Capítulo 9
Capítulo 9
Ca n?o era boa na cozinha, mas Marco Ant?nio n?o lhe deu a oportunidade de recusar, “Na cozinha
tem a receita e os ingredientes para a canja de ressaca. Quando estiver pronto, me chama.”
Ca teve que aceitar essa tarefa, mas, felizmente, fez muitas tarefas domésticas desde crian?a,
ent?o esse tipo de coisa n?o era difícil para .
seguiu a receita, preparou os ingredientes da canja de ressaca, e em pouco tempo uma tig de
canja de ressaca fumegante estava pronta.
Ca saiu da cozinha a canja, mas Marco Ant?nio n?o estava mais na s. olhou ao redor e
a porta do quarto principal estava entreaberta, a luz vindo de dentro.
Ca colocou a canja dedo, pegou seu celr e mandou uma mensagem para Marco Ant?nio,
“Senhor Ant?nio, a canja está pronta. Se você n?o precisar de mais nada, estou voltando.”
Assim que a mensagem foi enviada, a campainha tocou repentinamente. No silêncio da noite, o som
era especialmente alto, e Ca deu um pulo de susto.
Instintivamente, pensou que a pessoa que procurava Marco Ant?nio t?o tarde séria a esposa dele,
e ficou um pouco nervosa.
Embora entre e Marco Ant?nio houvesse apenas uma r??o de trabalho pura entre Boss e
a**istente, estar sozinha um homem à noite inevitavelmente levaria as pessoas a pensar demais.
Enquanto hesitava, a porta do quarto principal se abriu e Marco Ant?nio saiu, vestindo apenas um
roup?o de banho, “Vá abrir a porta.”
Parecia que ele acabara de tomar um banho. O roup?o estava solto, o cabelo ainda estava molhado, e
junto seu rosto atraente, ele parecia ser a personifica??o do horm?nio masculino.
Qualquer um que visse essa cena provavelmente pensaria demais. Ca estava t?o nervosa que
engoliu saliva, “Senhor Ant?nio, devo me esconder?”
Marco Ant?nio, “Por que você se esconderia?”
Ca, “Se sua esposa nos entender mal, n?o será bom.”
“Rxa, n?o vai entender mal e eu também n?o estou interessado em você.” Marco Ant?nio
devolveu a
todas as pvras que havia dito a Leonardo na noite hoje, sem omitir uma única.
ro, Ca sabia que ele n?o estava interessado n. só n?o queria causar mal–entendidos
desnecessários.
Se ele n?o tem medo, por que deveria ter?
se dirigiu à porta e a abriu. à porta estavam um homem e uma mulher.
A mulher carregava uma maleta de medicamentos e parecia ter mais de quarenta anos. O homem era
alto e robusto, a pele morena e uma cicatriz grossa debaixo do olho esquerdo.
Por ser t?o distintivo, Ca se lembrou imediatamente de ter visto esse homem alguns dias atrás
quando estava pa**eando p Cidade Capital.
Naqu época, ele estava perto de Marco Ant?nio, mas depois que entraram na loja, n?o viu mais
o homem e n?o pensou que ele tivesse qualquer r??o Marco Ant?nio.
A mulher parecia surpresa ao ver Ca, “Assistente Ca, o que você está fazendo aqui?”
Ca n?o conhecia essas duas pessoas, mas parecia que s a conheciam, “Quem s?o vocês?”
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Capitulo
A mulher disse, “Eu sou a Dra. Elisa, a médica particr do Senhor Ant?nio. E esse grandalh?o é o
meu filho, Bruno Henrique.”
“Olá.” Ca deu espa?o para eles entrarem.
Dra. Elisa sorriu para , trocou de sapatos e foi direto para Marco Ant?nio. abriu a maleta de
medicamentos e preparou uma inje??o para Marco Ant?nio.
Depois de fazer tudo isso, disse, “Marco, você sabe que…“. parou e olhou para Ca.
Marco Ant?nio estava confortavelmente encostado no sofá, “N?o se preocupe, se ousar revr
minha fraqueza, eu vou mandar o Bruno jogá no rio para alimentar os peixes.”
Ca, “……”
estava vontade de xingar.
Quem tinha ofendido hoje noite?
estava dormindo profundamente quando foi acordada por uma liga??o, correu para o Club Sirimiri,
depois dirigiu Marco Ant?nio para casa e fez canja de ressaca para ele…
Depois de todo esse trabalho, nem sequer ouviu um agradecimento. E ele ainda queria jogá no
rio para alimentar os peixes.
“Diretor Ant?nio, coloquei a canja na mesa, n?o tenho mais nada pra fazer, vou embora.” Ca sabia
què quanto menos sabia, mais segura estava. valorizava a própria vida, ent?o decidiu ir embora.
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Marco Ant?nio n?o falou nada. Ca estava pronta para sair, mas Bruno estava bloqueando a porta.
Ca se virou para Marco Ant?nio. “Diretor Ant?nio, as fraquezas que você n?o quer que outros
estranhos saibam, eu também n?o quero saber. Por favor, me deixe ir.”
Marco Ant?nio levantou a sobrancelha. “Você é estranha?”
trabalhava aodo dele e ainda queria ficar de fora. era inteligente.
Ca, “..
era sua a**istente pessoal, ent?o ticamente n?o era uma estranha.
Ca sentou–se obedientemente dedo, focada no celr, n?o querendo se envolver. No entanto,
ainda conseguia ouvir cada pvra da conversa entre eles.
Dra. Elisa falou sem parar. “Você sabe que n?o pode misturar bebidas alcoólicas, mas ainda bebe.
N?o se preocupa a própria vida.”
Marco Ant?nio, “Estou chateado, ent?o bebi um pouco.”
Dra. Elisa, “Por que você está chateado?”
Ca também queria saber por que o chefe estava chateado. prestou aten??o, mas Marco Ant?nio
n?o respondeu.
A última vez que ele foi ver a esposa, voltou o humor abdo.
Desta vez foi a mesma coisa.
Será que ele está tendo problemas a esposa?
E por que o manual do a**istente pessoal do Grupo Ant?nio n?o mencionava que Marco Ant?nio era
alérgico a álcool?
Ca pensou por um momento e entendeu. Somente um tolo revria suas fraquezas em um manual.
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Como líder do Grupo Ant?nio, ele estava sempre em perigo e precisava ser mais cauteloso que a
maioria
das pessoas.
Tudo que sabia sobre Marco Ant?nio vinha do manual, provavelmente feito para pessoas
segundas inten??es.
De repente, Dra. Elisa a chamou. “Senhorita Ca, pode vir aqui me ajudar?”
Ca guardou o celr e foi até . “O que você precisa que eu fa?a?”
Dra. Elisa, “Marco, tire a camisa e deixe Ca aplicar o remédio.”
Marco Ant?nio n?o só n?o tirou a camisa,o também segurou a g,o se temesse que Ca
se aproveita**e dele. “Já tomei o remédio que você me deu. N?o preciso de pomada.”
Dra. Elisa, “Você sabe melhor do que eu sobre seu estado de saúde. Se n?o usar a pomada, a
erup??o cutanea n?o vai desaparecer por semanas. Se n?o me ouvir, vou ter que ligar para a avó …”
Marco Ant?nio olhou friamente para Dra. Elisa. n?o se intimidou e murmurou. “Vocên?o cuida de si
mesmo e ainda n?o gosta que os outros se preocupem.”
“Diretor Ant?nio, você deveria ouvir o conselho da Dra. Elisa.” Ca n?o tinha conhecimento sobre a
situa??o dele, mas achava que o paciente deveria sempre ouvir o médico.
Marco Ant?nion?ou um olhar descontente para Ca. “Bruno, venha aqui.”
Dra. Elisa disse: “Marco, Bruno machucou a m?o. Ainda n?o está curado. Deixe Ca fazer isso.”
Desta vez, Marco Ant?nio n?o disse nada e simplesmente desabotoou o pijama.
Quando ele tirou a roupa, seus músculos abdominais perfeitos eram atraentes, mas o que chamou a
aten??o foi a erup??o cutanea em seu corpo, que pareciam tortas a**adas. Ca ficou a**ustada.
Dra. Elisa entregou algumaspressas de medicamento para Ca. “Ca, por favor, aplique esses
remédios na erup??o cutanea.”
Ca acenou, pois raramente fazia esse tipo de coisa, e preocupada em machucar Marco Ant?nio,
quanto mais se preocupava, pior ficava, suas m?os e pés tornaram–se desajeitadas. “Diretor Ant?nio,
aguente um pouco, vou tentar n?o te machucar.”
Marco Ant?nio olhou para , seus olhos revram uma insatisfa??o que ele n?o conseguia
esconder…
Ca pensou: “…”
Ele achava que queria medicá–lo?
Se n?o fosse pelo salário dobrado, mesmo que ele se ajoelha**e e pedisse, n?o o ajudaria.