Capítulo 927
Olivia apressou–se em dizer: “N?o é necessário, deixa o Fábio nos levar a van, você tem estado
t?o ocupado o trabalho, melhor n?oprometer seu tempo.”
ergueu o rosto, encarando–o enquanto fva.
Daniel baixou a cabe?a, seu olhar intenso e levemente rouco encontrou o d, seu hálito poderoso e
quente borrifado em seu rosto: “Tem certeza de que n?o precisa?”
“Tenho certeza, voltaremos em dois dias.” Olivia exibia um brilho líquido nos olhos, enquanto
observava o olhar de Daniel se aprofundar cada vez mais.
O cora??o de Olivia batia acelerado, seu corpoe?ou a temer que ele mudasse de ideia, se
ergueu na ponta dos pés e deu–lhe um beijo rápido nos lábios: “Eu sabia, você é o melhor, estou indo,
nos vemos em dois dias.”
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Depois de dizer isso rapidamente, girou e deixou o quarto apressadamente.
Os olhos escuros de Daniel seguiram sua figura deixando o quarto, sua garganta se moveu, seu corpo
fervendo de calor.
Mas ele se esfor?ou para suprimir esse sentimento.
Depois de descer as escadas, Olivia se apressou para reunir as crian?as no jardim: “Amores,
podemos ir para a casa da vovó agora.”
Joel, segurando uma b de futebol, hesitou por um instante, depois jogou a b para odo e correu
em dire??o a Olivia, rndoo uma pequena b: “Oba, que demais,
mos ver a Vovó.”
“Mam?e, espera por mim, eu também quero ir!” Iria correu loucamente em dire??o a Olivia, temendo
ficar para trás.
“Eu também quero ir!” Inês disse, ansiosa, seu rostinho ficou vermelho enquanto corria em dire??o a
Olivia.
Heitor, sem dizer uma pvra, também acelerou o passo em dire??o a Olivia.”
A b de futebol a qual eles estavam brincando rolou para odo, esquecida por todos.
Olivia saiu o alegre grupo de crian?as.
Daniel ficou de pé diante da jan panoramica do segundo andar, observando a van de babá deixar o
pátio, seus olhos profundos e sombrios refletiam a luz do p?r do sol, trazendo um toque de calor.
“Nossa, a casa da vovó é linda.” Iria parou na mans?o, sua boquinha formando um “O“, grande o
suficiente para colocar um ovo.
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E enorme. Vovo, você ficou rica?” Joel também exmou, seus olhos Infantis e escuros sorrindo para
Teresa.
Teresa Hu tanto as pvras Inocentes deles que mal conseguia fechar a boca.
“Hehe, vocês gostaram? Agora vocês ter?o mais espa?o para brincar.” Teresa disse sorridente.
“Sim, adoramos, mas gostamos mals da vovó. Onde a vovó estiver, é lá que queremos estar..” tria
acenou afirmativamente, suas pvras Infantis arrancando sorrisos dos outros.
Teresa gou carinhosamente o rosto de Iria: “Menina doce, a vovó adora você.”
“Vovo, você n?o gosta de mim?” Joel olhou para cima, em busca de aten??o.
“Gosto, gosto, ro que a vovó também gosta de você.”
“E eu?” Inês n?o queria ser esquecida..
“E eu?” Heitor falou raramente.
Teresa abra?ou todos eles, dando um beijo no rostinho de cada um: “Gosto de todos vocês, gosto de
todos, vocês s?o os tesouros da vovó, eu gosto de todos vocês.”
“Isso é ótimo!” Joel expressou sua alegria.
Olivia observava Teresa interagindo as crian?as, um sorriso incontido em seu rosto, sem mals
sinais de tristeza.
Com um sorriso nos lábios, Olivia sentiu seu cora??o se acalmar.
“Mam?e, queremos dormir você e a vovó esta noite.” Os olhos inocentes e brilhantes. de Iria
olharam para Olivia, a menininha sentindo saudades da m?e e da avó, desejando estar próxima a
s. “Com certeza, vovó ficará feliz em dormir vocês.” Teresa respondeu sorridente, antes se
sentia iodada a agita??o dos quatroos, agora quanto mais
olhava, mais gostava.