu a**ento de motorista e estava prestes a
ligar
o carro.
Marco Ant?nio disse: “Espere um pouco antes de ir, vou fumar outro cigarro.”
Bruno n?o entendeu por que Marco Ant?nio precisava parar o carro para fumar, mas ele obedeceu.
Marco Ant?nio acendeu um cigarro, mas n?o fumou. Ele apoiou o bra?o na jan do carro ee?ou
a bater levemente…
Ca n?o podia fingir que n?o estava vendo, ent?o foi até ele, apesar de estar se sentindo
enjoada. “Diretor Ant?nio, tem mais alguma coisa?”
Marco Ant?nio olhou para : “A pessoa que vai te buscar ainda n?o chegou?”
Ca disse: “O transito estava ruim por aqui hoje, ele ficou preso um pouco, mas está quase
chegando.”
Enquanto fva, um carroum veio na dire??o oposta. Os olhos de Ca se iluminaram: “Diretor
Ant?nio, a pessoa que vai me buscar chegou, até logo!”
Depois de dizer isso, caminhou alegremente até aquele carroum, a voz suave era
especialmente ra nas ruas quietas da noite. “Jean, estou aqui.”
Marco Ant?nio levantou levemente os olhos para a cabine daquele carroum. A luz da noite era
muito fraca, ele n?o conseguia vero era o homem que estava dirigindo.
Ele jogou o cigarro que estava em sua m?o e ordenou a Bruno, “Dirija.”
Bruno ligou o carro e se afastou alguns metros, viu o homem que veio buscar Ca pelo retrovisor. Ele
estava de costas para eles, bloqueando a vis?o de Ca, parecendo estar abra?ando–a.
Bruno disse: “Diretor António, a Srta. Barcelo e seu marido parecem ter um bom rcionamento.”
Marco António n?o respondeu os olhos fechados, mas cada pvra que Bruno disse entrou em
seus ouvidos.
17.26
Capítulo 12
Em seus ouvidos, parecia que o som suave de Ca fndo seu marido havia acabado de tocar,
muito diferente do tom sério que usava quando fva ele.
“Hmm…” Ele riu sarcasticamente.
Bruno n?o entendia o que estava acontecendo, espiou–o pelo espelho retrovisor do carro, ele parecia
tranquilo, sem nenhum sinal de anormalidade.
Dodo de Ca, Jean acariciava as costas d suavemente, “Ca, se você precisa vomitar, apenas
vomite, você se sentirá melhor.”
Ca estava t?o tonta que mal conseguia ficar de pé, só podia depender de Jean. “Meu chefe já foi
embora?”
“Ele se foi.” Jean a cutucou na testa raiva, “Sua bobinha, você está se desgastando por causa de
um salário duplo.”
“Porque o dinheiro me dá seguran?a.” Ca olhou para ele e sorriu, e enquanto sorria, as lágrimas
come?aram a fluir inexplicavelmente.
AIA