Capítulo 1101
“N?o, eu nem ousaria ficar irritada. N?o tenho nem o direito de decidir por mim mesma,o teria o
direito de ficar irritada? Se n?o há mais nada, vou desligar.”
“Espere!” A voz autoritária de Daniel Griera chegou em tempo.
Olivia Souza apertou o celr, mas no fim n?o teve coragem de desligar abruptamente. Respirou
fundo, tentando suprimir o desconforto no peito, e disse: “Sr. Griera, há mais alguma coisa?”
“Onde está? Vou te buscar.” Daniel n?o deu espa?o para discuss?o.
‘Estou no Grupo Fontes, fazendo hora extra.” Olivia disse isso de propósito e desligou o celr logo
em seguida.
Desde que o cr nuvem que Daniel o havia dado, contendo um localizador, foi derretido, ele n?o
conseguia mais determinar a localiza??o exata d.
Olivia n?o queria que Daniel fosse buscá. precisava de um tempo para esfriar a cabe?a. Além
disso, mesmo que n?o pudesse escapar, por que tudo deveria estar
sob o controle de Daniel?
Depois de desligar o celr, Olivia pegou um táxi e forneceu o endere?o do Porto Estr de Sol,
querendo voltar para passar um tempo sua m?e.
Sempre que se sentia extremamente abda, buscava o ombro de sua m?e para se apoiar, para
ser mimada. Mesmo que fosse repreendida ou reprimida, se sentia em
paz.
Pelo menos, sabia que ainda tinha uma m?e, que era uma crian?a amada por sua
m?e.
O amor realmente pode curar tudo, especialmente o amor dos pais.
Enquanto os pais est?o vivos, a vida parece ter um destino; quando se v?o, resta apenas o caminho
de volta. Com os pais vivos, sempre seria uma crian?a, amparada pelo amor deles. Se os pais se
fossem, tudo o que lhe restaria seria a solid?o e a coragem.
Por isso, mesmo que tivesse que se esfor?ar ao máximo, ainda quereria proteger Teresa Rocha,
n?o a deixaria se perturbar, e n?o deixaria o vídeo vazar
N?o demorou muito para Olivia chegar ao Porto Estr de Sol. As luzes da casa estavam acesas.
abriu a porta e viu Teresa sentada sozinha no sofá, imóvel, perdida em pensamentos, solitária e
mncólica.
Naquele instante, o cora??o de Olivia doeu.
falou: “M?e, por que você ainda n?o foi dormir?”
Ao ouvir a voz d, Teresa voltou a si, virou a cabe?a e, ao vê, seus olhos sem brilho
10-00
panharam vida e un sorriso turitnou seu roeta: Olivia, vock vellou. Pensei que vock hyvase ido para a
Vi Serenidado nje.”
Quando Olivia estava no hospital, Teresa cuidava d todos os dias. Depois que receber alta e estava
ansiosa para voltar an trabalho, Teresa n?o a impediu, sabendo que lide precisava de seguran?a e
que, sem um emprego, n?o teria renda
Para aquem sem apoio, perder a renda éo ver o céu desabar
Esperando por muito tempo e sem o retorno de Olivia, Teresa assumiu que ele tinha para a Vi
Serenidade, mas voltou.
“Hoje n?o vou para a Vi Serenidade. Quero voltar para ficar você Olivia disse um sorriso
nos lábios, sentou–se aodo de Teresa no sofá, pegou seu bra?o e encostou sua cabe?a no cotovelo
d, agindoo uma crian?a mimada.
Teresa sorriu indulgência: “Olha só para você, ainda parece uma crian?a…
“Eu sempre serei a crian?a da mam?e.” Olivia disse, sorrindo
“Isso é verdade. Jáeu?” Teresa perguntou um sorriso feliz.
“Ainda n?o. Trabalhei até mais tarde. Estou cansada e fome.” Olivia fez beicinho; diante de sua
m?e, podia ser mesma.
“é tarde e você ainda n?oeu, deve estar faminta. Vou preparar algo para vocêer.” Teresa
levantou–se e foi para a cozinha
Olivia sentou–se no sofá, entediada, quando seu celr tocou. Era Daniel ligando
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novamente.
hesitou antes de atender.
Do outrodo da linha, veio a voz grave e fria de Daniel: “N?o há ninguém na empresa Grupo Fontes,
onde você está de verdade?”
Olivia: ……*
Ele realmente tinha ido ao Grupo Fontes buscá?