Capitulo 1036
Daniel pisou fundo no acelerador e o carro deslizou ps estradas mais rápido que um avi?o, rumo à
mans?o Porto Estr de Sol.
Olivia dirigia os quatro filhos e Teresa ao seudo, n?o ousando acelerar excessivamente,
mantendo uma velocidade segura até chegarem à mans?o Porto Estr de Sol.
Assim que entraram no pátio, a vis?o diante deles fez Olivia gritar,pletamente surpreendida.
“Uau, um avi?o! é um avi?o de verdade!” Joel abriu a boca em espanto, incapaz de contrr sua
express?o. Ele já tinha se divertido muitos avi?ezinhos, mas era a primeira vez que via um de
verdade.
“é mesmo, um avi?o de verdade!” Heitor ecoou, surpreso.
Heitor era um entusiasta deputadores, mas, mesmo todo seu conhecimento, essa era a
primeira vez que ele via um avi?o, t?o fascinante quanto descobrir um novo mundo.
“Ah, ent?o é isso que é um avi?o.” Iria, a menina, n?o tinha muito interesse em máquinaso
avi?es, sua curiosidade era timida.
“Será que é o papai que chegou?” Inés levantou a pergunta, sabendo o qu?o incrivel era o pai deles.
Será que o avi?o era dele?
Ao ouvir a pergunta de Inês, o cora??o de Olivia acelerou. Ainda n?o tinha certeza se era Daniel quem
havia chegado, mas só de ouvir o nome dele, sentia panico e temor.
também reconheceu que apenas pessoas ricas e poderosas possuíam avi?es particres. Daniel,
com sua posi??o e riqueza, era uma das poucas pessoas que poderiam ter um assim.
Era a primeira vez que as crian?as viam um avi?o particr, mas n?o era novidade para . Naqu
vez em que Gabriel a sequestrou para um hotel, Daniel a resgatou de helicóptero.
havia visto Daniel manobrar um helicóptero, cercado por um séquito de seguran?as, uma vis?o
imponente. Só alguémo Daniel poderia exibir tal esplendor.
Olivia vasculhou ansiosamente ao redor do pátio, tentando identificar o dono do avi?o.
“Estou aqui dentro do avi?o, venha as crian?as, vamos partir logo.” A jan do avi?o se abriu, e a
voz
de um homem ressoou.
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Olivia olhou na dire??o da voz e viu o rosto calmo e bonito de Rodrigo.
Era ele mesmo.Com isso, o cora??o apertado de Olivia finalmente se acalmou.
pegou as m?os de Iria e Inês e caminhou em dire??o à entrada do avi?o. “Meus amores, hoje à
noite vamos partir, e depois vamos vivero antes, uma vida tranqu e felizo a de Inês.”
n?o d
Iria parou abruptamente, segurando a m?o de Olivia for?a, interrompendo os passos da m?e.
parou e olhou para baixo, encontrando o rosto confuso de Iria, que perguntou uma voz suave:
“Mam?e, e o papai, n?o vai a gente?”
“é, o papai n?o vai?” Inés também perguntou, interesse.
Ao ouvir essa pergunta, o cora??o de Olivia sentiu uma picada aguda, masera dominado por um
sentimento de impotência.
se agachou à altura de Iria e In?s, olhando nos olhos ds, e disse: “O papai está muito ocupado,
n?o tem tempo para vir conosco, e eu só posso levar vocês.”
“Por qué?” Inés perguntou, ainda confusa.
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Antes que Olivia pudesse responder, os olhos de Iria iluminaram–se e disse: “Ah, eu sei, o pai e a
m?e ainda n?o s?o casados, n?o podem morar juntos, ent?o só podemos morar um deles.”
Muitos dos colegas de Iria na pré–esc tinham pais casados e moravam juntos.
Um colega da pré–esc, Thiago, contou–lhe que seus pais se amavam muito e todos viviam juntos e
felizes.
“Por que só podemos morar um?” Inês n?o entendia.
Iria,o uma pequena adulta, explicou: “Porque pai e m?e n?o s?o casados, ent?o n?o s?o uma
família. Eles s?o duas famílias separadas. Ou ficamos o pai ou a m?e, só podemos escolher
assim. Samara, minha colega da pré–esc, teve os pais divorciados e agora só pode ficar
um deles.”
“Ent?o por que pai e m?e n?o se casam?” Inês perguntou, olhando para Olivia olhos escuros e
inocentes.
Se o pai e a m?e se casassem, eles poderiam viver juntoso uma família.
Olivia, amargura evidente em seu semnte, preparava–se para fr, quándo Iria, sua
compreens?o ium para uma crian?a, interrompeu, dizendo: “Por que você n?o gosta do papai,
mam?e? Será que nunca existiu amor entre vocês dois?”