Capítulo 1326
Capitulo 1326
“Teresa, vocé que sempre pareceu tao astuta e honesta,o pode fazer uma coisa dessas?”
Asenhora do so de jogos, apontando para Teresa, a repreendia.
“Logo eu, que sempre que tinha um tempo livre procurava vocé para jogar cartas, nunca imaginei que vocé fosse esse tipo de
pessoa, seduzindo um homem casado e ainda indo para a cama ele. Com essa idade e sem nenhum pudor, é realmente
uma sem-vergonha.”
Uma velha senhora, que geralmente tinha uma boa rgao Teresa, também apontava e fva.
“De agora em diante, nao quero mais jogar Mahjong vocé. Estou preocupado que as pegas que vocé tocou sujem as
minhas maos.” Um senhor, pvras asperas e dedo em riste, amaldigoava Teresa.
Essas pessoas, que erampanheiros habituais de jogo de Teresa,partilhavam as pequenas coisas da vida e se
preocupavam muito entre si.
Contudo, exatamente aqus pessoas que Teresa tanto prezava agora a rejeitavam,ncando-lhe olhares de desdem e um
diluvio de insultos, quase submergindo Teresa.
Teresa tremia, e seu celr c de suas maos tréms no chao.
tropecou para tras, humilhada e tremendo de raiva,grimas de indignagao correndo pelo rosto, e gritou: “Chega!
Vocés nao sabem de nada, que direito tém de me julgar assim? Eu digo a vocés, os mais intiteis sao vocés! So sabem jogar
Mahjong 0 dia todo, perder dinheiro, fofocar sobre os outros! O que mais vocés sabem fazer?”
Teresa estava quase histérica, sua dor e raiva girando em seu peito e menteo uma tempestade de
neve.
, dedos tremulos, apontava para aqueles que a haviam atacado verbalmente.
Essas pessoas, que normalmente eram calorosas e generosas , nunca consideraram as coisas do ponto de vista d
assim que se envolveu em algum escandalo,o se fosse uma inimiga deles!
Uma pvra gentil aquece trés invernos, enquanto pvras cruéis ferem mais do que 0 frio de juntiol
Teresa finalmente viu ramente que seus chamados amigos eram apenas um bando de pessoas maliciosas!
“Mesmo que nao fagamos nada, nunca seduziriamos um homem casado. Sem vergonha é vocé, nao nds.” A senhora do so
de jogos resmungou friamente.
Arespiracao tensa de Teresa, subitamente, se esvaiuo se tivesse perdido toda forga, uma dor imensa egrimas
jorrando de seus olhos, enquanto toda esperanga que mantinha desmoronava em
um instante.
“Sim, sou sem vergonha! Vocés sao nobres, vocés tem dignidade!” Teresa jogou o celr da senhora do so no chao e
tropecou para frente.
Nesse momento, parecia uma alma penada, toda sua energia sugada.
Tambaleando ps ruas.
Teresa, em sua vida, sempre valorizou sua reputagao acima de tudo.
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No entanto, naquele instante, a dignidade que havia sustentado durante toda a sua vida se desintegrou diante dos olhos
daqueles anos, evanescendo num piscar de olhos.
se sentiao se estivesse nua em um desfile de vergonha ps ruas, humilhada, constrangida,
sufocada.
Os anciaos do so de jogos a seguiram para fora, observando Teresa cambalear p rua, apontando para e rindo,
desfrutando do espetaculo sem se preocupar as consequéncias, ferindo pvras sem se importar a crueldade.
Teresa caminhava p rua,grimas cobrindo seu rosto, olhar vazio, carros passando por raspando, sem que
percebesse ou tentasse desviar.
Felizmente, os motoristas frearam a
tempo e viraram 9 vnte@sitarido
umn travetia The content is on
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O motorista, ainda assustado,
colocou a cabega para fora egnitau
para T 98) ‘Sequér orrer, va paral
| dai que esta fazendo vagando
p rua assim!” The content is on
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chapter there!ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org .
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Apés xingar, 0 motorista foi embora.
E aqus pvras, qual uma
maldi¢ao, ecoava dipaGeTéldsa,
come um gapectro The content is on
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Seu coracao doeuo se tivesse sido atropdo por um caminhao.
, uma pessoa tao suja, nado merecia mais viver neste mundo?
Enquanto Teresa estava o olhar vazio, o celr em seu bolso tocou.
Era uma ligagao, de um numero desconhecido.
Teresa, sem qualquer sinal de vida, atendeu 0 telefone.