Capítulo 941
“A quem desejas casar–te?” perguntou Daniel Griera, uma express?o sombria e um olhar
agu?adoo o de uma águia, que a perfuravao uma lamina de gelo.
“Eu, eu n?o sei…” A respira??o de Olivia Souza era pesada, suas m?os agarravam–se às pontas da
roupa dele, apertando–as e tremendo levemente.
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“Ah, ilus?es!” Uma luz fria passou pelos olhos sombrios de Daniel, e num gesto brusco, arrancou as
vestes d.
“Ah…”
Olivia despertou, movendo–se ligeiramente, sentindo uma dor intensa por todo o corpo, contraindo
suas sobrancelhas delicadas.
Aguentando a dor e o desconforto, virou a cabe?a para odo e algo n?o parecia certo atrás de
sua nuca; estava deitada sobre um bra?o. Aquele bra?o, musculoso e forte. transmitia uma
sensa??o intensa de seguran?a.
As imagens da noite anterior rvam rapidamente em sua mente.
Daniel estava furioso no banheiro, pressionando–a contra a parede, e , incapaz de resistir, agarrou–
se ao seu pesco?o, inclinando a cabe?a para trás, a boca entreaberta, fixando os olhos nas luzes
do teto que bn?avam.
A água do chuveiro caía sobre os dois, enchendo o quarto um calor intimo.
Depois, na cama, Daniel segurou sua cintura, entr?ando -a n de forma inescapável.
Olivia sentiuo se tivesse deixado escapar metade de sua vida.
E, no final, desmaiou.
A memória da noite era dolorosa, profunda.
Olivia sobressaltou–se, sua consciência rapidamente se reou e abriu os olhos para ver o rosto
de Daniel, tra?os definidos e extraordinariamente bonito. Seu nariz era alto e reto, seus lábios
finos e sensuais, e suas sobrancelhas espessas,binando beleza virilidade.
Isso fez que a respira??o de Olivia falhasse e seu cora??o disparasse.
Mesmo os olhos fechados e uma express?o de sono, podia sentir o grande perigo que
emanava dele.
Um perigo que poderia fazê perder uma camada de pele e a for?a para viver.
Olivia se levantou repentinamente.
Assim que se moveu, a m?o em sua cintura agiu rapidamente, trazendo–a de volta para
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deltar–se ao seudo.
Uma voz rouca soou: “Para onde vais?”
Seus olhos profundos e tranquilos se abriram.
A temperatura ao redor caiu vários graus instantaneamente, fazendo que o cora??o de Olivia
tremesse e sua respira??o paralisasse.
Com o cora??o batendo de forma irregr, respondeu: “Levantar–me para mevar.”
A m?o de Daniel em sua cintura finalmente rxou.
Percebendo a mudan?a na press?o de sua m?o, rapidamente se levantou, deitando–se de frente
para ele, pronta para enfrentar o perigo de ser destro?ada.
n?o conseguia encará–lo por mais um segundo.
Assim que se sentou, o cobertor escorregou de seu corpo e uma onda de frio tocou sua pele.
Ao perceber seu estado, Olivia inspirou profundamente e rapidamente levantou as m?os, abra?ando–
se.
Olhando para trás, em panico, encontrou os olhos profundos de Daniel. Seu sorriso eral leve, mas
seus olhos eram frios: “Que parte de ti eu n?o vi? Há necessidade de te esconder?”
Com essas pvras, ele se levantou ee?ou a se vestir diante d.
Olivia prendeu a respira??o e rapidamente desviou o olhar.
Envolvendo–se no cobertor, saiu da cama, suas pernas tremiam e quase caiu.
Daniel estendeu o bra?o e a envolveu, sua voz magnética constrangendo: “Ainda consegues andar?
Parece que n?o foi suficiente…”
Olivia ficou desconcertada, seu cora??o disparou e rapidamente disse: “N?o, minhas pernas est?o
t?o fracas que mal posso ficar de pé, você n?o vê?”
O olhar profundo de Daniel fixou–se n: “Ainda n?o aprendeste a li??o?”
Olivian?ou lhe um olhar severo e pegajosa!”
O empurrou: “Eu vou tomar um banho, estou me sentindo
e?ou a andar para a frente, mas suas pernas estavam t?o fracas que teve que se apoiar
em algo rapidamente.
De repente, se sentiu leve, sendo levantada nos bra?os.
Olivia instintivamente agarrou–se ao pesco?o de Daniel e, quando percebeu que era ele quem a
segurava, seu corpo congelou e disse, em panico: “Solte–me, eu posso ir sozinha!”
Um olhar intimidador de Daniel a encarou, deixando–a atordoada e franziu as sobrancelhas, sem
ousar pronunciar outra pvra.