Capítulo 1476
Ao meio–dia, após o almo?o, Olivia recebeu uma liga??o do professor da Universidade da Capital,
informando a de que havia um exame de cultura à tarde e pedindo para que chegasse mais cedo
para n?o se otrasar,
Olivia respondeu prontamente, amenando a moch e se preparando para sair.
Fábio aproximou–se e perguntou: “Sita Souza, quando o Dr. Soares disse que o remédio de Medicina
Tradicional estaria pronto?”
Como era necessitio que Olivia administmsse o medicamento a Daniel, o tempo de prepara do
remédio tinha que ser rigorosamente contrdo. Depois de fener deveria ser dado a Daniel para
beber, caso contrário, o medicamento se deterioraria.
Normalmente,e?o a cozinhar depois do almo?o e Olivia dá algo para beber para Daniel. Hoje,
como Olivia n?o estaria em casa à tarde, se fosse preparado no meio–dia, até a tarde esfriaria e n?o
estaria fresco.
Olivia olhou para o relógio, já era uma hora, e seu examee?aria às duas. Quando Daniel
terminasse de tomar o remédio, certeza sena tarde demais.
Olivia disse: “Vou preparar quando voltar, beber à tarde é a mesma coisa
“Tudo bem“, Fábio respondeu
Olivia saiu sua moch
Pouco depois
is de sua saida, o Velho Sr. Gera chegou à Vi Serenidade, panhado por alguém, e essa pessoa
era a Catarina.
Assim que o Velho S: Gniera chegou, todos os empregados da Vi Serenidade mostraram–se
extremamente respeitosos, Fábio acenando a cabe?a e ficando à disposi??o.
? Velho Sr. Griera levou Catanna ao quarto de Daniel para visitá–lo. Daniel estava deitadoo
antes, mas sua aparência parecia muito melhorada.
Catarina ficou aodo do Velho Sr. Griera, observando Daniel, que estava deitado na cama. Devido à
r??o de mentor e amigo entre Daniel elgor, Catanna via frequentemente Daniel e conversava muito
com ele antes de Daniel entrar ema.
Daniel era oito anos mais velho que . Quando Daniel tinha vinte anos, tinha apenas doze.
Naqu época, o jovem Sr. Daniel era vibrante, bonito e cheio do charme de um jovem homem.
Catanna, ainda uma menina em sua flor da idade, tinha umapreens?o nebulosa do amor, mas
nutria uma paix?o juvenil por Daniel, sonhando em casar–se ele quando crescesse
No entanto, naqu época, Daniel sempre a considerava apenas uma crian?a. Quando se
agarrava a ele para conversar, ele a mandava ir fazer a li??o de casa
Agora, vendo Daniel imóvel na cama, o f?lego de Catarina tornou–se pesado. nunca imaginou que
um dia o homem t?o grandioso, lindo e capaz se tomana incapaz de cuidar de si mesmo.
This text is ? N?velDrama/.Org.
Quanto mais excepcional a pessoa, maismentável é sua adversidade.
? Velho Sr. Griera tinha um cannho especial por Daniel, seuo mais orgulhoso, que estava deitado
há três anos. Sua dor e mncolia eram mais fortes do que as de qualquer outra pessoa,
Ele virou–se para Fábio e perguntou: “Daniel já tomou seu remédio hoje?”
Fábio concordou a cabe?a, respondendo: “Ainda n?o, a Srta, Souza saiu para um exame e
voltará à tarde pata preparar o medicamento, garantindo que o Sr. Daniel beba o remédio fresco
O Velho Sr. Griera mostrou–se insatisfeito. “Ele sempre toma o remédio ao meio–dia, por que mudar
para a tarde? E se a mudan?a no horário do remédio alterar seu efeito, você pode arcar as
consequências?”
Fábio, entrou em pánico e pediu desculpas: “Velho Senhor, me perdoe, foi uma negligència nossa,
mas a Srta. Souza salu hoje, e normalmente é quem dá o remédio ao Sr. Daniel….”
se raiva.
“Está dizendo que a Vi Serenidade n?o pode funcionar sem ?” o Velho Sr. Griera disse,
Fábio, em pánico, respondeu: “N?o foi isso que eu quis dizer.”
“Vá preparar o remédio, sem , alguém naturalmente dana o remédio para Daniel beber” Velho Sr.
Griera falou de forma peremptoria.
Fábio respondeu prontamente: “Sim, já you fazer!
Ele era apenas um servo, afinal, e devia obedecer as ordens do patr?o.
Velho Sr. Griera era a presen?a mais autoritária da familia Griera, Fábio naturalmente seguiria suas
instru??es.
Rapidamente, uma tig de remédio quente foi levada ao quarto principal.
Velho Sr. Griera pegou o remédio, olhou para Fábio uma express?o séria e disse: “Você s
agora, fique de guarda na porta, n?o deixe mais ninguém entrar”