Capítulo 695
A criada rapidamente baixou a cabe?a, diminuindo a sua presen?a, e recuou timidamente.
Olivia viu Daniel se aproximando, sua alta estatura emanava uma for?a opressora invisível. for?ou
um sorriso, sabendo que estava em falta: “Eu entendo, esta papa parece muito apetitosa, certeza
conseguireiê.”
Dizendo isso, pegou uma colherada da papa e a levou à boca, depois olhou para cima um ar
de surpresa para Daniel: “Hmm, está deliciosa, a textura é macia e suave, e tem um sabor refrescante,
é realmente muito boa.”
Daniel olhava para Olivia os seus olhos escuros, sem dizer uma pvra.
Sob o seu olhar, Olivia n?o demorou a acabar deer toda a papa.
também bebeu toda a água que estava no copo, gole após gole.
Daniel pegou dodo da mesa um frasco de pils de medicina chinesa pretas e colocou–as diante
d: “Três vezes ao dia, seis pils de cada vez, lembre–se de tomás no horário.”
Após fr, ele se virou e saiu.
Olivia:
Por que ele n?o disse antes? Eu já bebi toda a minha água, n?o posso simplesmente engolir seis
pils sem água.
As pils eram grandes; mesmo que tentasse engolis secas, n?o conseguiria.
Vendo Daniel sair do quarto, n?o teve coragem de chamá–lo de volta.
Sua presen?a era t?o forte, que mesmo fr ele exigia coragem suficiente,o ousaria
detê–lo e fr ele? Felizmente, pouco depois de Daniel sair do quarto, a criada entrou, trazendo
uma chaleira e um copo.
Colocando a chaleira e o copo na mesinha de centro, a criada pegou a tig vazia após Olivia
terminar deer, preparando–se para sair.
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Olivia perguntou: “Onde está o Sr. Daniel?”
“O Sr. Daniel saiu. A criada respondeu.
Olivia assentiu a cabe?a; Daniel provavelmente foi para a empresa. Com ele fora de casa,
poderia se sentir um pouco mais à vontade.
Mas sua perna doía terrivelmente ao tocar o ch?o, teria que ficar sentada o dia todo?
Meia hora depois, a criada trouxe um par de muletas: “Srta. Souza, há um telefone fixo no quarto
uma linha interna. Se precisar de alguma coisa, basta discar a extens?o que nós subiremos
imediatamente.”
Olivia seguiu as instru??es da criada e olhou para o telefone, observando a pvra “interno” aodo
da te de asterisco
Olivia acenou a cabe?a: “Certo, obrigada”
“De nada” Apndo as muletas no sofá, a criada saiu do quarto.
Olivia testou as muletas, que eram muito úteis; pelo menos podia caminhar agora.
rapidamente entrou em contato o corretor de imóveis para tentar vender a mans?o que tinha
registado recentemente.
tinha adquirido essa propriedade de Gabriel a inten??o de recuperar aquele bilh?o.
Como era umapra recente, de menos de um ano, a transferência de propriedade n?o exigiria
taxas adicionais, ent?o a venda foi rápida. A tarde, o corretor informou que alguém queriaprar a
mans?o e pediu que lidasse a papda.
Olivia, apoiada nas muletas, foi de carro até o registro de imóveis e n?o viu oprador, apenas o
corretor.
Olivia estranhou e disse: “E oprador?”
já estava dez minutos atrasada; oprador estaria mais atrasado que ?
O corretor disse: “Oprador foi ao banco fazer a transferência. Ele confiou em mim todo o processo
de transferência de propriedade.”
“Você pode autorizar outra pessoa a cuidar da transferència?” Olivia perguntou confusa. Assim que
terminou de fr, seu telefone vibrou. Era uma transferência bancária, um depósito de um bilh?o.
Oprador realmente transferiu o dinheiro
para ?
Por que ele n?o apareceu para a transferência e autorizou outra pessoa? “Desde que todos os
documentos estejam corretos, é possivel autorizar.” O corretor disse educadamente.
Olivia ainda sentia que algo estava errado e perguntou: “Posso ver os documentos doprador?”
“Desculpe, mas temos um contrato que nos obriga a manter a confidencialidade dos dados do
comprador.” O corretor se desculpou, mantendo a cortesia.