Capítulo 1452
No quarto do hospital, Carlos n?o conseguiu contrr a preocupa??o que tinha por dentro e
expressava seus sentimentos maist profundos para Jimena, mas única resposta que recebeu fol o
som do eletrocardiograma batendo.
Jimena, deitada na cama, estava quieta, os olhos fechados, imóvel, t?o silenciosa que parecia
que Carlos estava sozinho no quarto.
A Jimena que antes gostava de discutir Carlos, agora estava quietaum estado vegetativo
que só conseguia respirar.
Carlos sentia uma dor pesada em seu cora??o.
Daniel machucou a cabe?a e entrou em estado vegetativo, e Carlos temia que Jimena acabasse da
mesma forma.
Os sentimentos que ele havia reprimido por três anos finalmente se tomaram insuportáveis de segurar
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é estranhoo as pessoas funcionam; quando a pessoa que amamos está bem, estamos sempre
cheios de preocupa??es, segurando a forte saudade e n?o indo ao encontro d.
Quando algo aconteceu e ele percebeu que poderia perdê para o resto da vida, ele n?o
conseguiu esconder as emo??es em seu cora??o e n?o p?de evitar revelás.
Carlos respirou fundo, aproximou–se de Jimena, pegou delicadamente a m?o d que n?o estava
com soro, e a ponta do polegar, acariciou levernente o dorso da m?o d, a voz um pouco
rouca: “Jimena, me desculpe, senti sua falta por três anos… mas……..”
Ele parou, sentindo uma dor aguda na garganta, e as pvras que viriam a seguir n?o sairam.
Mas agora você é esposa de Yuri, mesmo que eu n?o consiga te esquecer, o que mais posso fazer?
é impossivel para mim deixar você me trair, muito menos ser o pecador em seu casamento Yuri.
Fabiana, que estava dodo de fora tentando contrr as emo??es tumultuadas e acalmar sua própria
raiva, lembrando–se do conselho de sua m?e para manter a calma, ouviu as pvras de Carlos e
sentiuo se um soco tivesse sido desferido contra seu cora??o já ferido. A fúria que mal
conseguia conter foi instantaneamente incendiada, queimando ferozmente, incontrolável.
Fabiana saiu de trás da porta, entrou no quarto do hospital quase histérica. Ao caminhar rapidamente
até Carlos, gritou raiva: “Carlos, você sabe o que está dizendo? Eu sou sua noiva, e você ousa
dizer a outra mulher que perdeu três anos ! Onde isso me deixa?”
A voz aguda de Fabiana ecoou por todos os cantos da enfermaria.
A tristeza de Carlos foi imediatamente substituida p voz estridente de Fabiana. Levantando a
cabe?a e vendo Fabiana se aproximando da cama uma aura hostil, seu cora??o apertou, e ele se
levantou rapidamente, segurando os ombros de Fabianal a m?o grande e a empurrando para
trás: “Fabiana, se quer enlouquecer, volte para a familia Barbosa!”
Carlos disse raiva enquanto contrva suas for?as e empurrava Fabiana para fora da enfermaria.
Ele estava multo preocupado; Jimena acabara de ser transferida da UTI para o quarto normal, e ainda
estava em período critico. O som agudo da voz de Fabiana seria ensurdecedor para qualquer pessoa
saudável, quanto mais para Jimena, que havia sofrido uma les?o grave na cabe?a. Qualquer descuido
poderia ser fatal.
Ele estava ansioso para expulsar Fabiana.
“Carlos, me solte!” Fabiana estava desesperada, já fervendo de raiva e querendo confrontar Carlos.
Agora, por causa de outra mulher, Carlos estava sendo t?o rude , empurrando–a para fora do
quarto sem nenhum cuidado ou delicadeza.
Suas omotase?aram a doer o empurr?o.
Fabiana se sentiu desvalorizada e ficou ainda mais furiosa, seu cora??o quase explodindo de raiva.
Mas Carlos n?o a escutava. ele só conseguia pensar em Jimena. Se deixasse Fabiana continuar
causando alvoro?o no quarto, Jimena poderia correr risco de vida a qualquer momento.
Jo 1453