Capítulo 1126
Olivia sentiu uma agita??o em seu cora??o e seus olhos se arregram, um brilho úmido,
enquanto olhava para Daniel. Seus olhos negros eram profundoso um abismo, e dentro deles,
uma onda de desejo que ele tentava reprimir.
Assimo naqu noite tempestuosa de cinco anos atrás, ele estava sobre , seus beijos
intensos sndo seus lábios, enquanto o r?o dos relampagos iluminava seus corpos entr?ados.
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Olhando para o rosto bem definido de Daniel, Olivia sentia suas emo??es transportadas de volta para
aqu noite, cinco anos atrás – o choque, o panico, o cora??o acelerado, todo o seu corpo envolto em
um perigo desconhecido.
A única diferen?a era que, cinco anos atrás, o perigo era ter o corpo tomado, mas agora, era o
cora??o…
O sopro quente de Daniel, incessante, soprava no rosto de Olivia, potente e dominador, fazendo seu
cora??o disparar, sua respira??o se prender…
Os olhos escuros de Daniel a observavam, vendo a cor rosada tomar conta de seu rosto, a fragrancia
feminina invadindo suas narinas, atraindo cada cél de seu corpo ao movimento.
Assimo há cinco anos, o corpo d estava fora de controle.
Daniel engoliu em seco, inclinou–se, capturou precisamente seus lábios e a beijou for?a.
“Uh…” Olivia foi pega de surpresa, os olhos arregdos, seus lábios capturados por ele, uma
sensa??o de formigamento se espalhou rapidamente de sua boca para todo o corpo, seu sangue
come?ando a fervilhar.
O beijo de Daniel era autoritário, vigoroso, conquistador. Em breve, Olivia teve sua respira??o
dominada por ele, o oxigênio se tornando escasso, a m?o livre, empurrou seu peito, mas ao
tocar sua pele fervente, seu dedo estremeceu, seu corpo tremia, e , aterrorizada, recuou a m?o,
com o cora??o palpitando.
Daniel, percebendo sua sensibilidade, sentia seu corpo queimaro fogo, Daniel envolveu os bra?os
ao redor da nuca d e intensificou o beijo, selvagem e frenético. Suas respira??es pesadas se
entr?aram.
N?o demorou muito para que Olivia fosse beijada até ficar atordoada, sua mente um emaranhado, até
mesmo a respira??o lhe faltava.
Daniel ent?o a soltou, seus lábios se separando, ainda conectados por um fio tênue. Seus lábios
úmidos deslizaram p bochecha d, chegando atrás de sua orelha, sua respira??o sussurrante na
delicada pele, fazendo Olivia encolher o pesco?o, respirando pesadamente.
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que outros meios você pensa em usar para me deixar, hm?” A voz rouca e grave de Daniel soou ao
seu ouvido, mordiscando seu lóbuloo castigo.
A consciência turva de Olivia lentamente se reagrupava, encolheu o pesco?o, a respira??o leve, e
lembrou–se das pvras que disse a Rodrigo, realmente as havia ouvido.
Olivia disse: “Eu Pensei que você e a Wilma estivessem de acordo, n?o seria melhor se eu desse
espa?o para vocês?”
havia dito aquilo a Rodrigo n?o apenas por uma reflex?o cuidadosa, mas também por um impulso
de despeito, algo que, tinha‘ que admitir.
Daniel pausou por um momento, suas pvras passando levemente por seu cora??o, fazendo–o
contrair.
“Se está t?o relutante, ent?o por que ajudá?” Depois disso, Daniel continuou a beijar a orelha d,
sua respira??o chegando perigosamente perto, a invas?o amea?ando a qualquer momento.
Olivia sentia cócegas intensas atrás de sua orelha e seu cora??o deu um pulo.
Daniel estava perguntando por que ajudou Wilma a se aproximar dele?
A consciência de Olivia despertou. O mal–entendido entre e Daniel erao uma folha de papel
de jan, se o perfurasse, tudo seria esrecido.
ajudou Wilma a se aproximar de Daniel porque Wilma a havia amea?ado um vídeo de sua
m?e. Para proteger sua m?e, n?o teve escolha a n?o ser fazer isso.
Mas se revsse isso, Daniel zombaria de sua m?e, a ridicrizaria, n?o seria isso outro golpe
para Teresa?
Antes, Daniel apenas pensava que Teresa e Gabriel mantinham uma r??o n?o resolvida e a
desprezava por isso. Se ele soubesse que Teresa havia sido for?ada por Gabriel, talvez ele sentisse
prazer em dizer que Teresa merecia.
Enquanto Olivia estava indecisa, ponderando se deveria contar a ele ou n?o…
Daniel, sua voz grave e rouca, soou: “Para fugir, n?o hesitou em me empurrar para outra pessoa,
hmm?”