Capítulo 1167
Bruno foi exdo para a Africa e até hoje n?o voltou, toda a equipe de seguran?a de Daniel estava
apreensiva, cada um mais tenso que
outro em seu posto,
Daniel n?o responsabilizou o quanda–costas por sua culpa. Ele abriu o saco e tirou a mingau
perfumado de dentro. Foi até a cabeceira. da cama, pegou um gole de mingau e disse: “Coma um
pouco, rapidamente
Ele já estava a colher próxima à boca d, Olivia, sem jeito, rapidamente pegou a colher e a
tig das m?os dele: “Eu consigoer sozinha vaer você também. Você está feddo, precisa se
alimentar bem para se recuperar rápido ”
Content from N?velDr(a)ma.Org.
Ao oud as pvras de preocupa??o, Daniel se sentiu melhor, n?o insistiu em alimentá, mas voltou
para a mesa, pegou outra tig de canjica ee?ou aer.
Marina rva na cama, sem conseguir adormecer
continuava pensando, se Olivia realmente tinha sido queimada até a morte?
Aquele capim seria incendiado? As chamas alcan?ariam Olivia?
Se a grama n?o tivesse sido acesa, Olivia n?o teria morrido. A gasolina ao redor da tumba teria
queimado e o fogo teria sido extinto Olivia tenia ficado apenas um pouco assustada, mas nada teria
acontecido
Mas se n?o tivesse momdo, Marina sentiria que n?o estava satisfeita, que n?o tinha conseguido se
vingar
Se Olivia momesse, ficaria inquieta, se n?o morresse, ficaria insatisfeita.
Essa contradi??o torturava seu cora??o, fazendo que se remexesse na cama, incapaz de
dormir.
Até que ouviu movimento no terreo da mans?o da familia de Marina, parecia que alguém tinha
chegado, e n?o era só uma pessoa, o barulho era grande.
Marina se rmou, vestiu–se, desceu as escadas e viu sua m?e conversando alguns policiais.
“Você está enganado? Marina passou a noite toda em casa, n?o faria algoo matar ou
incendiar.” A m?e de Marina disse incréd, tentando explicar calmamente aos policiais.
“As evidências s?o imefutáveis, n?o háo negar.” O policial disse seriamente, virando–se para ver
Marina no topo da escada, passou p m?e de Marina, aproximou–se de Marina e mostrou sua
identifica??o: “Marina, suspeitamos que você esteja envolvida em um caso de assassinato e incendio.
Por favor, venha conosco e ajude na investiga??o, este é um mandado de pris?o.”
Ao ouvir as pvras do policial, Marina primeiro ficou chocada, depois horrorizada, sentindo um
pánico paralisante.
Ent?o, vendo o mandado de pris?o nas m?os do policial, seu horror se dissipou, e até somriu
levemente, um sorriso sombrio, perguntando: “A pessoa morreu?”
A m?e de Marina, ao ver a atitude sinistra de Marina e ouvir sua pergunta, recuou um passo, chocada
e tremendo: “Marina, o que você está pensando…
O policial, vendo sua atitude arrogante, temendo que fugisse ou fizesse algo extremo, n?o foi mais
cortès, imobilizou os bra?os d para trás e algemou–a, levando–a embora da mans?o da familia de
Marina.
A m?e de Marina a perseguiu e viu Marina sendo empurrada para dentro do carro da policia, chorando
amargamente: “Marina, minha filha…
Ouvindo o choro da m?e, o cora??o de Marina afundou dolorosamente, seu rosto sombrio finalmente
cpsou, revndo tristeza, seus olhos ardendo, lágrimas escorrendo.
que você nunca
leve u
uma filha
Antes de entrar no carro, olhou para trás e disse à m?e: “M?e, volte para casa, n?o fique triste,
finja que
Depois de dizer isso, se virou e entrou no carro da policia
olicia sem h
hesitat
A m?e de Marina assistiu o carro partir, correu atrás por alguns passos, incapaz de alcan?á–lo, sua
dor e cpso a deixaram sem for?as, desabando no ch?o, chorando e batendo no peito: “Marina,
minha filha infeliz, por que você foi t?o obstinada? Por um homem, vale a pena?”