Capítulo 1130
Naquele momento, Olivia estava preocupada por Iria, pensando que Daniel iria recusar e que Iria
ficaria desapontada a rejei??o.
Enquanto Olivia estava pensando em cómo aliviar o impasse de uma maneira tranqu,
Daniel baixou a cabe?a, abriu a boca eeu a colherada de arroz que Iria lhe ofereceu.
Olivia ficou ainda mais chocada do que antes. Como Daniel, que sempre prezava p limpeza e
parecia ter mania de limpeza, poderíaer o arroz que tinha tocado saliva ou catarro?
achou mais surpreendente do que ver o sol nascer do oeste.
Iria riu alegremente, uma risada cristalina, e uma voz suave perguntou: “Papai, está
gostoso? O arroz tem gema de ovo, queijo
e came…”
Como uma apreciadora de boaida, Iria conseguia identificar os ingredientes apenas provando um
pouco.
Daniel n?o gostava de doces, aida que tinha um sabor estranho na boca, mas vendo a aparência
feliz e fofa de Iria, ele respondeu calmamente: “Sim, está muito gostoso.”
Ao ouvir Daniel dizer isso, Iria cobriu a boca as m?os e riu. Seus olhos se curvaram e se
estreitaram em fendas, e as covinhas se aprofundaram em suas bochechas. estava
adoravelmente fofa.
Olivia, assistindo aodo, foi contagiada p felicidade de Iria, sentindo–se doce e alegre por dentro
também, e ao vero Iria estava feliz e fofa, sentiu seu cora??o quase derreter.
Olivia sorria os olhos curvados, assimo Iria, quando Daniel de repente levantou a tria e
sentou–se no lugar d, colocando Iria em seu colo.
Assim, Olivia acabou sentando–se junto a ele.
“Uau, eu amoer no colo do papai“, disse Iria, que p primeira vez desfrutava do tratamento de
sentar no colo de Daniel paraer, tanto surpresa quanto emocionada.
Dos quatro filhos, apenas Iria era a mais carinhosa. Quando Daniel a segurava em seus bra?os,
sentada à mesa de jantar, embora os outros três ficassem inveja, eles n?o disseram nada ou
lutaram pelo lugar.
Olivia estava intrigada, por que Daniel de repente pegou Iria no colo?
Ent?o o viu trazer uma tig de mingau doce e colocá na frente de Olivia, uma voz
magnética, disse: “Coma.”
Ele estava fazendo isso de propósito para ?
Olivia, surpreendida a gentileza, respondeu prontamente: “Bem, vamoser juntos.”
Olivia ainda era educada, pegou a colher ee?ou aer o mingau, a sensa??o doce e suave se
espalhando ps paps gustativas, descendo p garganta, umedecendo todo o es?fago de uma
maneira confortável.
No dia seguinte, Olivia acordou tarde. Quando se levantou, Daniel já tinha ido para a empresa e as
crian?as tinham ido para a
esc.
Depois do café da manh?, pediu a Fábio para levá para fora da Vi Serenidade, pegou um
?nibus na parada de ?nibus e foi
para a empresa.
No ?nibus, estava cheio de gente e n?o havia lugar para sentar. Um estudante do ensino médio
ceu seu assento a Olivia.
Olivia recusou educadamente, mas o estudante insistiu para que sentasse. Incapaz de resistir a
gentileza dele e, além disso, estava grávida,
ent?o n?o insistiu mais e sentou–se.
O ?nibus estava andando suavemente,
“Sérgio Griera já morreu. Como você consegue agiro se nada tivesse acontecido, feliz todos os
dias?”
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Aodo de Olivia, soou a voz de uma mulher contendo sua dor e raiva.
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A pvra Sérgio puxou os nervos de Olivia, que olhou rapidamente para odo, onde uma mulher
com um boné preto e cabelo preso em um rabo de cavalo saia do buraco do boné.
Sob a aba do boné, dois olhos brilhantes e hostis fixavam–se em Olivia.
Era Marina!
n?o dirigiu seu próprio carro, mas pegou um ?nibus. Seria apenas para encontrá?
Olivia encarou o ódio brilhante no fundo dos olhos de Marina e respirou um pouco mais pesadamente:
“Ninguém quería que isso
acontecesse *