Capítulo 1048
Daniel fixou um olhar profundo e sombrio, exndo um frio que impunha uma press?o amea?adora ao
seu redor.
Ele n?o respondeu a Iria; sua presen?a n?o era motivada porzer. Ele também n?o acreditava que
Olivia trouxesse as crian?as para cá esse intuito!
Joel, que estava brincando um modelo de avi?o, também se surpreendeu. Ao ver Daniel, os olhos
negros do menino brilharam, e o fascínio pelo modelo de avi?o desvaneceu–se de imediato. Ele
correu em dire??o a Daniel suas curtas perninhas.
“Papai, você chegou!” Joel correu até Daniel e abra?ou sua perna, esfregando a cabe?a contra
num gesto repleto de carinho pelo pai.
Heitor, de m?os dadas Inês, saiu do quarto. Seus olhos infantis olharam para Daniel, mas n?o
mostraram a mesma alegria efusiva que Iria e Joel.
Heitor, uma express?o séria, observou Daniel as bochechas indas, escondendo
seus pensamentos.
Inês, seu rosto infantil e adorável, exibia uma alegria contida, os olhos cheios de felicidade,
mas se restringindo a olhar para Daniel.
Nesse momento, Teresa apareceu no quarto e, ao ver Daniel no sagu?o, soltou um grito abafado,
quase sem conseguir recuperar o f?lego de tanto susto.
respirou profundamente antes de fr.
Com receio, olhou para Daniel, os lábios tremendo: “Você, você, você,o chegou t?o rápido!”
pensara, conforme Rodrigo havia assegurado, que eles tinham escapado do alcance visual de
Daniel e que poderiam desfrutar de paz naquele local.
O sonho durara apenas algumas horas, nem sequer uma noite inteira, e já se transformara
em po
Daniel os havia localizado!
E aparecido de surpresa na Vi!
O olhar intimidador de Daniel a varreu por um instante, fazendo Teresa estremecer de medo e ficar
sem pvras.
A presen?a de Daniel era avassdora, algo que pessoasuns n?o poderiam enfrentar.
Percebendo que as crian?as, Olivia e Teresa estavam presentes, a ira em seu cora??o intensificou–se,
amea?ando transbordar.
Seu olhar caiu novamente sobre Rodrigo, barrando o caminho de Olivia: “Saia da frente!”
Rodrigo sentiu o cora??o afundar a presen?a imponente de Daniel, mas n?o se moveu.
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Tendo prometido ajudar Olivia, ele se manteve firme.
“Daniel, você n?o tem nenhum vínculo Olivia, que direito tem de controlá?” Rodrigo
encarou Daniel.
A tolerancia de Daniel se esgotoupletamente. Sem mais pvras para Rodrigo, ele ordenou ao
seu seguran?a: “Jogue–o para odo, quebre suas pernas!”
Uma seguran?a se aproximou e segurou Rodrigo firmemente, deslocando–o.
Enquanto Rodrigo era arrastado para odo, protegendo Olivia, ele trope?ou. O bloqueio entre Olivia e
Daniel foi removido, e a vis?o reou. Olivia, no entanto, ficou t?o abda que perdeu o controle.
“Ai!” Rodrigo gemeu de dor ao ser golpeado pelo seguran?a.
Olivia arregalou os olhos e correu até o seguran?a, tentando desesperadamente tirá–lo de cima de
Rodrigo.
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‘N?o batam nele, por favor, n?o batam nele!” Olivia implorou enquanto tentava intervir.
Mas o seguran?a n?o a ouvia, continuando a golpear Rodrigo, que gemia a cada soco.
Quanto mais Olivia observava, mais desesperada ficava. estava angustiada, incapaz de mudar
a situa??o, e em um ímpeto, abra?ou Rodrigo, usando seu próprio corpo para bloquear os socos do
seguran?a.
No momento em que Olivia o protegeu, o cora??o de Rodrigo estremeceuo se uma pedra tivesse
sido jogada em umgo tranquilo, criando ond??es. Seu corpo ficou rígido. Quando o punho do
seguran?a estava prestes a atingir as costas de Olivia, hesitou,
buscando a aprova??o de Daniel. Olivia estava protegendo Rodrigo; deveriam prosseguir a
agress?o?
Cap