Capítulo 735
“O quê? Ele já era sócio aqui há alguns anos?” Teresa ficou surpreendida erguendo um dedo trémulo
de indigna??o na dire??o de Gabriel: “Ent?o, assim que o meu perfil foi para o site de
rcionamentos, você ja estava me observando
E ainda dizia que ele era o tipo d, que existia destino! Tudo n?o passava de um no premeditado,
uma artimanha deliberada para a enganar!
Gabriel alisou as rugas da roupa, uma tranquilidade desafiadora, disse a Teresa: “N?o fale assim,
foi você que se interessou por mim, por isso é que fomos a um encontro. N?o negue que gosta de
mim, sen?o,o explicar que você tenha sido m?e da nossa filha e a criado até agora? Noe?o,
estávamos felizes juntos, você me pedia todos os dias…” “Gabriel!” Teresa ficou totalmente
envergonhada, tremendo de raiva, as lágrimas a correrem pelo seu
rosto.
Era humilha??o que Gabriel the impunha, e diante da própria filha.
Olivia, ao ouvir as pvras descaradas de Gabriel, ficou chocada, o peito ondndo de fúria, era
demais o abuso.
n?o percebeu a tempo, Teresa, à beira do cpso de raiva, ergueu a cadeira que tinha nas m?os
e an?ou for?a contra Gabriel.
A cadeira de a?o carbono acertou na cabe?a de Gabriel um som metálico “ng“.
estrondoso.
A cadeira caiu no ch?o, e Gabriel imediatamente levou as m?os à cabe?a, curvando–se de dor. o
rosto contorcido.
Olivia ficou paralisada, a respira??o quase suspensa.
Tudo aconteceu t?o rápido que n?o conseguiu impedir.
O sanguee?ou a jorrar dos dedos de Gabriel,o um fluxo continuo, derramando para
fora.
Era grave!
“Ah, o que vamos fazer?” Teresa, que tinha agido por impulso no calor do momumo, viu a gravidade
da situa??o e ficou pálida e sem saber o que fazer.
Olivia recuperou–se rapidamente do choque, pegou no telefone e dedos tremulos ligou para a
emergência.
A cupido chamou algumas pessoas, que trouxeram o kit de primeiros socorros do local ee?aram a
tentar estancar o sangramento de Gabriel gaze.
Mas o sangue fluíao uma fonte, sem parar.
Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org.
Todos ficaram pálidos e sem saber o que fazer.
Pouco depois, a ambulancia chegou, e Gabriel já estava semi–inconsciente, necessitando de
panhamento. Olivia seguiu na ambulancia, enquanto Teresa, paralisada pelo medo, n?o
conseguia panhar a ambulancia.
Olivia pediu à cupido que cuidasse de sua m?e e foi a ambulancia.
No caminho, os médicos conseguiram contrr o sangramento medidas de emergência.
Ao chegar ao hospital, Gabriel foi rapidamente levado para a s de emergência.
Olivia esperava dodo de fora, ansiosa e nervosa, preocupada o que poderia acontecer.
Gabriel. Afinal, era a cabe?a dele, e qualquer problema seria grave. Teresa poderia acabar na pris?o.
Enquanto esperava, tremendo de ansiedade, a porta do pronto–socorro se abriu e o médico saiu,
dizendo urgência: “O paciente perdeu muito sangue, precisamos de uma transfus?o imediata.
Quem é você em r??o ao paciente?”
“Sou filha dele, podem usar o meu sangue.” Olivia n?o tinha tempo para mais nada, só queria salvar
uma vida.
“O paciente tem sangue tipo O, só podemos fazer a transfus?o sangue tipo 0, você é tipo O?”
perguntou o médico.
Olivia surpreendeu–se: “Sou tipo B.”
se lembrava de que sua m?e também tinha sangue tipo 0.
Dois pais sangue tipo 0,o poderiam ter uma filha sangue tipo B?
Um trov?o pareceu explodir na mente de Olivia, deixando–a paralisada.