Capítulo 1258
No dia seguinte, logo cedo, Olivia arrumou as coisas e partiu sua m?e.
escolheuo destino a cidade natal de sua m?e, Cidade Aquática.
Olivia tinha visto na inte sobre Cidade J, suas águas azuis e montanhas verdes, cercada por
árvores e uma paisagem encantadora.
Era um ótimo lugar para viajar e rxar, e também era a cidade natal de Teresa. Voltar para lá poderia
melhorar o humor de Teresa.
spraram as passagens de avi?o.
Dépois de um voo de duas horas, chegaram ao Aeroporto de Cidade J.
Olivia, de bra?os dados a m?e, saiu para pegar um táxi, nejando ir para o hotel que havia
reservado no celr.
Olivia havia trazido muito pouca bagagem, apenas algumas mudas de roupa. Afinal, a ideia era viajar
com pouco peso e evitar qualquer inc?modo excesso de bagagem.
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Logo, eles chegaram ao hotel. Olivia colocou as ms no quarto e descansou um pouco antes de
dizer a Teresa: “Mam?e, há um parque umgo artificial perto do hotel. Vamos dar uma volta?”
Na capital, sempre havia a preocupa??o de encontrar Gabriel ou um conhecido.
Mas aqui, essa preocupa??o n?o existia. Eram todos estranhos, o que permitia que você andasse
livremente e rxasse.
Teresa havia se isdo na capital, evitando até mesmo dan?ar em grupos ao ar livre por medo de
encontrar Gabriel.
Ficar confinada em um ambiente repressivo realmente n?o é bom para o corpo nem para a mente.
Sair para caminhar ajuda a aliviar o estresse.
Teresa concordou um aceno: “Vamos.”
De bra?os dados, Olivia e Teresa foram até o parque próximo ao hotel.
O parque era bem cuidado, árvores exuberantes e o aroma das flores no ar, além das águas
limpidas dogo.
Caminhando à beira dogo e sentindo a brisa fresca, Olivia se sentiu rxadao nunca antes.
se perguntou se era apenas impress?o d, mas parecia que a água em Cidade J era mais ra
e o vento mais suave do que na capital.
Quanto tempo fazia que n?o sentia essa brisa agradável e essa sensa??o de liberdade?
Conversando Teresa, Oliviaentou: “M?e, você n?o acha que o ar aqui na Cidade J é mais
fresco do que na capital?”
O rosto sempre preocupado de Teresa finalmente se iluminou um sorriso: “Sim, é muito mais
fresco. N?o há lugaro a nossa casa, até mesmo o ar é mais puro.”
Ao ver o sorriso de Teresa, Olivia também se sentiu melhor.
Era bom ver sua m?e feliz.
Caminhando, s viram um homem encostado no corrim?o de uma ponte artificial, apoiado em uma
beng e uma das m?os enfaixadas pendurada no pesco?o.
Ele observava ogo tranquilo uma aten??o que parecia inabalável.
A figura do homem era familiar para .
Quando ele se aproximou, Olivia reconheceu surpresa que era Rodrigo!
“Sr. Melo, o que está fazendo aqui?” – Olivia perguntou surpresa.
Rodrigo virou–se ao ouvir a voz, e ao ver Olivia, seus olhos tristes brilharamo se tivessem sido
acesos.
“Olivia, é realmente você, que coincidência! – disse Rodrigo um sorriso, antes de olhar para
Teresa e cumprimentá: “Boa tarde,
senhora…”
“Boa tarde, você está bem, Sr. Melo? O que o traz a Cidade J?” – Teresa conhecía Rodrigo, pois ele já
havia ajudado s no passado.
Teresa era grata a Rodrigo. Ele e Olivia eram apenas conhecidos, mas ele se disp?s a ajudá.
“Fui rendado a um médico aqui em Cidade J, famoso por tratarplicadas fraturas ósseas. Vim
para me tratar e também para apreciar a paisagem” – disse Rodrigo um sorriso caloroso.
Ao ouvir que ele veio para se tratar, Olivia baixou a cabe?a, sentindo–se culpada. A perna de Rodrigo
havia sido quebrada por causa d, e seu pulso também estava fraturado devido a .
Olivia sentia muito por ter envolvido Rodrigo.