Capítulo 1369
Como fazer,o fazer!
Olivia, em um momento de desespero, agarrou–se ao médico e disse urgência: “Você poderia
verificar entre os médicos e enfermeiros, se alguém é do tipo sanguineo AB e estiver disposto a doar
sangue, eu pagarei uma grande quantia! Cinquenta milh?es, eu dou cinquenta milh?es, desde que
estejam dispostos a doar!”
Cinquenta milh?es s?o todas as economias de Olivia., Esses cinquenta milh?es ainda s?o o dinheiro
que a loja deu a depois que o cr de nuvens que Daniel the deu foi dissolvido.
estava disposta a usar todo o seu patrim?nio para lutar contra a morte por mais tempo, para obter
uma chance de sobrevivência para Daniel.
“Isto é, Beatriz, por favor, veja o que pode fazer…” o médico ficou um pouco constrangido, mas ainda
assim mandou a enfermeira ir e
“Certo, eu vou agora mesmo.” A enfermeira se virou e correu.
Nesse momento, no final do corredor da s de emergência, quatro pequenas bs fofas apareceram
de repente, rndo em dire??o a Oliviao bolinhas de borracha.
“Mam?e!”
?
N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material.
Os pequeninos, suas curtas peminhas, correram rapidamente em dire??o a Olivia.
Olivia, já o cora??o quase partido p preocupa??o, à beira do cpso. Quando viu os quatro
filhos, seu cora??o dolorido azedou por um momento e e?ou a chorar.
As crian?as correram até , cada uma ds parando a seus pés, olhando para cima seus
rostinhos vermelhos e fofos.
“Mam?e, tire meu sangue, meu sangue pode salvar o papai!” Heitor levantou suas mangas, expondo
seus pequenos bra?os magros e pálidos, sinalizando para que tirassem seu sangue.
“Tire o meu também, tenho muito sangue, o papai pode tomar quanto precisar.” Joel também estendeu
o bra?o, seus olhos negros e inocentes cheios de lágrimas.
“Mam?e, eu sou mais cheinha, tenho mais sangue, e n?o tenho medo da dor, tire o meu!” Iria, que
sempre teve medo da dor, estendeu sua m?ozinha gordinha, seus olhos inocentes fixos em Olivia
determina??o.
*Tire o meu, meu sangue até os mosquitos gosta deer, papai certeza também vai gostar.”
Inês levantou sua cabecinha, a menina cabelos curtos e uma atitude legal, normalmente timida,
agora estava extremamente corajosa.
As pvras inocentes das crian?as ecoaram nos ouvidos de Olivia, enchendo seu cora??o
desesperado e sem esperan?a luz.
Como raios de luz prando um quarto escuro, enchendo o quarto de luz.
Vania chegou logo depois, ofegante, disse a Olivia: “As crian?as ouviram quando eu estava ao
telefone e insistiram para que eu as trouxesse. Eles disseram que todos s?o do tipo sanguíneo AB e
poderiam doar sangue para Daniel. Pensei que ir de casa em casa perguntando aos moradores levaria
muito tempo. Algumas pessoas nem sabem qual é o seu tipo sanguíneo, ent?o simplesmente trazem
seus filhos.
Olivia enxugou as lágrimas e se virou para perguntar ao médico: “As crian?as podem doar sangue?
Isso afetará a saúde ds de alguma maneira?”
O médico respondeu: “N?o terá efeito se você n?o tirar muito sangue“.
“Doutor, tire o meu!” Heitor aproximou–se do médico, estendendo seu pequeno bra?o, seus olhos
expressando determina??o.
“Tire o meu!” Joel se aproximou, o rosto todo vermelho.
Tenho mais sangue, tire o meu!” Iria também se aproximou.
“E o meu também!” Inês se adiantou até o médico.
O médico olhou para baixo, vendo os quatro pequenos fofinhos, e sabendo que o paciente precisava
urgentemente de uma transfus?o de sangue e que mais espera poderia ser fatal.
O médico ficou o cora??o partido e disse:: “Venhamigo!”
Virou–se e entrou na s de emergência, e os quatro pequeninos seguiram o médico sem olhar para
trás.
Olivia, ansiosa para seguir, foi impedida p enfermeira, que disse: “Familiares do paciente, por favor,
aguardem aqui fora.”
Olivia assistiu aos prantos enquanto as quatro crian?as seguirem o médico para dentro da s de
emergência, só podendo esperar dodo de fora.
A enfermeira suspirou: “Você tem quatro filhos t?opreensiveis e corajosos.”
Ao ouvir as pvras do médico, Oliviae?ou a chorar copiosamente.
1/2
Seus quatro filhos, sempre lhe traziam luz quando estava desesperada.
A porta da s de emergência se fechou novamente.