Capítulo 1103
O motorista conduzia uma tens?o palpável, concentrado para n?oeter erros.
Após desligar o celr, Olivia sentiu–se aliviada da press?o fria e intimidadora de Daniel.
Agora que estava gr?vida, Daniel n?o podia fazer nada , e por isso decidiu que era hora de
fazer Daniel sentir o peso da opress?o.
Quanto às consequências que enfrentaria após o nascimento do filho, isso era uma preocupa??o para
o futuro. No momento, queria apenas desabafar.
“Olivia, o macarr?o está pronto. Venhaer.” Teresa apareceu um prato de macarr?o
tomate e ovos, um sorriso afetuoso no rosto.
Olivia virou–se e viu a express?o bondosa de sua m?e, respirou fundo e exalou todas as suas
inquieta??es. Onde estava sua m?e, havia conforto. N?o havia necessidade de se preocupar
outras coisas e estragar o ambiente aconchegante quepartilhavam.
“Estou indo.” Olivia levantou–se e aproximou–se da mesa, inndo o aroma tentador do macarr?o e
disse um sorriso: “Que delícia! Só minha m?e consegue fazer um macarr?o t?o saboroso. N?o se
encontra algo assim fora de casa.”
Teresa se sentiu lisonjeada o elogio, mas modestamente fingiu repreendê um olhar: “Você
só sabe bajr. Os chefs por aí afora, todas as suas variedades, n?o fazem um macarr?o melhor
que o de uma amadorao eu?”
“ro que n?o! Nenhum macarr?o tem o gosto do que a m?e faz. Só o da minha m?e tem esse sabor
especial.” Olivia sorriu docemente, seus olhos se curvandoo luas crescentes, num gesto mimado
e carinhoso.
“Iria, é exatamenteo você” Teresa riu e disse: “Coma logo antes que esfrie.”
“Certo.” Oliviae?ou aer o macarr?o, saboreando cada garfada entusiasmo. mal
haviae?ado quando a campainha soou, interrompendo–a: “Quem será a essa hora?” Olivia,
cautelosa, disse. Muitas coisas aconteceram recentemente, ent?o Olivia e Teresa estavam cautelosas
em abrir a porta, mantendo–se alertas o tempo todo.
s moravam no Porto Estr de Sol, um lugar conhecido por poucos.
Além disso, quem iria visitás t?o tarde?
Seria que Gabriel Dias tinha descoberto o endere?o ds?
N?vel(D)rama.Org''s content.
A possibilidade de ser Gabriel fez o cora??o de Olívia apertar, e se armou de defesa.
Teresa também pensou na mesma coisa, e sua express?o rxada de momentos atrás deu lugar ao
panico.
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O que vamos fazer… Teresa ficou pálida, e as m?ose?aram a tremer.
Wendo o estado de sua m?e Olivia sabia que Teresa ainda n?o havia superado o trauma de ter sido
agredida por Gabriel. Se o video vazasse ou a história se espalhasse, Teresa n?o suportaria a press?o
e poderia fazer algo desesperado.
Para evitar que isso acontecesse, Olivia estava fazendo o possível, até mesmo mentir e engenar
Deniel para manter o segredo a salvo.
Olivia segurou a m?o de Teresa, transmitindo seu calor e for?a: “M?e, Fique tranqu. Sente–se. Vou
ver quem é. A porta tem um olho mágico, e se for alguém que n?o queremos vert, podemos
simplesmente n?o abrir a porta. Vai ficar tudo bem.”
Teresa se acalmou um pouco, sentando–se ansiosamente, ouvindo o som da campainha
que soava novamente.
Olivia já estava na porta, também nervosa. A noite estava silenciosa, era hora de dormir quem poderia
ser?
temia ver o rosto da pessoa que desprezavao lixo.
Com os pés nas pontas, espiou pelo olho mágico e viu um rosto masculino tra?os marcantes,
olhos escuros e profundoso estrs no céu noturno.
Ao reconhecer quem era, o cora??o de Olivia estremeceu.