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Capitulo 702
apertou as costas dele, as unhas levemente cravando–se em sua came.
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Sua respira??o estava ofegante, os batimentos cardiacos irregres.
“Já aprende a li??o, hum?” A voz rouca de Daniel soou em seu ouvido.
Sensual, opressiva, perigosa.
O cora??o de Olivia tremia violentamente; respirava dificuldade, respondendo
submiss?o: “Aprendi, n?o serei mais t?o ingênua…”
só queria que ele a deixasse ir, n?o ousava mais confrontá–lo.
As consequências da resistência, já tinha experimentado muitas vezes, e cada uma ds a
deixava incapaz de se manter de pé.
Agora, o pé ainda magoado, definitivamente n?o queria ficar deitada na cama.
A sua submiss?o agradou a Daniel, que finalmente a soltou e se levantou, estendendo a m?o para
ajudá a sair da cama: “Vamos descer paraer.”
A voz rouca, cheia de perigo, transbordando autoridade. Foi a desculpa de que as crian?as
estavam esperando por paraer que fez Daniel poupá.
n?o se atreveu a hesitar, ignorando sua respira??o ainda desordenada, sentou–se rapidamente e
estendeu a m?o para pegar a muleta que estava aodo da cama.
Assim que a pegou, segurou na mole?a firmemente; olhou rapidamente para Daniel, que sua
grande m?o pressionava a muleta, olhando para de cima seus olhos escuros e profundos:
“Precisa disso?”
Olivia olhou novamente e percebeu que ele estava apoiando o seu outro bra?o, entendendo ent?o o
que ele queria dizer. Ele a ajudaria a descer as escadas, era isso?
Diante do poder, qualquer protesto era inútil.
Olivia soltou a muleta e deixou que Daniel a ajudasse, descendo os degraus lentamente.
Os quatro pequeninos já estavam sentados à mesa, cada um uma colherzinha na m?o,
movimentos ágeis e adoráveis, ocupadosendo.
Ao ver Olivia descendo, oito olhos brilharam, chamando em coro: “Mam?e!”
As pvras delicadas das crian?as derreteram instantaneamente o cora??o de Olivia, dissipando todo
o panico, e um sorriso apareceu em seu rosto: “Está gostoso?”
“Sim, está gostoso, mam?e, venhaer.” Iria acenou a cabe?a enfaticamente, uma verdadeira
comilona, cujo momento mais feliz do dia era a hora da refei??o.
Com a ajuda de Daniel, Olivia sentou–se em frente às crian?as, e Inês, que havia esperado
ansiosamente por sua m?e, agora exibia um sorriso ao vê sentar–se à sua frente.
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pegou um camar?o descascado e suculento de sua tig e esterideu a m?o para Olivia: “Mam?e,
coma, é muito gostoso, ah…”
Quando Olivia estava prestes a abrir a boca para aceltar, Daniel intervelo sua tig e sua voz
grave soou, dirigindo–se a Inês: “Sua m?e está o pé magoado e deve evitar alimentos que
causam inma??o,o frutos do mar.”
Os olhes inocentes de Inês pareceram um pouco culpados,o se tivesse feito algo
errado.
Vendo isso, Olivia ficou extremamente preocupada, mas antes que pudesse consolá, a voz de
Daniel soou novamente, sua voz agora um pouco mais gentil: “Os camar?es de Inés s?o muito
saborosos, papal vaier.” Depois de fr, ele pegou a carne do camar?o os hashis e a
colocou na boca, dando a Inês um olhar de aprova??o: “Está muito bom.”
O olhar timido de Inês logo se iluminou alegria e um sorriso apareceu em seu rosto.
Vendo isso, Olivia sentiu seu cora??o pesado rxar, e uma onda de amargura surgiu
novamente.
Temendo que seus filhos sofressem, se sentia impotente para protegê–los.
mal conseguia se defender.
Felizmente, embora Daniel n?o gostasse de crian?as, ele tratava bem os quatro pequenos.
Após o pequeno incidente, as quatro crian?as e os dois adultos sentaram–se à mesa, desfrutando a
refei??o em silêncio.
Olivia consumia uma refei??o leve.
Embora sem muito apetite, para n?o preocupar as crian?as, ia prazer.
“Mam?e, sua orelha foi picada por uma abelha? Está parecendo um bal?o.” A voz doce e melódica de
Iria soou de repente.
Olivia ficou surpresa, instintivamente tocou na orelha, sentindo uma dor ardente.
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