Capítulo 750
“Como assim?* Olivia recusou instintivamente, pois n?o tinha inten??es de dormir Daniel hoje.
As imagens da noite anterior ainda giravam em sua cabe?a, Daniel era vigoroso, e n?o podia
garantir que ele a deixaria em paz esta noite.
Apenas distanciando–se dele poderia assegurar sua seguran?a por enquanto.
Depois após terminar de fr, Daniel entrou no quarto, acabado de tomar banho na biblioteca,
os cabelos molhados e ainda pingando, vestindo um pijama de seda cinza–escuro.
Alto e imponente, uma beleza estonteante em meio ao vapor d’água.
O ar se agitava p invas?o de sua presen?a.
O ritmo da respira??o de Olivia desacelerou instintivamente; ele tinha sempre aqu aura poderosa
que, ao aparecer, dominava tudo facilidade.
Seu olhar dirigiu–se a .
Olivia encontrou seus olhos negros emba?ados pelo vapor e,o se tivesseetido um ato
vergonhoso, baixou a cabe?a instintivamente.
Ele n?o tinha ouvido o que eles tinham dito antes, tinha?
“ro que pode, m?e. Olha só, você dorme no meio, eu e Inês dormimos destedo e você nos
abra?a. Joel e Heitor dormem do seu outrodo, bem juntinhos a você, e papai pode dormir aos pés
da cama,” Iria gesticva suas pequenas m?os, neando toda a disposi??o da cama.
Assim que terminou, enfiou a cabe?a no colo de Olivia, temendo perder seu lugar.
Olivia ficou chocada, olhou para o pé da cama e depois para Daniel.
Seu rosto bonito estava impassível.
Com uma mistura de riso e desespero, Olivia rapidamente corrigiu Iria: “Como assim? Essa é a cama
do seu pai,o ele poderia dormir aos pés d? Melhor a mam?e ir dormir vocês lá embaixo,
embora a cama de vocês n?o seja t?o grande quanto esta, ainda dá para nos odarmos
apertadinhos.”
Assim que terminou de fr, Olivia levantou–se para pegar Iria no colo.
Os pequenos a tinham arrastado para brincar no quarto principal no segundo andar, e depois de
brincarem às escondidas, insistiram que contasse uma história.
Caso contrário, certamente n?o teria entrado no quarto de Daniel, muito menos subido para
a sua cama.
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Daniel fechou a porta do quarto e trancou–a.
Ao ver que ele tinha fechado a porta, o movimento de Olivia para sair da cama cessoU
instantaneamente, e perguntou, curiosa: “Por que você trancou a porta? Você vai dormir aos pés
da cama?”
O olhar profundo de Daniel se voltou para Olivia: “Por que n?o posso?”
Olivia: “……”
Por que n?o? Essa pergunta a pegou de surpresa,
Um homem de sua estatura se rebaixa a dormir nos pés da cama?
A realidade provou que Olivia ainda n?o entendia Daniel muito bem; à noite, quando foram dormir,
aconteceu exatamenteo Iria tinha neado; dormiu no meio, uma crian?a de cadado,
ambas se apertando contra .
Daniel dormiu nos pés da cama; ele era multo alto, e o espa?o que restava na cama para as crian?as
n?o era suficiente para ele esticar as pernas, ent?o dobrou os joelhos para ocupar
menos espa?o.
Olivia olhou para ele, preocupada, temendo que ele ficasse chateado por terem tomado sua
cama.
Mas, enquanto acalmava as crian?as, rapidamente esqueceu essa preocupa??o; os
pequenos ao seudo e o cheiro de leite que exvam, rxou porpleto e logo adormeceu.
No meio da noite, a lua cheia pendurada no céun?ava uma luz suave através da jan, luminando o
quarto e revndo as posi??es desordenadas das pessoas na cama.
Daniel se levantou e moveu as quatro crian?as para o pé da cama, deitou–se aodo de Olivia
a puxou para o seu abra?o.
Sentindo alguém mexendo n em seu sono, Olivia abriu os olhos e sentiu a forte presen?a do
omem ao seudo, inndo o aroma de sandalo que emanava dele.
<p sabia que era Daniel e imediatamente ficou em alerta, lutando um pouco: “Me solte, estou muito
cansada, n?o quero mais…”