Capítulo 819
“Ah, a impotência da situa??o.” Teresa suspirou de repente, acabara de se encontrar as crian?as
e já sentia a dificuldade da despedida, porém n?o havia alternativa.
As coisas tinham mudado. Antes, as crian?as pertenciam somente a e a Olivia, todas as
necessidades básicas, desde a alimenta??o até irem dormir, eram cuidadas por s, que as levavam
para qualquer lugar que desejassem.
Agora, os filhos tinham sido levados pelo pai, e tudo dependia da vontade dele.
Sabendo que a oportunidade de estar as crian?as havia sido arduamente conquistada por Olivia,
Teresa valorizava cada momento, aproveitando para brincar eles.
às dez horas, Teresa tomou a iniciativa e disse: “Já é tarde, vocês devem voltar para casa para irem
dormir. Quando estiverem de férias, venham brincar na casa da vovó novamente.”
“Vovó, eu quero dormir você.” Iria falou.
“Eu também, quero dormir a vovó.” Inês levantou a m?o.
“Eu também quero!” Joel se aproximou.
“Eu também.” Heitor, que raramente remava de dormir amontoado os outros, expressou seu
desejo.
Vendo o entusiasmo das crian?as, Teresa sorriu contente, mas enquanto sorria, as lágrimas
come?aram a cair: “Meus queridos, se houvesse uma grande casa para a vovó e sua m?e, tudo seria
diferente. Este lugar é pequena, apenas dois quartos e camas pequenas, e para além disso é
uma casa alugada. Nunca sabemos quando o proprietário pode nos pedir para sair. Com o pai de
vocês, a situa??o é estável, cada um tem seu próprio quarto, é t?o espa?oso e livre.”
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Embora Teresa odiasse ter que separar–se das crian?as, entendia que, Daniel, s teriam
melhores condi??es e um futuro mais promissor.
O cora??o de Teresa doía só de pensar nos quatro anos de dificuldades que as crian?as enfrentaram
ao seudo.
Ao ouvir Teresa, Olivia também sentiu um aperto no cora??o, pois até aquele momento, ainda n?o
tinha uma casa própria.
O lugar onde moravam era alugado, e se um dia o proprietário decidisse retomar o imóvel, s teriam
que deixar tudo às pressas, sem ter onde morar.
se culpava por n?o ter capacidade suficiente paraprar uma casa na Capital.
“Eu n?o me importo de ficar apertadinha, só quero dormir a vovó.” Iria fez beicinho, mostrando–se
chateada.
“Eu também n?o me importo.” Inês concordou.
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Capitulo 819
Joel e Heltor acenaram a cabe?a em concordancia.
As crian?as tinham uma vis?o de mundo muito simples, n?o se importavam as condi??es, apenas
queriam estar perto das pessoas que amavam e em quem confiavam.
“Meus amores, o vosso pai está esperando lá embaixo. Quando estiverem de férias, venham visitar a
vovó novamente. Vou dar–vos multos brinquedos para vocês.” Teresa os persuadiu.
Ao ouvir que Teresa ainda dobraria mais brinquedos para eles, as crian?as desistiram de insistir e
cada uma se mostrou feliz.
“Posso levar o meu barquinho de papeligo?” Iria perguntou de cabe?a inclinada.
“ro que sim.” Teresa acariciou a cabe?a d carinho.
Os quatro filhos, levando seus brinquedos favoritos, desceram as escadas panhados por Olivia.
Entraram no carro, e ao se despedirem de Teresa acenos, sorriu de volta.
Daniel ligou o carro.
O vento da noite de ver?o, carregado de calor, soprou p jan aberta do veículo, bagun?ando os
cabelos de Olivia e trazendo lágrimas aos seus olhos sem que percebesse.
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“Mam?e, por que você está chorando?” Inês, aconchegada no colo de Olivia, notou as lágrimas
escorrendo pelo rosto da m?e e, uma voz doce e preocupada, perguntou.
A
-IL — abanta do Daniel se voltou para o retrovisor, observando Olivia pelo espelho.
Capitulo 820