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Keira sentiu a Sra. Olsen tremendo ligeiramente, seu humor geral também parecendo muito
estranho.
imediatamente pegou a m?o da Sra. Olsen/ “Eu n?o fui embora, Sra. Olsen, o que há de errado?”
Taylor também apoiou os ombros da Sra. Olsen, perguntando ansiosamente: “Shirley, faleigo, o
que aconteceu?”
A Sra. Olsen olhou para Taylor e depois apontou para Keira; sua boca abriu e fechou.
Taylor disse instantaneamente: “Fale, estou ouvindo…”
A Sra. Olsen ent?o lentamentee?ou a fr: “Taylor, Keira…”
“Keira te chateou? Shirley, o que realmente está acontecendo você? N?o me assuste! A voz de
Taylor tremeu, todo o seuportamento ficou t?o ansioso que seu rosto virou
pálido.
Naquele momento, a Sra. Olsen foi subitamente tomada por uma onda de raiva e cuspiu um bocado
de sangue, ent?o seu corpo ficou mole; fechou os olhos e desmaiou!
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“Shirley!!”
Taylor gritou rmado, imediatamente pegando-a. “Rápido, chame uma ambulancia!”
Tia South, que estava aodo deles, entrou em panico e pegou o telefone, fazendo a liga??o.
Taylor já havia colocado a Sra. Olsen no sofá; os olhos vermelhos, ele cerrou os punhos e,
tremendo, colocou os dedos perto do nariz da Sra. Olsen.
Depois de sentir a respira??o fraca da Sra. Olsen, ele deu um suspiro de alívio e tentou suprimir seu
próprio medo sussurrando continuamente em seu ouvido.
“Shirley, Shirley, n?o me assuste, se você sair assim, eu também n?o poderei viver!”
Sua apari??ooveu muito a todos.
I avistou a cena e franziu a testa.
Jake olhou ansiosamente para fora,o se esperasse pelo
chegada da ambulancia.
Poppy ficou no canto, os olhos escuros e sombrios enquanto observava a Sra. Olsen uma
express?o enlouquecida; calmamente deu um passo à frente e perguntou: “A Sra. Olsen está
n?o vai conseguir? A saúde d é t?o ruim.
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“Tapa!!”
Taylor deu um tapa forte no rosto d, derrubando Poppy no ch?o. “C a sua boca! Se Shirley n?o
sobreviver, vou enterrar você !!”
O rosto de Poppy doeu e p?de ver estrs. se agachou no ch?o, querendo gritar
alguma coisa, mas ficou assustado a loucura nos olhos de Taylor.
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gaguejou: “Taylor, na frente das crian?as,o você p?de me bater …”
I deu um passo à frente. “Pai, acalme-se, você …”
As pvras ainda n?o haviam terminado quando o olhar feroz de Taylor se voltou para ,
assustando I.
I n?o se atreveu a fr.
Depois que o olhar de Taylor permaneceu n por um momento, ele caiu sobre Keira; ele praguejou:
“Criatura ingrata, eu já lhe disse inúmeras vezes para n?o vir à residência de Olsen
de novo. Cada chegada sua piora a condi??o de Shirley; você quer matá antes de você
satisfeito?”
A boca de Keira abriu e fechou enquanto tentava dizer
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alguma coisa, seu olhar caindo sobre a Sra. Olsen deitada no
sofá.
A Sra. Olsen n?o teve nenhum episódio desde que tomou o remédio que Keira havia preparado…
Mas, na verdade, cada vez que vinha, isso agitava a Sra. Olsen e a fazia desmaiar.
abaixou a cabe?a, cerrando os punhos for?a.
Frankie, percebendo seuportamento, n?o p?de deixar de dizer: “Sr. Olsen, a senhorita Keira n?o
fez nada esta noite. Por que descontar n?
“Tirá-lo?” Taylor geralmente era muito educado Frankie, considerando que a família Olsen n?o
era nada significativo empara??o a família Allen.
Mas naquele momento ele parecia um pouco maluco e falou sem qualquer educa??o. “ n?o fez
nada, mas a própria existência d é um erro!! Se n?o fosse por , por que eu deixaria Poppy entrar
em casa?! Aqu velha vadia nejou contra mim e eu nunca vou reconhecê!
“ confiou em Keira para amolecer o cora??o de Shirley e para ficar… Ent?o, Keira, seu nascimento
é o pecado original! Você é imperdoável!!
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As pvras que Taylor rugiu silenciaram todo o
s.
Keira olhou para ele sem express?o.
Suas intera??es Taylor sempre foram escassas. Quando era pequena, Taylor nem olhava
para . Mais tarde, quando eles se encontravam ocasionalmente à medida que crescia, eles
agiamo estranhos.
Taylor só tinha olhos para a Sra. Olsen e I.
Mas n?o esperava que isso fosse o que ele pensava
também…
As pvras que Poppy lhe dissera desde a infancia ressurgiram de repente em seus ouvidos.
“Um erro caro, putinha, você acha que eu teria ficado a família Olseno babá se n?o fosse por
isso?
você?
“Hahaha, foi tudo por sua causa que a Sra. Olsen me acolheu relutancia… Ent?o, você acha que
alguém nesta família iria recebê-lo?
“Por que você simplesmente n?o morre? Se você morresse, n?o haveria problemas! Sua existência é
um símbolo de vergonha para
Taylor!”
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Aqus pvras devagem cerebral que sempre a impediram de levantar a cabe?a agora ecoavam
repetidamente em seus ouvidos, causando uma súbita dor de cabe?a em Keira.
cobriu os ouvidos, mas aqus vozes pravam por todas as aberturas…
A culpa era d… Era sempre sua aparência que fazia que a Sra. Olsen desmaiasse de
agita??o…
A ambulancia chegou rapidamente.
Keira seguiu atrás do grupo, atordoada, enquanto observava Taylor entrar na ambulancia. deu um
passo à frente apenas para ser empurrada para odo for?a.
As portas da ambulancia se fecharam e o veículo, as sirenes ligadas, partiu para longe.
Keira deu dois passos à frente instintivamente, apenas para ver I parada na frente d, os
olhos cheios de mali “Keira, você n?o ouviu o que meu pai acabou de dizer? Fique longe da minha
m?e! Nunca mais apare?a na frente d!
Depois de proferir essas pvras duras, I se juntou a Jake no carro e correu atrás da ambulancia.
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Ellis também olhou para Keira, parecendo querer dizer alguma coisa. Vendo que a express?o d
estava errada,
no entanto, ele conteve as pvras cruéis e partiu para seguir os outros.
Seu tio o instruiu especificamente a ver o que estava acontecendo a Sra. Olsen, ent?o ele teve
que ir e encontrar
fora.
Depois que todos saíram, Frankie olhou para a garota frágil à sua frente, prestes a perguntar se
queria ir junto quando, de repente, um carro acelerou na dire??o deles.
Ele parou bruscamente aodo deles.
A porta do carro se abriu e Lewis saiu, foi direto até Keira e colocou o bra?o em volta dos ombros d.
“Entrem.”
Keira entrou no carro estupidamente, e o veículo imediatamente deu partida, deixando os três
membros da família Allen parados ali, olhando um para o outro.
em confus?o.
Lewis veio levar Keira para casa, mas descobriu depois de chegar na casa dos Allen que tinha ido
para o
Residência de Olcon pedindo para ele se apressar
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Ele olhou para a garota aodo dele.
esteve quieta o tempo todo, mas sob aqu fachada silenciosa havia um cora??o cheio de panico
e inquieta??o.
Talvez sentindo seu olhar, Keira de repente olhou para ele: “Sra. Olsen… n?o vai morrer, certo?”
Keira estava genuinamente assustada.
A Sra. Olsen estava deitada no sofá sem qualquer movimento do peito e parecia ter parado de
respirar…
Independentemente de a Sra. Olsen ser sua m?e ou n?o, n?o se importava mais. só queria
que a Sra. Olsen continuasse viva, que sorrisse para novamente…
Lewis ficou surpreso e sem sabero responder à pergunta d por um momento.
Ele rapidamente pegou a m?o de Keira, percebendo p primeira vezo estava fria, e a
tranquilizou. “ n?o vai morrer, a Sra. Olsen vai ficar bem.”
Com essa promessa, eles chegaram ao hospital.
As pernas de Keira ficaram fracas e seguiu Lewis rapidamente até odo de fora da s de
emergência.
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Fora da s de cirurgia, todos esperavam
lá.
Taylor estava olhando para a porta da s de cirurgia, o rosto pálido.
Ninguém sabia quanto tempo havia passado, mas finalmente a luz de dentro da s de cirurgia se
apagou, a porta se abriu e o médico saiu.
Vendo isso, o cora??o de Keira saltou dentro do peito.
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