Capítulo 1496
<b>Capítulo 1496</b>Property of N?)(velDr(a)ma.Org.
Daniel <bn?ou </b>um olhar ao <b>caldo </b>de peixe sobre a mesa, desviando em seguida sua aten??o para os documentos ali postos, dizendo calmamente: <b>“</b>N?o estou fome, mostre–me os documentos<b>“</b><b>.</b>
“Ah, é este aqui?” Catarina pegou os documentos que estavam à frente de Ant?nio.
Ao eestendeu a m?o e colocou–a na m?o dele.
Daniel folheou–os, da primeira até a última página; tratava–se de um projeto de design de joias, que incluía tanto o conceito quanto <b>os </b>esbo?os de design.
Embora apenas uma parte dos desenhos estivesse presente, era suficiente para revr a habilidade do designer.
Os olhos perspicazes de Daniel se voltaram para Ant?nio, perguntando: “Foi a Olivia quem desenhou isto?”
Ant?nio deu de ombros: <b>“</b>ro.”
Ao ouvir isso, os olhos de Daniel se aprofundaram, tornando–se mais intensos. Três anos sem vê, havia mudado de secretária para designer <b>de </b>joias.
havia se afastadopletamente da Vi Serenidade, cortando todos os?os ele, tudo para se dedicar à sua carreira? Mas será que se dedicar à carreira significava se juntar a Rodrigo?
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Com esses pensamentos, as têmporas de Daniele?aram <b>a </b>pulsar<b>, </b>e uma dortente agitou–se em seu cora??o.
Há três anos<b>, </b><b>o </b>rcionamento d Rodrigo n?o era ro<b>. </b> esteve Rodrigo nesses três anos<b>?</b>
“Irm?o Daniel, você acha que este design está bom?” Catarina, percebendo a tens?o no rosto de Daniel e a atmosfera ao seu redor, piscou suavidade e perguntou gentileza.
Daniel fechou o documento e disse: “Você é o designer, fa?a seu próprio julgamento“.
Colocando os papéis na mesa, Daniele?ou a empurrar sua própria cadeira de rodas, virando–se para sair.
Catarina, ansiosa<b>, </b>olhou para Ant?nio buscando ajuda<b>, </b>e Ant?nio disse: “Sr. Griera, n?o se apresse, deixe Catarina levar você de volta. Há degraus na entrada do restaurante, cuidado para n?o cair.”
Após dizer isso, Ant?nio piscou para Catarina.
Catarina entendeu e rapidamente o alcan?ou e agarrou o bra?o da cadeira de rodas: “Irm?o Daniel, foi minha culpa, n?o percebi que você estava cansado. Vou levar você de volta agora.”
se desculpou prontamente.
Daniel n?o disse nada, mas parou de empurrar a cadeira, permitindo que Catarina assumisse.
Daniel havia acordado há um mês, e todas as outras fun??es motoras haviam se recuperado, exceto suas pernas, que ainda n?o têm for?a e só podem usar uma cadeira de rodas.
Os exames no hospital indicaram que tudo estava normal, apenas os médicos disseram que os nervos motores das pernas ainda n?o haviam se recuperadopletamente e que precisavam de tempo, além de fisioterapia, pará uma recupera??o mais rápida.
Daniel raramente saía<b>; </b>naquele dia<b>, </b>Catarina o levou para passear. No meio do caminho, Ant?nio mandou uma mensagem para Catarina, pedindo sua ajuda os esbo?os de design.
Assim<b>, </b>Catarina levou Daniel até lá, sem esperar encontrar Olivia! <b>E </b>os desenhos eram d!
No carro<b>, </b><b </b>o motorista à frente e Catarina e Daniel no banco de trás, Daniel permaneceu cdo durante o trajeto, uma express?o sombría. Catarina, sentindo–se culpada, disse: “Irm?o Daniel, me desculpe, eu n?o sabia que irm? Olivia estaria <b>no </b>almo?o. Se eu soubesse n?o teria vindo e te deixado infeliz<b>.”</b>
A linha da mandíb de Daniel estava tensa, sua voz baixa e firme: “ ainda n?o é importante o suficiente para me deixar chateado<i>!</i><i>” </i>Catarina olhou para ele espanto. Seu perfil era nitidamente definido, imponente e belo, uma vis?o que <b>dificilmente </b>se <b>desviava</b>. Sua atitude fría naquele momento, assimo suas pvras, <b>fizeram </b><b>o </b>cora??o de Catarina bater mais rápido <b>de </b><b>surpresa</b>. Será que o método do Velho Sr. Griera estava funcionando? Daniel estava desenvolvendo uma avers?o por <b>Olivia</b><b>, </b>desprezando<b>–</b><b>a</b><b>. </b><b>Contanto </b>que ele libere sua mente, terá a chance de entrar em <b>seu </b>cora??o.