Capítulo 1132
Coincidentemente, naquele momento o ?nibus parou em uma esta??o e Marina levantou–se, chutando
com o pé as pernas de Olivia que bloqueavam o caminho e saiu do ?nibus a passosrgos.
Enquanto o ?nibus retomava seu caminho, o cora??o de Olivia parecia ainda estar parado no mesmo
lugar, suspenso no ar, pesado e
dolorido.
Durante todo o dia, Olivia estava distraída e confusa,etendo erros frequentes nas tarefas que o
Vicente havia organizado para .
“Secretária Souza, você parece desanimada. Faltam apenas duas horas para o término do expediente.
Melhor ir para casa descansar agora” Vicenteentou ao observar os documentos que Olivia havia
trazido, repletos de erros de dígita??o, um ro sinal de que n?o estava bem.
“Sr. Fontes, vou ajustar o meu humor. Eu…” Olivia também queria trabalhar bem, mas n?o conseguia
se livrar daquele sentimento de tristeza e dor.
“Brigou o Daniel? Homens s?o fáceis de lidar, especialmente o Daniel. é só acariciá–lo um pouco
e tudo fica bem.” Vicente ergueu a cabe?a, já embarcando na fofoca.
O que fazer? Ele n?o conseguia conter sua curiosidade sobre o Daniel, e sem conseguir informa??es
valiosas diretamente da fonte, buscava alguma novidade através de Olivia.
Vicente sabia que n?o era certo, mas n?o podia resistir. Afinal, a pessoa que despertava seu interesse
em fofocar era o Daniel.
Olivia ficou surpresa. A mudan?a de assunto de Vicente foi rápida demais.
mal conseguia panhar o ritmo e viu Vicente um sorriso no rosto, ramente ansioso por
uma boa fofoca.
Olivia o lembrou: “Sr. Fontes, estamos fndo de trabalho.”
“Ahem…” Vicente se rp?s, percebendo que havia se entusiasmado demais a situa??o do
Daniel. Tossiu levemente para aliviar o constrangimento e disse: “Vá descansar agora. N?o há
problema. O restante do trabalho pode ser feito amanh?. N?o estou pressa.”
“Ent?o está bem. Obrigada Sr. Fontes.” Olivia n?o insistiu. estava em uma condi??o muito ruim
para continuar trabalhando eficientemente.
saiu do trabalho duas horas mais cedo e pensou em ir para a Vi Serenidade, mas as crian?as
ainda n?o tinham saído da esc.
Ent?o decidiu ir para o Porto Estr de Sol, mas Teresa ainda n?o havia terminado o expediente.
Teresa havia conseguido um empregoo faxineira e terminava seu turno às seis da tarde.
N?o importava para onde fosse, Olivia estaria sozinha.
As pvras de Marina naqu manh? haviam deixado Olivia um aperto no cora??o,o se
tivesse um tufo de algod?o preso na garganta.
Ao sair do Grupo Fontes, olhou ao redor, perdida,o se sua vida estivesse em umbirinto sem
saída.
Olivia olhou para o céu, respirou fundo e depois expirou, tentando aliviar o desconforto e a pesadez
em seu cora??o.
tentou várias vezes respirar fundo e expirar para acalmar–se, mas ainda se sentiao se
estivesse mergulhada em água salgada, aflita e profundamente triste.
w sa s
do em contato , e Olivia, por
Jimena.
Pegou o celr e ligou para Jimena. Ultimamente, Jimena estava muito ocupada e n?o tinha € sua
vez, estava t?o envolvida coisas menores que n?o havia encontrado tempo para ligar
Com uma esperan?a mínima, talvez Jimena n?o estivesse ocupada e pudesse conversar um pouco.
O celr tocou várias vezes e quando Olivia pensou que a chamada n?o seria atendida, ouviu a voz
de Jimena do outrodo da linha.
“Olivia, você me ligou! Que bom! Eu estava pensando em você, mas medo de te iodar“,
disse Jimena uma voz animada.
“Por que teria medo de me iodar?” Olivia deu um sorriso amargo: “Eu me tornei t?o inacessível
assim?”
“N?o é isso. Só estava preocupada de ligar bem quando você estivesse o Daniel. E você sabe
como ele é, assustador.” Respondeu Jimena, t?o otimista quanto sempre, fndo de forma alegre e
contagiante, o que facilmente elevava o humor de quem a ouvia.
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