Capítulo 1140
Jimena estava prestes a concordar quando Carlos a protegeu atrás de si, proferindo justi?a a
Franciety. “Tivemos uma briga fi vim sozinho para o bar me distrair, e velo atrás para ver o que eu
estava fazendo. Como já lhe disse entes, procurei aqu master no bar só para provocá.”
Ao ouvir as pvras de Carlos, Jimena ficou atordoada, olhando incréd para o perfil dele. Os
contornos do seu rosto eram marcantes e belos, exibindo uma suavidade feminina e ao mesmo tempo
o vigor masculino.
Essa beleza diabolicamente atraente fazia Jimena ficar cada vez mais intoxicada.
O que cle disse fez seu cora??o disparar. Ent?o ele tinha criado uma imagem diante de sua m?e de
que eles eram um casal apaixonado passando por uma briga.
Franciely estava cética. Seu olhar passou por Carlos e pousou em Jimena, que estava protegida atrás
dele, e perguntou: “Como você se sentiu ao vê–lo abra?ado a outra mulher, encenando uma farsa?
*
Jimena hesitou por um instante, sabendo que Franciely estava fndo . saiu de trás de
Carlos, os grandes olhos arregdos, e perguntou: “Tia, posso fr a verdade?”
“ro que deve fr a verdade. N?o vale a pena fr se for para mentir,” disse Franciely.
Jimena respirou fundo e de maneira franca disse a : “Eu quería castrá–lo, para ver se depois ele
ainda teria coragem de tocar er outra mulher!”
Carlos virou a cabe?a rapidamente em dire??o a Jimena e sussurrou, repreendendo: “Jimena!”
Sua voz era baixa, mas carregada de peso, ramente descontente as pvras d.
Franciely também ficou chocada. Seus belos olhos se fixaram em Jimena,o se tivessem ouvido
algo surpreendente.
Percebendo que a rea??o de ambos foi muito intensa, Jimena percebeu que tinha dito algo errado e
se apressou em dizer: “Foi só um pensamento de raiva. N?o pretendia realmente fazer isso. N?o
sou…
“Hahaha, você é muito parecidaigo quando eu era jovem,” Franciely de repentee?ou a rir
alto.
As pvras de explica??o de Jimena ficaram presas na garganta, e agora era quem estava
atónita.
“Vamos embora! Seu av? está esperando em casa,” Franciely mudou de assunto e entrou no carro
primeiro.
se sentou no carro à espera, e Carlos deu um passo à frente, dizendo: “Você vai na frente. Vou
levar e chegamos logo depois.”
“Está bem, mas se apresse, disse Franciely, e ent?o pediu ao motorista para partir.
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O carro de Franciely se afastou, e Carlos olhou para Jimena, que também o encarava. Eles trocaram
um olhar e de repente sentiu sua m?o ainda envolvida por uma palma úmida e quente,o se
tivesse sido queimada, seu cora??o tremendo, e rapidamente puxou sua m?o de volta.
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Carlos também percebeu que ainda estava segurando a m?o d e a soltou. Quando retirou sua
m?o, ele sentiu um vazio e fechou
a m?o no ar.
Soltando a m?o, ele disse: “Você é bastante severa, hein? Até pensou em me castrar.”
“Por que você n?o pergunta às mulheres que magoou se alguma ds n?o queria fazer o mesmo
você?” Jimena respondeu
um resmungo.
“Você fo se estivesse entre s, mas mal temos algo emum, certo?” Carlos arqueou uma
sobrancelha.
Jimena: “Ent?o você que vá para casa sozinho. N?o vou você!”
Dizendo isso, e?ou a se afastar, mas Carlos segurou sua m?o: “Estava só brincando. Por que
ficar t?o brava? N?o quer mais ver o Rafael?”
“Humph!” Jimena olhou para ele desprezo, soltou sua m?o ee?ou a caminhar rapidamente à
frente.
“Ei, meu carro está para estedo. Você está indo na dire??o errada,” Carlos chamou atrás d.
Jimena mudou de dire??o, e Carlos pegou as chaves para destravar o carro. Ao ver as luzes do carro
acesas, soube que era o carro de Carlos, abriu a porta e entrou primeiro/