Capítulo 682
Olivia amarrou a corda e, em seguida, bateu as m?os para sacudir a poeira,
Lan?ando um olhar para Gabriel, que tremia de medo, disse de forma irónica: “Quando você
enganava as pessoas, destruíares e brincava os sentimentos ds,
abandonando–as depois, você já parou para pensar na dor e no desamparo ds? Gabriel, você
merece sentir o gosto dessa impotência!”
“Olivia, eu errei, admito meu erro, por favor, me puxe para cima.” Gabriel Dias, aterrorizado, segurava o
seu cinto de seguran?a as m?os trêms, apavorado.
“Espere que eu chame alguém para o vir ajudar.” Disse Olivia, virando–se para descer a montanha.
Desesperado, Gabriel abandonou sua fachada ee?ou a gritar Olivia enquanto se afastava,
com pvras extremamente ofensivas.
Neste lugar isdo, quem viria ao monte para resgatá–lo?
Se Olivia o deixasse amarrado ali, ele estaria condenado a se virar sozinho.
Gabriel sentia panico, raiva e impotência.
Só agora é que ele tinha percebido que tinha sido enganado; Olivia n?o só tinha ficado a sua
mans?o, mas também recuperado os treze milh?es que restavam.
estava se vingando p sua m?e!
Mas agora era tarde demais para perceber.
Gabriel, que enganara tantas pessoas, um verdadeiro mndro, acabara sendo enganado por uma
jovem de vinte e poucos anos.
Isso era um ultrajante.
Enquanto Olivia descia a montanha passo a passo, os insultos de Gabriel atrás d eram terríveis, mas
n?o respondia a nenhum deles.
ria friamente por dentro, pensando que essa era a verdadeira face de Gabriel.
Que r??o paternal? Ele só queria se aproximar d e de sua m?e para obter mais vantagens de
Daniel!
Já que ele estava a gritar t?o ferozmente, o deixaria pendurado no ar por mais um tempo.
O caminho para descer era difícil, mais ainda do que subir. Olivia segurava–se nas rochas, descendo
lentamente.
Em pouco tempo, nuvens escuras se acumram no céu, prenunciando chuva.
Olivia sentia um temor crescente em seu cora??o.
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Capitulo 682
De repente, “boom“, um trov?o retumbou.
“Ah!” Olivia se assustou, pisou em falso e seu corpo deslizou para baixo, quase rndo p escadaria
de pedras.
estava em panico, rolou por dois degraus antes de agarrar uma pequena árvore, o que estabilizou
seu corpo.
Uma dor aguda veio de sua cintura, onde havia sido cortada p pedra, fazendo Olivia franzir a
testa de dor.
se segurava na árvore, tentando levantar–se. Queria aguentar a dor e continuar a descida, mas
assim que colocou o pé no ch?o, uma dor aguda veio do tornozelo, insuportável.
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Imediatamente, Olivia levantou o pé afetado e apoiou–se num só pé, encontrando um lugar
rtivamente no para se sentar e examinar o tornozelo, que estava inchado.
Com o tornozelo torcido, n?o conseguiria descer a montanha. O que é que deveria fazer?
Enquanto ponderava, o céu trovejou novamente, um estrondo que parecia rasgar os céus.
“Ah, n?o!” Olivia, assustada, abra?ou a cabe?a e encolheu–se.
Desde aqu noite, cinco anos atrás, tinha medo de trov?es. Sempre que trovejava, se escondia
sob as cobertas e se encolhia.
Mas agora, no meio do mato, sem ter para onde correr, estava tremendo de medo. O que
poderia fazer?
Enquanto isso, ao pé da Montanha dos Cisnes.
Um Rolls Royce preto parou ao pé da montanha.
Daniel saiu do carro, seguido por vários seguran?as, uma cena imponente, uma presen?a
dominante que fazia o tempo tempestuoso parecer insignificanteparado à press?o que emanava
dele.