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As pups da Sra. Olsen contraíram. ”
olhou para Keira por trás, dizendo: “…Keira!”
Keira, que estava se afastando, parou, virou-se e olhou para a Sra. Olsen
confus?o.
A boca da Sra. Olsen tremeu quando olhou para .
Sua mente estava repleta de lembran?as da jovem Keira escondida em um canto, observando-a
secretamente.
a tinha visto todas as vezes…
Mas por causa de I e da identidade especial de Keira, nunca se aproximou da menina.
tinha testemunhado Poppy batendo em Keira inúmeras vezes, e cada vez se impedia de
intervir, apenas intervindo para ajudar na vida de Keira. estava em perigo e n?o aguentava mais
assistir.
sempre teve um carinho inexplicável por Keira, pensando que era porque Taylor era bom para I,
ent?o queria ser boa para a filha de Taylor…
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Mas sempre reprimiu esse carinho, medo de deixar I ciúmes ou tristeza.
Mas acabou que Keira era filha d!
Neste momento, todas as cenas de Poppy abusando de Keira passaram por sua menteo um
olhar passageiro…
pensou emo a recém-nascida Keira quase morreu de fome no quarto, e foi quem a
encontrou a tempo e a alimentou alguns goles de leite…
A pequena crian?a agarrou seu dedo, sua suavidade derreteu instantaneamente o cora??o da Sra.
Olsen.
A partir de ent?o, n?o conseguiu guardar nenhum ressentimento
em dire??o à crian?a.
Poppy abaixou a cabe?a, fazendo o papel de obediente, alegando que n?o conseguia produzir leite
suficiente e que o bebê era alérgico à fórm.
A Sra. Olsen acreditou que era verdade e atéprou
fórm de leite de cabra.
Mais tarde, Keira sempre foi magra e fraca, vasculhando o lixo em busca deida. Quando Taylor
lhe disse para ignorar a filha ilegítima, n?o aguentou e deu a Keira o resto do bolo que
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foiprado para I.
e?ou a deixarnches regrmente na mesa de pedra do parque atrás da casa deles.
Keira cresceuendo essesnches!
Quando I tinha três anos, ao levá para o jardim de infancia bilíngue internacional, sempre
sentia um par de olhos mncólicos vindos da meia jan do por?o observando-os.
Mas n?o prestou aten??o neles…
Foi só quando Ie?ou o ensino fundamental que a Sra. Olsen casualmente ajudou Keira a se
matricr.
A partir de ent?o, Poppye?ou a instruir Keira diariamente a seguir Io uma pequena
atendente, dizendo que isso era para retribuir a gentileza da família Olsen.
A Sra. Olsen nunca havia pensado em qualquer reembolso; quando ajudou Keira, foi só porque
achava que a crian?a eramentável.
sempre sentiu que havia cumprido seu dever ao
Keira.
Cada vez, fora do tempo que passou educando I, fva mais algumas pvras para Keira e
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achou a crian?a excepcionalmente inteligente.
se lembrou de quando Keira estava na primeira série, ficou em primeiro lugar em toda a série e
voltou para casa o boletim, sem ousar dizer uma pvra.
I tinha visto e ficou tanto ciúme quee?ou a
chorar.
A menina n?o sabia esconder seus sentimentos. I chorou muito e perguntou a : “Mam?e, n?o
sou t?o boa quanto uma filha ilegítima?”
Na época, a Sra. Olsen apenas a incentivou a trabalhar
mais difícil.
Ent?o, mais tarde, quando viu Poppy batendo em Keira e proibindo mais a menina de gozar primeiro,
a Sra. Olsen percebeu e até quis intervir, mas lembrando-se do rosto choroso de I,o o de um
gatinho chorando, finalmente engoliu as pvras.
E ent?o…
Quando Keira precisou sair para cursar o ensino médio, a Sra. Olsen foi a favor.
n?o queria que Keira continuasse ali, presa entre a dor e o desamparo.
ATTO
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oposi??o ao status natural, deixando-a sem sabero
enfrentar Keira.
E ent?o o que?
Depois que Keira saiu, a Sra. Olsen se viu uma
preocupa??o adicional.
n?o entendia por que a partida da menina mexeu tanto suas emo??es; só pensava no dia
em que Keira voltaria para vê.
até sonhou ao longo desses anos, sonhando que Keira a chamava de “mam?e”…
Ao longo dos anos, n?o teve notícias de Keira.
queria enviar alguém para perguntar sobre , mas temia que I ficasse ciúmes e criasse
como??o, ent?o estava se contendo…
Cada vez que perguntava a Poppy, sua resposta era sempre! “Por que você deveria se preocupar
com aquele desgra?ado ingrato?”
A Sra. Olsen sempre ficou perplexa sobre por que Poppy era t?o cruel Keira.
Keira já foi sequestrada por traficantes de seres humanos quando tinha quatro anos; naqu época,
Poppy disse: “é só uma menina; se se foi, se foi. n?o vale
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qualquer coisa.”
era de sangue frio e egoísta!
Mas agora finalmente entendeu,o poderia haver
possivelmente ser uma m?e no mundo que realmente odiava seu próprio filho?!
A raz?o p qual Poppy foi cruel foi porque Poppy n?o era sua m?e!
era!
A Sra. Olsen pensou nisso e seus olhos se encheram de
lágrimas!
Keira percebeu suas emo??es agitadas, aproximou-se e perguntou: “Sra. Olsen, o que há de errado?
Há algo que você gostaria de me dizer?
Há algo que queria dizer?
A senhora Olsen sentiu que tinha muito a dizer, a pedir desculpas, a reconhecer que havia ignorado o
sofrimento do passado, a admitir que sua negligência fez que Keira suportasse muitos anos de
dificuldades…
Mas todas as pvras ficaram presas em sua garganta.
Só ent?o, houve barulho na porta.
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PP
entrou, eo sempre, estava mansa, mas ao ver Keira, sua express?o se transformou em
desgosto. “Pequena vagabunda, quem permitiu que você fosse à casa dos Olsen? Você está aqui
para iodar Jake de novo? Deixe-me dizer, a senhorita I é a verdadeira senhorita Olsen, e você
é uma filha ilegítima. Você n?o é nada! N?o pense que só porque você se casou alguém da
família Horton você pode fazer o que quiser! Você deve à família Olsen por criá-lo e nunca será capaz
de pagar essa dívida durante sua vida!
Essas pvras de Poppy fizeram a Sra. Olsen tremer de raiva.
Tudo o que conseguia ouvir era a bronca que Poppy dirigiu a Keira nos últimos anos, que
ocasionalmente ouvido.
“Você é uma filha ilegítima, conhe?a seu lugar, a Srta. I é sua benfeitora, e você deve sempre
colocar sua cabe?a diante d!
” Putinha, você se atreve a encarar a senhorita I? Você n?o é nadaparado a !
“A senhorita I nasceu uma fada nobre, enquanto você só merece morar no por?o! A sarjeta!
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A Sra. Olsen sentiu uma onda de raiva crescendo dentro d, e seu olhar para Poppy era assassino!
Poppy havia trocado suas filhas.
E mimava e adorava I, colocando-a num pedestal desde tenra idade.
Mas e a Keira d?!
Sua Keira foi jogada no inferno, um inferno que e Poppy criaram juntas! Um inferno do qual
Keira nunca poderia escapar!
A Sra. Olsen fechou os olhos.
se esfor?ou para acalmar sua respira??o …
Keira, vendo seuportamento estranho, perguntou: “Sra. Ou ent?o, qual é o problema?
Taylor gritou raiva: “Poppy, quem deixou você entrar? Você agitou Shirley, e eu nunca vou deixar
você escapar por isso! Pegue sua filha problemática e saia! Shirley,o você está se sentindo?
Poppy abaixou a cabe?a, foi até Keira e puxou-a: “O que você está fazendo aqui de novo? Você tem
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deixou seu pai furioso, e agora vou ser expulso por sua causa… Seu desgra?ado ingrato, você n?o
ajuda em nada, só me causa problemas!
O rosto de Keira ficou tenso.
deu um sorriso amargo.
Na verdade, que direito tinha de vir aqui?
todo
se virou silenciosamente, pretendendo sair Poppy, mas assim que se virou, seu bra?o foi
agarrado por alguém.
Keira fez uma pequena pausa, virou a cabe?a e viu que era a Sra. Olsen.
A essa altura, a Sra. Olsen já havia aberto os olhos, lágrimas caindo antes que as pvras
pudessem surgir…
Duas linhas de lágrimas incontroláveis desceram lentamente por seu rosto, e agarrou a m?o de
Keira for?a, tremendo. “Keira, n?o vá!…
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