Capítulo 895
sorriu e assentiu a cabe?a: “Está bem, mais tarde levarei as crian?as de volta.”
Teresa, que também estava bastante ansiosa, ao ouvir isso, rxou e sorriu para as crian?as.
“Que bom, eu amo o papai!” Iria batia palmas animadamente,o a de um passarinho livre.
Fabio dirigiu levando Olivia, as crian?as e Teresa até a Comunidade Lejá.
Ainda bem que era uma van de sete lugares, caso contrário, tantas pessoas realmente n?o caberiam.
Chegando à Comunidade Lejá, após Olivia e as crian?as descerem do carro, Olivia disse a Fábio: “Sr.
Fulvio, pode voltar agora, mais tarde eu chamo um Uber para levar as crian?as.”
Fábio respondeu: “Uber? Isso n?o pode ser. Você me liga antecedência, que eu venho buscá–
los.”
“Isso também serve.” Olivia concordou, já que seria um poucoplicado para sozinha cuidar das
quatro crian?as em Uber. Ter alguém para buscá–los era, naturalmente, muito mais conveniente.
Depois disso, Fábio foi embora o carro.
Olivia e Teresa, cada uma segurando a m?o de duas crian?as, caminhavamo antes, os
adultos andando firmemente e as crian?as pndo à frente,, em harmonia, se dirigia para
casa.
As crian?as tagarvam alegremente ao longo do caminho.
Subindo os degraus, chegaram ao andar onde moravam e de repente viram uma figura à espera na
porta.
Reconhecendo quem era, Olivia rapidamente parou, apertando a m?o das crian?as, olhando vignte
para ele.
“O que você está fazendo aqui?” Teresa também notou a chegada, imediatamente escondeu as
crian?as atrás de si, uma express?o de raiva e hostilidade.
Gabriel, ao ver Olivia e depois olhar para Teresa, percebeu o tom severo d, mas ainda assim sorriu,
olhando para as crian?as atrás d e aodo de Olivia.
“Estes s?o meus quatroinhos, que lindos que s?o.” Falou, estendendo a m?o para tocar nas
bochechas rechonchudas de uma das crian?as.
No segundo em que ele estendeu a m?o, Olivia rapidamente escondeu as crian?as atrás de si,
evitando seu toque.
Suas crian?as eram t?o inocentes e adoráveis,o poderiam ser tocadas por alguém t?o
desprezível?
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Capitulo 895
Olivia fixou um olhar brilhante e defensivo em Gabriel: “N?o toque nos meus filhos suas m?os
sujas!”
Gabriel teve ummpejo de palidez e rigidez no rosto, que passou rapidamente, mantendo o sorriso,
aparentando ser gentil, mas na verdade astuto.
“Olivia, vejao você f, afinal de contas, sou seu pai,o pode fr assim?”
“Cale–se! Você n?o é o pai da Olivia! Olivia é minha filha outro homem, n?o é sua parente!!”
Teresa falou raiva.
Em suas pvras, havia rancores novos e antigos.
Ao ouvir isso, a express?o de Gabriel endureceu rapidamente, tornando–se amea?adora, e ele olhou
para Teresa olhos furiosos: “O que você disse? Repita!”
Gabriel permitia a si mesmo trair uma mulher, mas n?o tolerava a trai??o d, mesmo que fosse
apenas em pvras, ele ficaria imediatamente raiva.
Especialmente Teresa, ele n?o podia suportar a trai??o d.
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Porque em sua mente, Teresa o amava mais do que tudo, e tinha dado a ele sua primeira vez;
deveria ser uma mulher exclusivamente sua!
A dedica??o e o amor de Teresa por ele lhe davam uma enorme sensa??o de superioridade, ele
acreditava que Teresa deveria estar à sua mercê, e somente ele poderia possuí!
Caso contrário, o sentimento de superioridade sofreria um revés.
Teresa olhou para Gabriel, furiosa e rangendo os dentes, disse cada pvra ênfase: “Eu estou
dizendo que as crian?as n?o s?o seusos, e Olivia n?o é sua filha! é filha de outro homem
comigo!”
Gabriel uma express?o amea?adora: “Teresa, fr sem pensar tem suas consequências!”