Capítulo 1461
Yuri levou um soco bem dado, ficando o rosto inchado e dolorido. Pressionou a lingua contra a
face, formando um incha?o onde tinha sido atingido. Ao baixar a lingua, o incha?o desapareceu, mas a
vermelhid?o persistiu.
Ajeltou os óculos tortos e olhou para trás, encarando um Carlos imitado, e disse calmamente: “Parece
que o Sr. Marques se preocupa bastante …”
Carlos encontrou o olhar tranquilo e profundo de Yuri, por detrás dos óculos, uma erudi??o que
escondia uma raiva contida.
Carlos sentiu um sobressalto no??o, percebendo que estava preocupado a esposa de outro
homem, e Yuri estaval simplesmente clumes, segurando sua imita??o.
Quem realmente deveria se preocupar Jimena era Yuri, seu esposo, e ele, Carlos, nem sequer
tinha o direito de se preocupar
.
Movido p impulsividade, Carlos agrediu Yuri e, agora, consumido p culpa e p perda moral,
mas habituado a um estilo de vida luxuoso e repleto de elogios, ele n?o era alguém que se desculpava
com facilidade.
Desviou o olhar e disse: “Jimena é uma velha amiga, me preocupar é normal.”
“O Sr. Marques também sabe que é apenas um velho amigo de Jimena. Só isso, nada mais. Se n?o
for nada importante, por favor, evite perturbar a vida d daqui para frente.”
As pvras de Yuri, apesar de parecerem calmas e indiferentes, eram extremamente incisivas
Dito isso, Yuri virou–se e foi embora.
Carlos, o cora??o ferido, observou Yuri caminhar decididamente em dire??o ao quarto de hospital
de Jimena.
Quanto mais Carlos se preocupava Jimena, mais raiva e imita??o sentia, e agora, seu cora??o
estava dolorosamente ferido.
Sim, agora ele nem sequer tinha o direito de se preocupar
Yuri e Jimena eram marido e mulher, o casal que, n?o importa o que acontecesse, permanecia unido,
enfrentando juntos as dificuldades, oferecendo apoio e cuidado mútuos.
Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org.
E ele era, no máximo, um estranho.
Um estranho que n?o tinha nenhum direito de se intrometer nos assuntos de Jimena, de repreender
seu marido por n?o saber Imediatamente de seu acidente de carro.
Ele havia perdido três anos, e eles, todos os detalhes da vida d.
Doravante, em quaisquer eventos futuros de sua vida, ele n?o seria mais o personagem principal.
O cora??o de Carlos estavao se fosse mergulhado no mar, pesado e amargo.
P primeira vez, sentiu o arrependimento e a frustra??o por n?o ter valorizado alguém.
Mas de que servia o arrependimento e a frustra??o? Ele era impotente para mudar a situa??o.
Ele havia sido ingenuo ao pensar que, apenas se distanciando de Fabiana, poderia justificar–se para
Jimena
Num impulso, esqueceu se de que Jimena já era casada, que seu mando era Yuri.
A partir de ent?o, quem quer que fosse suapanhia, solteira ouprometida, n?o teria qualquer
liga??o Jimena.
Carlos baixou a cabe?a, carregado de tristeza, e deixou o hospital.
Olivia voltou ao quarto uma jarra d’água e viu Yuri, preocupado, sentado aodo da cama de
Jimena. Sem surpresa, disse: “Foi a tia Faro que te ligou, né?”
“Sim, por que tem que ser t?o teimosa? Se reconciliar seus pais e contar a eles que teve dois
filhos, eles ainda ajudariam a cuidar das crian?as, assumindo parte da responsabilidade. Seria muito
melhor do que ter que lidar tudo sozinha.” Yuri estava preocupado a gravidade dos
ferimentos de Jimena.
“Você ainda n?o conhece bem a Jimena, disse Olivia, colocando a chaleira dedo.