Capitulo 1468
Durante a noite, Fábio preparou o medicamento e Olivia levou–o até Daniel para que fosse ministrado.
Primeiramente, tentou a colher perto da boca de Daniel, mas sua boca simplesmente n?o se
movia, o remédio n?o conseguia
entrar,
Parecia que Daniel ainda n?o tinha a capacidade de abrir a boca por conta própria.
Olivia, ent?o, teve que fazero sempre, tomando o remédio em sua própria baca e, alinhando–a
com a de Daniel, for?ou a abertura. de seus lábios para alimentá–lo.
Quando Daniel era dominador e autoritário, era ele quem tomava a iniciativa de beijó for?ando a
abertura de sua boca uma paix?o avassdora.
Ele dominava sua respira??o, levando–a para o mar profundo dos beijos apaixonados.
Agora, era quem segurava o alimento, tocava seus lábios nos dele, for?ando a abertura de sua
boca para passar o alimento até sua garganta, ajudando–o a engolir
Property of N?)(velDr(a)ma.Org.
Por três anos, manteve essa a??o todos os dias.
já tinha devolvido‘ todos os beijos que Daniel the havia dado,
desejava tanto que Daniel tomasse a iniciativa mais uma vez, desejava que ele revivesse, que se
tomasse dominador novamente.
Três anos de iniciativa fizeram Olivia perceber que tomar a dianteira também é cansativo, n?o apenas
fisicamente, mas também emocionalmente.
Quem toma iniciativa naturalmente aguarda um retorno, e obter uma resposta ao menos confirma o
interesse do outro, revndo um desejo subjacente de retribuir.
N?o receber resposta só faz que o cora??o cheio de esperan?a fique ainda mais desapontado,
mais dolorido.
Olivia desejava a resposta de Daniel, queria que ele acordasse logo, que recuperasse sua
consciência.
E, no passado, quando Daniel a beljava, certamente ele também esperava por uma resposta. Receber
uma resposta ao menos provava que ele n?o estava sozinho em sua paix?o.
ainda reagia fisicamente a ele. N?o responder s? provava que, no fundo do cora??o, n?o
sentia absolutamente nada por ele.
Antes, era muito inexpressiva. Quando Daniel a beijava, sempre reagia resistência e
pavor, nunca tendo respondido alivamente.
Naqu época, ele provavelmente também passava da esperan?a ao desapontamento, culminando
numa tristeza vda.
Olivia, a Medicina Tradicional amarga em sua boca, alimentou Daniel, gole a gole, até o remédio
acabar, Ent?o, pegou um len?o de papel, limpou primeiro a boca de Daniel e depois a sua.
olhou profundamente para Daniel, fndo consigo mesma: “Daniel, eu te beijei por três anos, te
dei banho por três anos, já ultrapassei o número de vezes que você me beijou ou me deu banho. A
puni??o que você me imp?s já foi suficiente, n?o foi? Quando você acordar eu definitivamente vou
cobrar todos os beijos e todos os servi?os de banho que você me deve…..”
Olivia fva uma voz suave, um sorriso triste nos lábios. Em seus olhos, um forte desejo de que
Daniel acordasse.
Dr. Soares disse que levaría dois meses para
para Daniel acordar, e acreditava piamente nisso.
esperava que, quando Daniel acordasse, a primeira pessoa que visse fosse .
Fndo isso, Olivia estendeu a m?o, acariciando o rosto de Daniel.
Seu rosto tinha contomos definidos, pele firme e elástica, cheia do charme masculino.
Ele era verdadeiramente um homem exemr, apesar de ter dormido por três anos, sua presen?a
continuava imponente e elegante. Sua beleza sem par n?o se esvaira o sono; ao contrário, sua
pele tomara–se ainda mais limpida, conferindo–lhe um fascinio adicional
Olivia olhou para ele, um sorriso involuntário aparecendo em seus lábios, o polegar acariciando
suavemente seu rosto, um gesto que jamais ousaria fazer se Daniel estivesse acordado.
Só quando Daniel estava adormecido, se permitia acariciar seu rostoo se fosse o de uma
crian?a.
Porque esse gesto trazia a Olivia uma sensa??o de calor, cheia de ternura.
Depois de ficar um tempo Daniel, trouxe a cadeira de rodas
para
dar–lhe um banho.
O banheiro estava cheio de vapor, emba?ando a vis?o de Olivia, aquecendo suas bochechas.
pegou uma toalha ee?ou a limpar cuidadosamente cada parte do corpo de Daniel.