Capítulo 1155
Olivia olhou pelo espelho retrovisor e percebeu o carro que seguia atrás de ni. Para ter certeza de que
n?o estava equivocada, deliberadamente mudou de dire??o em uns cruzamento à frente.
O veiculo que estava em sua pista também mudou de dire??o, desafiando o sinal vermelho do
semáforo para continuar seguindo–a.
Ao notar isso, Olivia ficou tensa, seu corpo se preparou para a defesa, e acelerou o carro,
aumentando a velocidade.
acelerou e o cano atrás também, n?o era uma persegui??o discreta, era aberta e descarada.
Lembrando se do sequestro que sofreu no passado, Olivia sentiu se apreensiva, n?o ousou parar, e
continuou a aumentar a velocidade do carro na tentativa de despistar o perseguidor
Mas suas habilidades de condu??o eram limitadas e, por mais que tentasse, n?o conseguia se livrar
do carro que a seguía
Sem perceber, chegou a uma área mais afastada da cidade, onde, antes movimentada, a estrada
agora estava deserta, exceto por Olivia e o carro que à persequa
Consciente da situa??o ao seu redor. Olivia sentiu–se ainda mais inquieta. –
Enquanto pensava para onde deveria dingir–se em seguida, o carro atrás d acelerou, ultrapassou a
e, ent?o, bloqueou seu caminho, parando atravessado na sua frente.
O carro de Olivia ainda estava em alta velocidade e parecia que iria colidir, inalou un ar frio de
susto e pisou fundo no freia
O pneu do carro arranhou o asfalto, emitindo um ruido estridente, enquanto o odor de borracha
queimada se espalhava pelo ambiente. Instantes antes do impacto, o veiculo imobilizou–se por
completo.
P for?a da inercia, o corpo o de Olivia foi jogado para frente e imediatamente puxado de volta pelo
cinto de seguran?a.
bn?ou violentamente e ent?o parou, seu cora??o batendo acelerado enquanto olhava fixamente
para frente.
A pessoa que saludoo preto à frente era Marina, vestida uma saia de couro curta e uma
camiseta preta justa que destacava suas formas voluptuosas.
Era quem estava seguindo Olivia.
Manna caminhou até a porta dodo do motorista de Olivia e bateu no vidro.
Olivia permaneceu no carro, abaixando a jan uma express?o que mesva susto e imita??o, e
disse: “Marina, tem no??o do que está fazendo? Compreende o perigo disso?”
Com um semnte sombrio, Marina fez um sinal para Olivia sair do carro: “Desce, preciso fr
contigo.”
do carro. respondeu firmeza: “Se tem algo
Sua atitude era arrogante. Naqu estrada escura, Olivia, naturalmente, n?o sain para dizer, fale dal
mesmo. N?o desperdice meu tempo, preciso voltar para casal “Se você n?o salt, you incendiar seu
carro!” Marina amea?ou, retirando um isqueiro do bolso da s e acendendo–o. Inclinou a cabe?a
levemente e estourou uma bolha de chiclete que mascava, deixando a m?o cairo se fosse atear
fogo ao pneu do carro de Olivia. “Marina, você está loucal” Olivia exmou, nervosa e
apressadamente destravou a porta, empurrando–a para abrir.
n?o sabia o que estava acontecendo Marina, mas também n?o queria correr riscos. Se
Marina realmente incendiasse o carro, Olivia n?o teria tempo de escapar,
Quando Olivia saiu do carro, Marina apagou a chama do isqueiro ee?ou a mascar novamente o
chiclete, agora sem a bolha, e disse um tom fúnebre “Sabe onde estamos?”
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por causa do nervosismo que n?o fazia ideia de onde estava. respondeu: “O que
Olivia havia dirigido de forma t?o descontrda por você quer dizer me seguindo assim?”
Marina apontou para as profundezas da floresta escura e frondosa: “Ali, n?o reconhece mais?”
Olivia olhou na dire??o indicada por Marina. As árvores eram altas e a floresta densa era impossivel
ver o que havia dentro da mata, apenas uma escurid?o profunda que, se olhada aten??o, trazia
um medo intangivel.
Olivia desviou o olhar, franzindo a testa e perguntou caut: “é só uma floresta, o que tem de
especial?”
Marina soltou uma risada sarcastica: “E o cemitério de Sergio, vocêé realmente n?o se lembra.”
O qué, é o cemitério do Sergio?