Capítulo 1034
Grupo Mendes International Hotel, quarto 2809.
Após ter expulsado Wilma, Daniel sentia um calor insuportável tomando conta de seu corpo, seu rosto
gnte tingido de vermelho p bebida, mas seus olhos profundos exibiam uma frieza cortante. Suas
m?os tensionavam os len?óis, veias pronunciadas em seus dorsos, e ao redor dele emanava uma
aura de. gelo e fogo.
Já faziam mais de vinte minutos que Olivia havia saído, superando em dez vezes o tempobinado!
Daniel sabia que Olivia o tinha deixado sozinho no hotel.
Uma raivatenteo consumia por dentro.
O calor de seu corpo amea?ava consumi–lo por inteiro.
Levantando–se, Daniel foi ao banheiro, despiu–se e ligou o chuveiro, deixando a água fria correr sobre
seu corpo na tentativa de dissipar o calor que sentia.
Mas a água em temperatura ambiente era inútil contra o calor de sua pele, até mesmo parecendo
esquentar–se ao entrar em contato seu corpo abrasador, gerando vapores brancos ao seu redor.
Com os dentes cerrados e um olhar sombrio repleto de indigna??o, as linhas de seu rosto estavam
tensionadas a ponto de parecerem prestes a se quebrar.
Ele ficou sob a água fria, suportando o banho até sentir uma ligeira melhora no calor que sentia,
desligou o chuveiro, secou–se, vestiu–se e deixou o quarto.
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Olivia tinha ousado abandoná–lo e permitir que Wilma encontrasse brechas para entrar em seu quarto!
estava brincando fogo!
Afinal, ele havia sido muito indulgente !
Assim que Daniel chegou ao estacionamento subterraneo no primeiro subsolo, um enxame de
repórteres o cercou, bloqueando seu caminho.
“Sr. Griera, sob a Montanha de Lamina, funcionários do hotel em conluio estranhos sequestraram
várias mulheres, causando danos. Foi você quem encontrou as evidências e denunciou o hotel,
trazendo justi?a aos culpados. Você é um jovem presidente t?o promissor e justiceiro. Poderia nos
contaro você suspeitou que havia algo errado o hotel aos pés da Montanha de Lamina e
como conseguiu as provas?” perguntou o repórter que se adiantou, aguardando ansiosamente p
resposta de Daniel, estendendo o microfone em sua dire??o.
Com um olhar profundo e contido, Daniel fitou o jornalista um olhar gdo e furioso, fazendo o
repórter tremer involuntariamente e baixar o microfone quase sem for?as.
Sempre haverá repórteres destemidos buscando uma história exclusiva. Outro se adiantou, pensando
ser esperto ao perguntar: “Sr. Griera, sua presen?a no hotel sob a Montanha de Lamina foi
coincidência ou havia algum motivo específico para sua visita? Estava investigando os segredos do
hotel ou existe algum conflito entre você e o proprietário?”
O jornalista foi além dos fatos e tocou em quest?es pessoais.
“De onde vieram estas ordens?” a voz baixa e gda de Daniel soou, seu olhar afiadoo uma
lamina, causando panico.
O repórter, que a princípio achou que tinha feito uma boa pergunta e mantinha um sorriso, sentiu o
peso do olhar prante de Daniel e deixou o microfone cair, seu sorriso congndo em terror
enquanto se
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agachava rapidamente para pegá–lo.
Sempre haverá jovens destemidos, ansiosos para se adiantar e ficar frente a frente Daniel,
perguntando: “Ouvimos que o proprietário do hotel confessou pessoalmente à polícia que estava
ciente das a??es ilícitas dos funcionários. Como você, Sr. Griera, desempenhou um papel nessa
confiss?o?”
Daniel, suportando a sensa??o de queimar por dentro, continha a raiva de ser obstruído.
Sua presen?a era fria e durao geada, a tens?o de sua raiva contida permeava o ar, diminuindo a
press?o atmosférica e tornando o oxigênio escasso, fazendo todos ao seu redor respirarem mais
devagar, segurando a respira??o.