Capítulo 768
Jimena mal tocou os lábios na borda do copo de vidro, prestes a beber, quando alguém arrancou o
copo de suas m?os.
Seu entusiasmo foi interrompido e sua express?o instantaneamente se tornou irritada. olhou para
a pessoa aodo e disse: “O que você está fazendo?”
Pensou em soltar algumas pvras ofensivas, mas ao ver o rosto charmoso e sedutor de Carlos, as
pvras sujas ficaram presas em sua garganta.
“O que você está fazendo roubando minha bebida? Devolva para mim!”
Jimena estendeu a m?o para pegar o copo que ele havia tirado d.
Carlos levantou a m?o, evitando que pegasse o copo, olhando para um olhar prante e
sério: “Você já se divertiu o suficiente?”
“Amigo, tudo tem uma ordem, eu estava brindando essa b dama primeiro. Que tal esperarmos
até terminarmos de beber?” O homem que havia flertado Jimena antes, cabelo loiro e uma
express?o de mndro, ramente acostumado a frequentar bares e a abordar mulheres
despanhadas.
Ele falou firmeza e arrogancia,
Carlos colocou o copo pesadamente no balc?o, e o líquido dentro do copo, agitado p gravidade,
produziu bolhas brancas. Ele apontou para o copo o dedo indicador, olhando para o homem loiro
com um olhar afiado: “Preciso ligar pra polícia pra eles virem te explicar o significado de respeito?”
O olhar arrogante e desafiador do homem loiro instantaneamente se transformou em um olhar de
medo e nervosismo:
“Você é duro na queda!”
Dizendo isso, ele pegou seu copo e saíu rapidamente, temendo que um segundo a mais o impedisse
de saír.
Os olhos de Jimena ainda estavam confusos. Ao ver que o homem que a abordara havia ido embora,
virou–se para Carlos, irritada: “O que você acha que está fazendo? Por que toda vez que um
homem se aproxima de mim, você os espanta? Você simplesmente n?o consegue me tolerar, é isso?”
Jimena raramente ia a bares e, quando o fazia, era sempre Olívia. Tendo umapanhia, nunca
havia se deparado problemas e n?o entendia que alguém poderia ter mexido na sua bebida.
Na vis?o d, Carlos estava apenas lhe contrariando.
Naquele día no campo de golfe, acidentalmente atingiu o pé dele e pediu desculpas de maneira
sincera.
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Mesmo assim, ele continuou a tratá de maneira hostil e um olhar de desdém.
Jimena n?o conseguia esquecer a avers?o e o desprezo que viu nos olhos dele, o que a feriu
profundamente. já havia decidido desistir de Carlos,
estava tentando contrr seus sentimentos por ele, querendo afastá–lo para n?o perder o controle
sobre seu cora??o.
No entanto, ele insistia em permanecer ao seu redor.
Carlos encarou o olhar reprovador d, enchendo–se de irrita??o.
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“Eu n?o posso te tolerar? Isso é ridículo!” Ele pegou o copo novamente, zangado, e o levou até a boca
d: “Você quer beber, certo? Aqui, tome, beba! Quem n?o beber é um frango, pó–pó–pó!”
Jimena bufou e soltou um suspiro de raiva ps narinas, encarando–o antes de pegar o copo em suas
m?os: “Se eu quiser beber, eu bebo. Eu n?o sou covarde!”
realmente estava prestes a beber quando Carlos deu um tapa em sua m?o, fazendo o copo cair
com um estrondo no balc?o de mármore, derramando a bebida em todas as dire??es.
Jimena pulou instintivamente para trás, mas ainda assim n?o conseguiu evitar ser salpicada p
bebida.
olhou para sua roupa manchada p bebida os olhos arregdos e olhou furiosamente para
Carlos: “Carlos, você está louco?”
Carlos empurrou a testa d o dedo indicador e disse: “Louca é você! Amanh? vá a um
neurologista!”
Jimena ficou chocada e imediatamente entendeu o que ele queria dizer, ficando furiosa: “Carlos, você
é que é louco, toda a sua família é louca!”
“Feche a boca!” Carlos ficou furioso, e um brilho perigoso apareceu em seus olhos: “Vou te dizer uma
coisa, se eu n?o tivesse interferido, o que estaria manchado agora n?o seria sua roupa, mas você
mesma. Ainda n?o entendeu?”
“O que você quer dizer?” Jimena n?o fazia ideia do que ele queria dizer aquilo.