Capítulo 1448
Olivia e Do já estavam de costas quando buviram as pvras do Dr. Soares, e os passos ds
pararam abruptamente.
Olivin saboreou cuidadosamente as pvras do Dr. Soares em seu cora??o, e seu??o afundado
de repentee?ou a bater descontrdamente, virando–se rapidamente para olhar pom o Dr.
Soares, perguntou emo??o mal contida: “Dr. Soares, você quer
dizer…
Docia também olhou para o Dr. Soares incredulidade: “Você concordou?”
“O que mais poderia ser? Minha f fol, por acaso, um convite para vocês entrarem para jantar?”
disse o Dr. Soares, as m?os nas costas, de forma despreocupada.
“Por que?” indagou Docia, confusa, pois o Dr. Soares havia anteriormente recusado ser seu mestre,
alegando que ainda n?o era o momento.
“Eu sou masoquista, gosto quando as pessoas me insultam, disse o Dr. Soares, entrando em casa.
Docia e Olivia trocamm olhares confusos.
s n?o conseguiam entender a lógica do Dr. Soares, piscaram, indicando surpresa.
Realmente, o temperamento dos gênios sempre foi peculiar.
Nunca seguindo o convencional.
Olivia perguntou a Docia: “Vamos entrar?”
“Já que estamos aqui na porta, vamos entrar em vez de voltar de m?os abanando?” disse Docia,
entr?ando o bra?o no de Olivia e levando–a para dentro.
A pergunta de Olivia a Docia foi para consultar a opini?o d, querendo saber se ainda estava
interessada em aprender medicina o Dr. Soares.
Olivia podia ver que Docia e o Dr. Soares n?o se davam bem, desde o início eles estavam sempre em
desacordo.
Caso Docia optasse por desistir e n?o mais desejasse aprender o Dr. Soares, Olivia certamente
n?o a obrigaria.
Na noite anterior, a caminho da Capital, Olivia contou a Docia a verdadeira raz?o p qual queria que
Docia se tornasse aprendiz do Dr. Soares: era porque atendeu a dois requisitos do Dr. Soares, e
ent?o ele concordou em sair de sua aposentadoria para tratar Daniel.
Docia tambémpreendeu o esfor?o de Olivia.
Mas, se Docia realmente n?o quisesse, Olivia definitivamente n?o a for?aria
Inesperadamente, Docia n?o hesitou em levar Olivia para dentro da casa do Dr. Soares.
A casa do Dr. Soares estava arrumada, mas fria e sem vida, faltando aquele ar der.
Quando entraram, o Dr. Soares estava no banheiro, escovando os dentes evando o rosto.
Olivia e Docia ficaram paradas no meio da s, um tanto desconfortáveis, até que o Dr. Soares saiu
do banheiro e, ao vês de pé, disse. “Sentem–se. Por que est?o af paradas? N?o sabem se
organizar? Precisam que eu cuide de vocês?”
Ele quis dizer que s deveriam se sentir à vontade e n?o se acanhar.
Olivia e Docia trocaram um olhar e, ainda assim, foi Docia quem tomou a iniciativa, puxando Olivia
pelo bra?o até o sofá para se sentarem, sem cerim?nias.
“Dr. Soares, quandoe?amos o aprendizado?” Docia perguntou, ansiosa.
“N?o me chame de Dr. Soares, pode me chamar de velho mesmo, disse o Dr. Soares.
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Docia:
Clivia: “…
s realmente n?o esperavam que o Dr. Soares, sua personalidade t?o peculiar e excêntrica,
tivesse esse tipo de gosto, de ser chamado de velho.
Ele tinha apenas pouco mais de cinquenta anos, certamente n?o era t?o velho assim.
Rapidamente, o Dr. Spares voltou ao quarto e trocou de roupa por–um traje forma.
Com o cabelo penteado para trás, a imagem rigida e excéntrica de antes Instantaneamente se
transformou num ar mais literário e profundo.
Ao verem sua aparência séria, Olivia e Docia se endireitaram imediatamente.
“Docia, venha aqui, disse o Dr. Soares.
Docia se ergueu enquanto Olivia permanecia sentada, até que o Dr. Soares direcionou seu olhar para
: “E você, o que faz sentada al? Venha exercer o papel de anfitri? ”
Olivia percebeu que ele estava fndo e se levantou apressadamente.