Capítulo 1061
Mais cedo ou mais tarde, teria se sufocado e perdido a cabe?a se continuasse assim. Mas isso,
Olivia–n?o poderia contar a Daniel Griera..
Após ponderar, Olivia Souza olhou nos olhos de Daniel e disse: “Se você soubesse que eu estava
grávida e eu te contasse, você se casariaigo? Se você me desposasse, eu n?o iria embora.”
Seus olhos límpidos e sérios o encaravam enquanto pronunciava as pvras chs. de
sondagem.
E assim,n?ava a quest?o para ele.
sabia muito bem que ele nunca a desposaria; ele a havia advertido mais de uma vez para que n?o
almejasse o título de Sra. Griera, pois estava fora de seu alcance.
O Velho Sr. Griera também a havia alertado. A mo?a simples vinda do interior n?o era digna de Daniel,
a mulher quem Daniel deveria casar–se teria de ser uma dama da alta sociedade, alguém à sua
altura.
só podia estar aodo dele gra?as à sorte de ter tido quatro filhos.
Mesmo n?o sendo filha de Gabriel Dias, Daniel jamais a desposaria!
havia feito a pergunta de propósito e para esconder seus verdadeiros pensamentos do contínuo e
agressivo questionamento de Daniel.
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Ao olhar nos olhos sinceros e límpidos de Olivia e ouvir a pergunta que fazia, os olhos. profundos
de Daniel escureceram, e os contornos definidos de seu rosto se tensionaram bruscamente.
Ele já havia pensado em desposá. Quando soube p primeira vez, cinco anos atrás, que era a
mulher que o havia salvo seu próprio corpo, pensou em levá para conhecer sua familia e
discutir o casamento.
Mas ent?o descobriu que era filha de Gabriel, o homem que ele mais odiava em toda a sua vida, e
passou a detestá também! Casar–se tornou–se impossível.
Mais tarde, ao saber que havia dado à luz secretamente quatro de seus filhos, ele
pensou novamente em casar–se .
No entanto, ele acabara de descobrir que era a mulher p qual seu sobrinho Sergio Griera ainda
suspirava; Eles haviam namorado por dois anos, fdo em casamento e se amado.
Mesmo separados por um mal–entendido cinco anos atrás, seus cora??es ainda estavam juntos.
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Ompitulo 1061
Toda vez que Olivia tinha qualquer contato Sergio, Daniel sentia–se pesaroso e irritado,
consumido por uma raiva louca.
As pvras que seu pai havia lhe instruido vinham à mente de tempos em tempos.
Seu pai uma vez lhe dissera: “Daniel, nunca despose uma mulher que n?o tem você em seu cora??o,
ou seu destino será t?o trágico quanto o meu.”
Ele acordava frequentemente de pesadelos onde seus pais morriam em um terrivel acidente de carro.
Os olhos profundos de Daniel encararam os olhos sérios de Olivia, sua vis?o profunda coberta por
uma escurid?o pesada,o um buraco negro, insondável.
“Você deve estar fome, o que gostaria deer?” Após alguns segundos de olhar fixo, sem
responder diretamente à pergunta d, sua voz baixa e magnética expressava ? preocupa??o.
Olivia teve um sobressalto,o se despertando, e escondeu a expectativa que n?o deveria ter em
seus olhos, dizendo: “Um mingau de carne magra ovos de codorna estaria bom.”
n?o se importava que ele n?o tivesse respondido à sua pergunta, parecia irrelevante, mas a
decep??o que pesava em seu cora??o era t?o densa quanto uma pedra, pesada e profunda.
Depois que falou, Daniel pegou o telefone e fez uma liga??o.
Em breve, alguém trouxe o mingau de ovos de codorna e carne magra, e Olivia se sentou paraer
sozinha.
“N?o se mexa, só abra a boca.” Daniel segurou a tig, serviu o mingau e o levou até a boca de
Olivia, insistindo em alimentá ele mesmo.
Olivia estava frustrada; apenas sentia dor de est?mago, n?o erao se n?o pudesse usar as
m?os paraer.
Mas Daniel era t?o dominador e autoritário que se viu sem condi??es de protestar e simplesmente
abriu a boca, aceitando o mingau que ele trazia até .
Daniel, em um raro momento de paciência, colher por colher, moveu–se sem pressa e gentilmente a
alimentou.
A luz do sol entrava p jan, iluminando ambos, criando fios suaves de uma luz que transmitia uma
sensa??o de paz e tranquilidade temporal.
Por um momento, Olivia teve a ilus?o de que via a si mesma no futuro, doente e hospitalizada,
Daniel sentado ao seudo cuidando d.
Os pensamentos de Olivia se perdiam ao longe.
Uma voz barulhenta e exigente invadiu o quarto do hospital: “Daniel, venha cá, você precisa me
explicar, aqu caixa de anticoncepcionais na casa da Três Anéis é de quem?!”