Capítulo 1307
Assim, pelo menos os genes de Sergio continuavam neste mundo.
Pelo menos ainda tinha uma lembran?a.
Assim que fez essa pergunta Velho Sr. Griera e Daniel olharam para ao mesmo tempo.
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Os olhos turves de Velho Sr. Gnera se encheram de cloque e, ao mesmo tempo, acenderam uma
faisca de esperan?a Os olhos de Daniel, por outrodo, eram negros, frios, Incisivos, carregando um
tom de repreens?o para Natália
“Já te disse antes, o filho que Olivia está esperando é meu! N?o pode ser de outrol” a voz de Daniel
soou, decisiva e incontestável. “Como você pode ter tanta certeza? E se tivesse se deitado
Sergio sem você saber? Ent?o, o filho d poderia ser de Sergio Natalia ainda mantinha uma faisca
de esperan?a
“ n?o teve nada ele Daniel afirmou freza
“Daniel, sua cunhada pode estar certa, que tal fazer um teste? Velho Sr. Griera voltou a si,
consultando Daniel o olhar
“Absurdo Daniel se levantou funoso, deixando a familia Griera para trás.
Sem qualquer disposi??o para discutir
Velho St Griera e Natália trocaram olhares enquanto viam a silhueta gda de Daniel se afastar.
Os olhos cheios de esperan?a de Natália rapidamente se turvaram de decep??o.
E os olhos emba?ados e cansados do Velho Sr. Griera também se sombrearam.
No dia seguinte, Olivia n?o foi trabalhar
fez quest?o de pedir um dia de folga a Vicente, para ficar em casa Teresa Rocha.
A tarde, Olivia levou Teresa até a porta da creche para buscar as crian?as.
Havia vanos dias que n?o via os filhos e sentia muito a falta deles.
Assim, levou Teresa ate a creche para também permitir que Teresa visse as crian?as, cuja natureza
doce e animada poderia alegrar um
pouco mais
Depois de esperar um pouco na entrada, a creche liberou as crian?as.
A professors, liderando as crian?as que seguiam um “tremzinho, saiu do prédio escr, cada
pequenino t?o adorável quanto um
bot?o.
Rapidamente, os quatro pequenos tesouros da familia de Olivia apareceram em sua linha de vis?o.
Olivia apressadamente puxou a manga de Teresa, dizendo: “M?e, olha, as crian?as est?o saindo.”
Teresa olhou para dentro do pátio e viu os quatro pequeninos suas adoráveis estaturas, e seus
olhos, antes sombrios, se iluminaram instantaneamente
Acenando para o pátio, chamou: “Heitor, Joel, Ina, Inés…”
Quando as crian?as ouviram a voz, todas viraram as cabe?as em dire??o à entrada e, no momento em
que viram Olivia e Teresa, seus olhinhos brilharam.
ram suas peminhas ágeis em dire??o a s.
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Sem aguardar a permiss?o da professora, correram
“Mam?e, vovó os pequeninoseram até s.
Olivia abra?ou seus corpinhos pequeninos, e o cheirinho doce e suave instantaneamente fez Olivia se
sentir melhor
O peso em seu cora??o também diminuiu significativamente.
“Mam?e, eu aprendi uma nova dan?a, vou dan?ar para você ver Ira levantou seu rostinho doce e
radiante, dan?ando uma coreografia. Depois, o rosto voltado para Olivia, perguntou: “Mam?e,
estava bonito?”
Olivia respondeur “Estava lindo”
“Ent?o por que você n?o está corrindo?” Iria olhou para Olivia seus olhinhos brilhantes,
percebendo que Olivia estava mais silenciosa do que o normal. Antes, fempre que as via, sorria
alegremente, mas agora seu rosto estava carregado de preocupa??o.
Iria estava tentando, à sua maneita, fazer a m?e sorrir.