Capítulo 1365
Wilma exibiu um sorriso de triunfo no rosto, girando rapidamente o helicóptero de volta.
Na verdade, havia enganado Rodrigo Melo. Como poderia estar disposta a matar Daniel?
Daniel era t?o excepcional, t?o encantador, t?o rico.
No futuro, Daniel seria o homem de Wilma, somente Daniel poderia ter uma vida de luxo e
sem preocupa??es vestuário ou alimenta??o.
Como poderia matar o homem que tanto amava e tanto desejava?
Quem realmente queria matar era Olivia!
Essa mulher é t?o atrapalhada!
Era por causa de Olivia que n?o conseguia capturar a aten??o de Daniel, mesmo que rompa o
rcionamento entre Olivia e Daniel, Daniel só tem Olivia em seu cora??o.
Enquanto Olivia vivesse, nenhuma outra mulher poderia se aproximar de Daniel.
E essa outra mulher a incluía, por isso, estava t?o ansiosa para eliminar Olivia.
Somente erradicando Olivia, teria a chance de se aproximar de Daniel.
Minutos depois, a ambulancia chegou, assimo o resgate.
Mire foi encontrada debaixo da terra, já inconsciente.
Daniel e Mire foram levados para o hospital da cidade para receber tratamento.
Olivia seguiu a ambulancia.
estava coberta de sangue, suas roupas todas manchadas de vermelho, o sangue misturado a
terra, apresentando uma vis?o chocante.
O médico da ambulancia perguntou a : “Você está ferida também? Se estiver, precisa nos dizer
logo para que possamos tratar imediatamente.”
Olivia, dificuldade para respirar e chorando, bn?ou a cabe?a: “Eu estou bem, é o sangue dele.
Vocês precisam salvá–lo, eu imploro.”
estava tremendo de frio, choque e medo.
Na ambulancia, dois médicos estavam tratando urgentemente dos ferimentos de Daniel.
As roupas dele foram cortadas, e Olivia viu que havia cinco ferimentos em suas costas causados p
alvenaria. Os ferimentos eram profundos e o sangramento saía constantemente.
Grandes quantidades de algod?o eram constantemente empurradas enfiados em suas feridas, mas o
sangue continuava a fluir.
O algod?o encharcado de sangue quase enchia metade da ambulancia.
Olivia parecia preocupada. queria ajudar, mas n?o podia fazer nada.
Seu cora??o parecia estar preso em um torno, que se apertava cada vez mais, a dor cada vez mais
intensa, aguda, sufocante.
O caminho para o hospital ficava a apenas dez minutos. Para Olivia, parecia que meio século havia se
passado.
Finalmente, a ambulancia chegou ao hospital.
Médicos e enfermeiros, juntamente Olivia, ajudaram a levar Daniel para fora da ambulancia.
Os médicos lutavam contra o tempo, apressando–se para levar Daniel para a s de emergência:
“Por favor, afaste–se, o paciente precisa de atendimento de emergência, obrigado…”
Enquanto empurravam Daniel, os médicos fvam ansiosamente as pessoas que bloqueavam o
caminho.
Olivia deu passos pesados e trotou para seguir a maca.
Ao chegar à porta da s de emergência, os médicos empurraram Daniel para dentro, bloqueando
Olivia: “Familiares do paciente, por favor, aguardem aqui fora.”
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Olivia parou, seus olhos emba?ados de lágrimas tentavam ver Daniel através do vidro da s de
emergência, mas n?o conseguiam ver nada.
De repente, caiu no ch?o, todo o seu corpo tremendo de frio.